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Agasalhe-se! Vai fazer mesmo muito frio sexta e sábado

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A Proteção Civil alertou para os riscos das temperaturas baixas esperadas na próximas 48 horas, desde a formação de gelo ao perigo de intoxicações por causa de lareiras e braseiras sem ventilação adequada.

Num aviso à população divulgado ao início da tarde, a Autoridade Nacional de Proteção Civil reitera as previsões mais recentes do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), que antecipa temperaturas mínimas entre quatro graus negativos e seis graus e máximas que não deverão ir além dos 18 graus em todo o território continental na sexta-feira.

O “desconforto térmico elevado” deverá estender-se até à madrugada de sábado e a Proteção Civil recomenda cuidados especiais com crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas sem abrigo.

Recomenda que se ventilem as casas em que haja lareiras ou braseiras, que se desliguem os aparelhos de aquecimento durante as horas de sono e, na estrada, a adoção de condução defensiva com atenção a troços com gelo.

Em conjunto com a Direção Geral da Saúde, recomenda ainda que a população se resguarde da exposição prolongada ao frio e mudanças bruscas de temperatura, que se usem várias camadas de roupa e se prefira sopas e bebidas quentes para aquecer em vez de álcool, “que proporciona uma falsa sensação de calor”.

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Alberto Carneiro Vai ter centro de arte em Santo Tirso

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A Câmara Municipal de Santo Tirso inaugura, no próximo sábado, 27 de novembro, o Centro de Arte Alberto Carneiro, que terá como principal objetivo a gestão do acervo do escultor, falecido em 2017. Será, também, um espaço vocacionado para a salvaguarda, investigação e divulgação da arte contemporânea.

Alberto Carneiro nasceu em 1937 em S. Mamede do Coronado, onde viveu e trabalhou. Entre 1947 e 1958 aprendeu o ofício de santeiro nas oficinas de arte sacra.

A inauguração ocorre seis anos após ter sido assinado o contrato de doação que o artista formalizou com o Município de Santo Tirso, outorgando a propriedade de 60 obras, entre esculturas e desenhos, com vista a constituir a coleção permanente do Centro de Arte que agora abre portas.

Além das obras do escultor, o acervo é, também, constituído pela biblioteca particular de Alberto Carneiro, composta por mais de sete mil livros e revistas da especialidade. Este espólio foi cedido pela família à Câmara Municipal, que protocolou com os herdeiros a sua inventariação, tratamento e disponibilização pública.

A biblioteca é composta por monografias, teses académicas, atlas de conferências, imprensa e livros sobre movimentos e artistas do século XX – com especial incidência no dadaísmo, construtivismo russo, neo-vanguardas dos anos de 1960, Marcel Duchamp e Alberto Giacometti, entre outros. Inclui, ainda, publicações sobre artes primitivas e artes orientais, filosofia, antropologia, etnografia, psicologia e psicanálise, que cobrem os principais eixos do pensamento teórico ocidental do século XX e, em particular, dos anos 1960-2000. Da coleção fazem também parte obras de poesia (sobretudo portuguesa) e catálogos de exposição que cobrem a atividade artística nacional e internacional ao longo dos últimos 60 anos.

O Centro de Arte ocupa um espaço com cerca de 1100 metros quadrados, composto por um piso térreo e uma cave. A sua instalação envolveu a recuperação de um dos edifícios industriais da Fábrica de Santo Thyrso, segundo um projeto da autoria do arquiteto Nuno Pinto.

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O presidente da Câmara Municipal, Alberto Costa, considera que “a inauguração do Centro de Arte Alberto Carneiro é um momento único para Santo Tirso, que se assume, definitivamente, como cidade de referência da arte contemporânea, a nível nacional e internacional”.

“A concretização deste ambicioso projeto cultural vem complementar o Museu Internacional de Escultura Contemporânea, inaugurado em 1997 e composto por mais de 50 esculturas ao ar livre, distribuídas pelos espaços verdes e jardins da cidade”, sublinha Alberto Costa.

O autarca realça, ainda, que “Alberto Carneiro é um dos nomes maiores da arte portuguesa da segunda metade do século XX e do início do século XXI, autor de um vastíssimo número de obras que podemos encontrar em espaços públicos de todo o mundo, pelo que a criação deste Centro de Arte, com o seu nome e as suas esculturas, é um enormíssimo motivo de orgulho para Santo Tirso”.

