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Edição 633

Atropelamento mortal na passadeira junto aos Bombeiros

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Cerca das onze e quarenta e cinco horas de quinta-feira, 20 de julho, um homem com 79 anos perdeu a vida depois de um veículo pesado de mercadorias, alegadamente, o ter atropelado na Rua D. Pedro V, em S. Martinho de Bougado, na passadeira junto ao quartel dos Bombeiros Voluntários da Trofa.

 

Reportagem completa para ler na edição n.º 633 do jornal O Notícias da Trofa.

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Edição 633

O Gentil Martins desviou-se do bom senso

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Dr. Gentil Martins. Acho que o senhor mostra uma ignorância estranha (ou não) para alguém com a sua experiência e profissão.
Na entrevista à revista E, do jornal Expresso, o médico disse o seguinte:

Duas pessoas do mesmo sexo não podem amar-se?
Ouçam, é uma coisa simples: o mundo tinha acabado. Para que o mundo exista tem de haver homens e mulheres. Trato-os como a qualquer doente e estou-me nas tintas se são isto ou aquilo… Não vou tratar mal uma pessoa porque é homossexual, mas não aceito promovê-la. Se me perguntam se é correto? Acho que não. É uma anomalia, é um desvio da personalidade. Como os sadomasoquistas ou as pessoas que se mutilam.

Claro que depois de uma declaração destas, forte, polémica, instalou-se o caos naquele que é o tribunal atual das causas humanitárias: o Facebook. Os dois lados da barricada digladiaram-se com argumentos variados, e acabou por sair de tudo isto o ponto positivo do costume: a liberdade de expressão normalmente está associada à liberdade de estupidez e assim é mais fácil identificá-los.
Devo dizer que cada um é livre de dizer o que pensa, de reagir ao que os outros pensam, no fundo, é livre. No entanto, também tem de ter consciência de que essa liberdade traz a consequência de, quando se é uma figura pública e/ou com responsabilidades sociais, o que dizemos ser escrutinado pela sociedade e de ter outro impacto. (Olá André Ventura)
Quanto a mim, estas declarações não me chocam. Já sabemos a celeuma que a homossexualidade provoca na sociedade, embora eu ainda me questione porquê. Choca-me é que um assunto destes ainda seja motivo de clivagens gritantes em 2017. Choca-me que não se perceba uma ideia que é muito simples: porque é que temos que opinar sobre as pessoas com quem os outros dormem, beijam, tomam banho? A sério, o que é que eu tenho a ver com isso? Eu quero lá saber se a pessoa A beija um homem, uma mulher ou um sapo. Não me afeta, não me diz nada, porque cada um sabe da sua vida. E mais. Cada um é livre de fazer com a sua vida o que lhe apetecer também. É uma coisa estranha, que muitos defendem apenas quando lhes é conveniente, chamada liberdade.
O povo gosta muito de se meter na vida alheia, de comentar, de contar em primeira mão este ou aquele mexerico. Por isso é que vivemos no país dos reality-shows, do Correio da Manhã e das revistas cor de rosa. Adoramos meter-nos na vida dos outros e comentar isso no café, no passeio ou na caixa do supermercado.
Quanto ao Gentil Martins e seus seguidores, e sem querer desviar-me da ideia principal, o meu argumento favorito do exército da anomalia foi de que, realmente, a homossexualidade é uma anomalia, pelo facto de não ser natural. Se a maior parte da população é heterossexual, então ser homossexual é uma anomalia. Brilhante raciocínio! Amigos portistas, somos uma anomalia. Mais! Segundo dados da ONU, existem mais homens no mundo do que mulheres. Ser mulher é uma anomalia?
É por este tipo de declarações que imploro às pessoas que pensem, que leiam, que estimulem o raciocínio crítico. Que deixem de ser o povinho que só lê manchetes e que, de uma vez por todas, sabe discutir civilizadamente sobre qualquer tema. Mas não. Continuamos a ser pequeninos na nossa forma de estar e de ser. E eu continuo a ir às páginas dos jornais portugueses, no Facebook, quando preciso de me rir.

Que gajo anómalo.

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Edição 633

“Galpada” no Governo

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Em 2013 foi aprovado o regime que criou a contribuição extraordinária sobre o setor energético (CESE). Como está na Lei n.º 83-C/2013, de 31 de dezembro, esta contribuição tem por objetivo financiar mecanismos que promovam a sustentabilidade sistémica do setor energético, através da constituição de um fundo que visa contribuir para a redução da dívida tarifária e para o financiamento de políticas sociais e ambientais do setor.
Entre as empresas que estão abrangidas pelo CESE está a “Galp Energia”, que nos últimos anos apresentou lucros astronómicos, que rondam os 500 milhões de euros anuais, e nalguns anos mais recentes até ultrapassaram muito esse valor. Mesmo apresentando lucros avultados, a “Galp Energia” tem vindo a recusar pagar o CESE, cuja dívida ao estado português atinge já a verba descomunal de 240 milhões de euros. É mesmo muito dinheiro!
O governo de António Costa prolongou esta taxa de energia até 2020, mas a “Galp” voltou a ser notícia quando, no ano passado, Portugal jogou para o Campeonato Europeu de Futebol contra a Hungria e levou na sua comitiva de convidados a esse jogo de futebol, em França, o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Fernando Rocha Andrade, que tutela a taxa da energia. Foi mais um episódio triste na saga da cobrança de impostos, que opõe o estado português à “Galp Energia”.
A polémica renasceu das cinzas quando a empresa do setor de energia na semana em que Portugal jogou com a Hungria levou na sua comitiva de convidados ao estádio Parque Olympique Lyonnais, entre outros governantes, o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Fernando Rocha Andrade. Estava em curso mais uma “galpada”, mais um episódio na saga que opõe o Estado à empresa em torno da cobrança de impostos.
A “galpada” foi originada pelos convites seletivos e cheios de segundas intenções, que envolveram os secretários de Estado dos Assuntos Fiscais, da Internacionalização, da Indústria, da Energia (que recusou), o presidente da Direção-Geral da Energia e Geologia (que recusou), o presidente da Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis (que recusou), o presidente da Câmara Municipal de Sines (onde a empresa é a maior do concelho) e o presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém (cuja economia local tem uma forte ligação à refinaria da Galp), para além de um assessor do primeiro-ministro.
Esta “galpada” no governo provocou a demissão de três secretários de estado e de um assessor do primeiro-ministro que viajaram por conta da “Galp”, durante o Euro 2016, para assistir aos jogos de futebol da seleção nacional, mas anteriormente tinham sido constituídos arguidos num processo movido pelo Ministério Público. A remodelação governamental ou o “ajustamento” no Governo, como definiu o primeiro-ministro, envolveu oito secretarias de estado de cinco ministérios: Negócios Estrangeiros, Presidência e Modernização Administrativa, Finanças, Economia,  Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural.
Foi mais uma grave crise no governo de António Costa, que teve de ir a banhos para Maiorca, para nas águas mornas do mediterrâneo engendrar uma estratégia que fizesse secundarizar os graves problemas do incêndio em Pedrógão Grande e do roubo das armas no quartel de Tancos. António Costa provou na gestão de mais esta crise que é um prestidigitador mirabolante!

moreira.da.silva@sapo.pt
www.moreiradasilva.pt

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