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Passeios à beira-mar desaconselhados devido à forte agitação marítima na Póvoa de Varzim e Vila do Conde

O agravamento das condições do mar levou a Autoridade Marítima a emitir um aviso dirigido à população e às comunidades ligadas ao mar

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O agravamento das condições do mar levou a Autoridade Marítima a emitir um aviso dirigido à população e às comunidades ligadas ao mar, na sequência das previsões meteorológicas para os próximos dias no litoral norte. As Capitanias dos Portos da Póvoa de Varzim e de Vila do Conde divulgaram o comunicado, alertando para o aumento significativo da agitação marítima e para as restrições já em vigor.

De acordo com a informação baseada nos dados do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), encontra-se ativo para o distrito do Porto um aviso amarelo entre as 12h00 do dia 20 de janeiro e as 21h00 de 21 de janeiro, período durante o qual são esperadas “ondas de noroeste com 4 a 5 metros”. A partir das 21h00 de 21 de janeiro, o aviso passa a laranja, prevendo-se “ondas de noroeste com 5 a 7 metros de altura significativa, podendo atingir 12 metros de altura máxima”.

Perante este cenário, a Barra do Porto da Póvoa de Varzim e a Barra do Porto de Vila do Conde encontram-se “fechadas a toda a navegação”, situação que está a ser mantida “em permanente avaliação” pelas autoridades competentes.

A Autoridade Marítima reforça, em particular junto da comunidade piscatória e da náutica de recreio que se encontra no mar, a recomendação para o eventual regresso ao porto de abrigo mais próximo e para a adoção de medidas de precaução, em consonância com as orientações das capitanias. É ainda aconselhado que se evite sair para o mar “até que as condições melhorem”.

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À população em geral, que habitualmente frequenta as zonas costeiras ao longo de toda a faixa litoral oeste do continente, é recomendado que se abstenha de passeios junto à costa e nas praias, bem como da prática de atividades lúdicas em áreas expostas à agitação marítima. As autoridades sublinham a importância de uma postura preventiva, evitando “expor-se desnecessariamente ao risco”.

O comunicado deixa um alerta particular aos pescadores lúdicos de pesca à cana, aconselhando “extrema cautela” e a evitar a prática da atividade junto a falésias, arribas, quebra-mares e zonas rochosas, lembrando que, em condições extremas, “o mar pode facilmente alcançar zonas aparentemente seguras”.

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