Por outro lado, o presidente da Câmara destaca o significado e as potencialidades deste novo equipamento cultural. “A Fábrica de Santo Thyrso, onde nasce o Centro de Arte Alberto Carneiro, é cada vez mais um grande centro de inovação e criatividade, diferenciador e dinamizador da economia, facilitador do empreendedorismo e que irá contribuir para uma nova centralidade da cidade”, refere Alberto Costa.

O Centro de Arte inclui uma exposição permanente constituída por obras de Alberto Carneiro – esculturas e desenhos – e será, também, espaço de exposições temporárias dedicadas à arte contemporânea, que se enquadrem nos valores artísticos fundamentais do escultor. Será um local de diálogo e de confronto de várias correntes artísticas, integrador e inclusivo, de forma a poder afirmar‑se como um ponto de referência na dinamização de projetos inovadores no âmbito das artes plásticas e de desenvolvimento cultural da região onde se insere.

A sua atividade será reforçada por outras iniciativas de índole pluridisciplinar, de natureza científica e pedagógica, através da realização de encontros científicos e da implementação de programas educativos capazes de criar públicos, estimular a reflexão e originar uma relação estreita com a comunidade local, contribuindo assim para o seu desenvolvimento socioeconómico.

O Centro de Arte Alberto Carneiro representa um investimento de cerca de 1,3 milhões de euros, com financiamento do Programa Norte 2020 no valor de aproximadamente 600 mil euros.

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No próximo sábado, em simultâneo com a abertura do espaço, também o Museu Internacional de Escultura Contemporânea irá inaugurar a exposição “A Natureza em Movimento”, que tem por base o espólio artístico de Alberto Carneiro pertencente à viúva do escultor, Catarina Rosendo, e que se encontra em depósito no Município de Santo Tirso.

Esta exposição, que ficará patente até ao próximo dia 27 de fevereiro, apresenta um conjunto de obras que cobre a quase totalidade das mais de cinco décadas de trabalho do artista.

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Raul Minh’alma e Pedro Chagas Freitas em Santo Tirso no Festival Culturíssimo

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Raul Minh’alma e Pedro Chagas Freitas são dois dos autores que marcarão presença no Festival Culturíssimo, que tem lugar na Fábrica de Santo Thyrso, a 6 e 7 de novembro, das 10h00 às 19h00.

A iniciativa, organizada pela ASAS e pela produtora de eventos 1pouco D’ousadia, tem entrada gratuita e caracteriza-se por ser um festival de Literatura, Arte e Solidariedade, com mercado do livro e espetáculos de teatro e música.

Com cariz solidário, o evento contará com um bar, cuja parte das receitas reverterá para a ASAS.

Raul Minh’alma estará em Santo Tirso no dia 6, às 16h30, para uma sessão de autógrafos, enquanto Pedro Chagas Freitas tem encontro marcado com os leitores, no dia seguinte, às 16h00.

Além dos dois autores que são dos mais vendidos em Portugal, o evento contará com uma sessão de autógrafos da apresentadora de televisão e escritora Fátima Lopes, que apresentará o mais recente livro “Encontrei o Amor Onde Menos Esperava”, a 6 de novembro, às 15h00.

Nuno Caravela, mentor d’ “O Bando das Cavernas”, participa no dia 7, às 15h30. Antes, há uma conversa entre Jorge Pina e Jorge Machado, embaixadores da Ética no Desporto, sobre o papel do desporto na inclusão social.

Há ainda autores com fortes ligações a Santo Tirso a participar no evento, como Eugénio Bezerra, António Assunção, Helena Silveira, Goreti Dias e Manuela Dias.

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Mas nem só de literatura se fará o Festival Culturíssimo. Há teatro, com a Companhia de Santo Tirso, que apresentará “Pirilampo”, às 11h00 do dia 7, e fará oficinas e workshops dirigidos a famílias.

Sónia Araújo, madrinha do Festival, estará com o espetáculo musical “As Aulas da Sónia”, às 18h00 do dia 6.

O evento termina com Pequeno David e os Sem Soninho, às 18h00 do dia 7.

Esta é a segunda edição do evento em território luso, que ficará também marcada pela comemoração dos 60 anos de relações diplomáticas entre Portugal e a República da Coreia. Haverá uma exposição inédita sobre o Jikji, método de impressão coreano, que é reconhecido como Património da Humanidade pela UNESCO, assim como jogos e atividades lúdicas com caracteres coreanos.

Estão também agendadas atividades a envolver a língua gestual portuguesa e as línguas francesa e inglesa.

Toda a programação do Festival Culturíssimo pode ser consultada aqui.

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