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Já se ultimam os preparativos para que no próximo domingo, a partir das 17 horas, dez imponentes andores saiam na procissão em honra de Nossa Senhora das Dores, que vai ter o mesmo percurso. 

Um a um, milhares de alfinetes são colocados com o auxílio de “um martelinho” para segurar as “centenas de metros” de cetim, que enfeitam os andores que seguem na procissão em honra de Nossa Senhora das Dores, que atraem milhares de pessoas ao centro da cidade.

Os colaboradores da Agência Funerária Trofense estão há cerca de um mês a trabalhar no salão paroquial, em frente à igreja matriz, para que, no dia, os andores da Senhora das Dores (Paranho), Santa Margarida (Valdeirigo) e Senhora de Assunção (Esprela) estejam prontos a sair na procissão. No domingo, cerca das 7.30 horas, “seis homens” começam a trazê-los para fora e a montá-los para que cerca das 14 horas esteja tudo pronto a arrancar.

O momento em que se pega no andor é crucial. Mas, para que corra tudo bem, os andores têm que ser levantados ao mesmo tempo e “sempre com um bocadinho de calma”, ao mesmo tempo que as “quatro cordas” estão “espiadas”. Armador há “cerca de 37 anos”, João Silva narrou que já aconteceu, por “mais do que uma vez”, os andores tombarem na linha do comboio por causa de uma rajada de vento. Já há “uns anos” houve uma procissão em que “choveu bem” e, no final, os homens “não tiveram hipótese de o pousar e deitaram-no ao chão”. “Com sorte não se aleijou ninguém, mas imagine só se em plena procissão cair um andor? O pessoal entra em pânico, nem é bom pensar”, asseverou.

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