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Edição 462

Abertas candidaturas ao Prémio Bial

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Prémio monetário, no valor de “340 mil euros”, assinala 30º aniversário da Fundação Bial. Candidaturas abertas até ao dia 31 de outubro.

“Premiar a investigação médica” é um dos principais objetivos do Prémio Bial, que pode ascender aos “340 mil euros”, sendo já considerado como “um dos maiores galardões internacionais na área da saúde”.

A 16ª edição do Prémio Bial, que este ano assinala 30 anos desde a sua primeira edição, ascende a “340 mil euros”, contemplando “a investigação básica e a pesquisa clínica através de duas modalidades: o ‘Grande Prémio Bial de Medicina’ e o ‘Prémio Bial de Medicina Clínica’”.

Luís Portela, presidente da Fundação Bial, relembra que este prémio nasceu para “incentivar a investigação médica e promover a sua divulgação, primeiro em Portugal e, posteriormente, a nível internacional, acompanhando ao longo da sua história a evolução e as tendências da Saúde e da Medicina”. Luís Portela orgulha-se de “promover um dos maiores galardões na área da saúde, capaz de atrair médicos e investigadores de diversos países e de premiar profissionais de referência mundial nas suas áreas de investigação”.

No valor de 200 mil euros, o Grande Prémio Bial de Medicina distingue “trabalhos de índole médica de grande qualidade e relevância científica”. Já o Prémio Bial de Medicina Clínica, no valor de cem mil euros, premeia “um tema livre dirigido à prática clínica”. No regulamento deste concurso está também contemplada a possibilidade de atribuição de menções honrosas, “até quatro trabalhos concorrentes, no valor de dez mil euros cada”. Para além do valor monetário, o Prémio Bial 2014 contempla uma edição exclusiva, com “uma tiragem entre cinco e 15 mil exemplares”, do trabalho vencedor do Prémio Bial de Medicina Clínica e de algumas das obras galardoadas, para divulgação e distribuição gratuita junto dos profissionais de saúde.

Instituído em 1984, o Prémio Bial é atribuído de dois em dois anos e já mobilizou “1315 investigadores, médicos e cientistas, autores de 580 obras candidatas”. Nas 15 edições realizadas, distinguiu “231 autores (91 obras premiadas)” e foram editadas e distribuídas gratuitamente pela classe médica e científica “mais de 30 obras premiadas, num total de mais de 300 mil exemplares”.

Criada em 1994 pelos Laboratórios Bial em conjunto com o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, a Fundação Bial é uma instituição “sem fins lucrativos”, que tem como missão “a promoção do estudo do Homem, distinguindo-se pelo seu papel incentivador da investigação médica e científica a nível internacional”.  

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Edição 462

ADRC Finzes promove Caminhada no Dia da Mulher

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Para assinalar o Dia Internacional da Mulher, a Associação Desportiva Recreativa Cultural de Finzes vai promover uma caminhada no dia 9 de março.

A concentração está marcada para as 9 horas, junto à Academia Municipal da Trofa (Aquaplace) e o percurso terá um grau de dificuldade média/baixa. No fim, haverá uma aula de relaxamento.

É obrigatório o uso de sapatilhas.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas nos locais de divulgação ou através do contacto telefónico 911 025 393. 

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Edição 462

ASAS arranca com 2ª fase do “Reinserir na Trofa” (c/video)

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Projeto para reinserir ex-dependentes ganhou candidatura e terá duração de quatro anos

ASAS conseguiu financiamento para retomar a ação do projeto “Reinserir na Trofa”, que ajuda ex-dependentes a reintegrar-se ao nível familiar e socioprofissional.

Domingos Claro foi um dos utentes da ASAS (Associação de Solidariedade e Ação Social de Santo Tirso) que, com um passado vivido na toxicodependência, aceitou fazer parte de um projeto de reinserção familiar e social. Depois de muitas privações e desafios ultrapassados, Domingos conseguiu encarrilar a vida, recuperar o seu lugar no seio familiar e até aventurar-se num projeto profissional.

Apesar de ser um dos casos de sucesso do projeto “Reinserir na Trofa”, que terminou no início do ano passado, Domingos Claro continuou a visitar o Centro Comunitário da ASAS, assim como os restantes colegas, para não quebrar os laços que criou com os técnicos da associação. “Com os nossos recursos, tentamos fazer almoços e outras atividades”, contou, sem deixar de manifestar gratidão por aqueles que desenvolveram um projeto que lhe deu “mais força” para “seguir em frente” e “acreditar sempre que é possível”.

Helena Oliveira, presidente da ASAS, confirma: “A ligação foi tão forte que alguns deles continuaram a vir cá, porque não têm retaguarda familiar e a família deles passou a ser o grupo de apoio da ASAS. Passaram a vir cá a tomar banho, passar as tardes e a participar nos nossos eventos”.

Depois de quase um ano de interregno, a ASAS candidatou-se novamente com o projeto “Reinserir na Trofa” e conseguiu financiamento. “Foi uma candidatura que decorreu até outubro e soubemos que tinha sido aprovada em dezembro. Tem a duração de quatro anos e esperamos que, pelo menos, 50 pessoas tenham reinserção familiar e socioprofissional”, explicou. A reunião de apresentação teve lugar no Centro Comunitário da ASAS, na Trofa, no dia 21 de fevereiro, e juntou várias entidades e parceiros da associação.

Esta nova fase do projeto conta com “inovações”, como a parceria celebrada com a Academia das Emoções que, segundo o diretor João Abreu, vai desenvolver “atividades de carácter artístico, cultural e de proximidade às empresas, mundo associativo e imprensa”. “Queremos organizar workshops, oficinas, visitas e conversas para que os utilizados se possam reinserir não só nas famílias, mas também na comunidade e, principalmente ao nível profissional. A intenção é que adquiram competências técnicas e comportamentais, como a disciplina, a gestão do tempo e a higiene”, asseverou.

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Os utilizadores serão desafiados “a criar o logótipo do projeto”, assim como desenvolver o “merchandising”, criar o “hino” e “organizar alguns eventos”.

Apesar de não ter intenções de participar com regularidade no novo projeto, devido às novas exigências profissionais, Domingos Claro não duvida que será “mais um alento” para quem quer recuperar a vida.

O que é o “Reinserir na Trofa”?

Este projeto tem como principal objetivo “apoiar na reinserção e na reintegração pessoal e profissional” de pessoas com um passado de toxicodependência ou alcoolismo. Os utilizadores do projeto “precisam do apoio para dar o passo seguinte na sua efetiva reinserção pessoal e profissional”, explicou Natércia Rodrigues, educadora social. O trabalho da ASAS passa pela “dinamização de diversas atividades lúdico-recreativas e ao nível da terapia (reuniões de autoajuda), com o objetivo de dotar os participantes de competências perdidas devido aos consumos para que reaprendam e consigam, mais facilmente, a integração social”.

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