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Edição 646

AEBA promove sessão sobre tratamento de dados pessoais

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A Associação Empresarial do Baixo Ave (AEBA) promoveu uma sessão de formação sobre as principais alterações ao regime de tratamento de dados pessoais, que vão entrar em vigor “a partir de 25 de maio de 2018”.

Reportagem completa para ler na edição 646 do jornal O Notícias da Trofa.

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Edição 646

António Neto em 28.º lugar em M60 na Maratona do Porto

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António Neto, atleta da Trifitrofa, participou na 14.ª Maratona do Porto, que se realizou a 5 de novembro. O atleta correu os 42 quilómetros em três horas, 36 minutos e 27 segundos, conseguindo o 1159.º lugar na geral, em 4584 atletas, e o 28.º lugar em M-60.

Reportagem completa para ler na edição 646 do jornal O Notícias da Trofa.

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Edição 646

Crónica ACeS Santo Tirso/Trofa: Transporte das crianças no automóvel no sentido inverso à marcha

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Em 2014 a Automóvel Clube de Portugal (ACP) realizou um estudo que revelou que 46% dos condutores consideravam mais seguro transportar as crianças sentadas com as cadeiras voltadas para a frente, no sentido da marcha do automóvel. Contudo trata-se de um erro, pois os estudos internacionais que procuram perceber qual a posição mais segura para o transporte das crianças revelam que colocá-las no sentido contrário reduz cinco vezes a probabilidade de ferimentos ou mesmo morte em caso acidente.
Concluíram, então, que quando a criança está no sentido da marcha, em situação de desaceleração brusca, a região cervical (o pescoço) está sujeito a forças extremas, o que pode provocar lesões graves. Isto é particularmente mais perigoso nas crianças mais novas, pois as estruturas que sustentam o pescoço estão ainda pouco desenvolvidas e a cabeças é proporcionalmente ao resto do corpo, muito pesada. Assim quando a criança vai no sentido contrário à marcha, todas as zonas críticas ficam melhor protegidas, uma vez que as forças geradas no impacto distribuem-se de forma mais homogénea nas costas, cabeça e pescoço.
Deste modo, a APSI (Associação para a promoção da Segurança Infantil) e a Direção Geral da Saúde aconselham o transporte de crianças no automóvel em cadeiras voltadas para trás até ao mais tarde possível, até aos 3 ou 4 anos. As crianças têm o pescoço muito frágil e a cabeça grande e pesada. Só assim, numa colisão frontal (as mais frequentes e, regra geral, mais graves), as suas costas, cabeça e pescoço estarão mais protegidos.
Existem no mercado cadeiras homologadas até aos 18 kg ou 25 kg (Regulamento 44) e até aos 105 cm (Regulamento 129, ou i-Size), que permitem transportar as crianças voltadas para trás até essa idade. Este tipo de cadeiras confere uma proteção que ronda os 90% o que significa que, em caso de acidente, podem salvar a vida de 9 em cada 10 crianças.
Procure as cadeirinhas existentes no mercado homologadas com os diferentes regulamentos (R44; R129 i-Size), que permitam transportar a criança em segurança no automóvel, em sentido contrário da marcha o maior tempo possível.

Enfermeiras Elsa Silva
e Sandra Costa

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