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Edição 736

Rita Campos lidera Leo Club e Bruno Soares representa Europa no órgão consultivo do Lions Internacional

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Rita Campos foi eleita, no início deste mês, presidente do Leo Clube da Trofa para o ano leonístico que decorre. “Apostar em atividades como a Leo Talks”, com abordagem de “vários temas relacionados com o voluntariado e a atualidade”, é um dos objetivos do mandato atual. Estes eventos vão realizar-se em direto, nas redes sociais do clube, que também garantiu manter a atividade “Campanha do Saco”, para “ajudar as famílias referenciadas”.
Além disso, no próximo ano, vai receber a Conferência Nacional Leo, com o mote “Cresce a ser Leo. Voluntaria-te a servir”.
“Este é o momento mais importante do ano leonístico, pois é quando se analisa o trabalho realizado e se perspetiva as orientações futuras para o movimento nacional dos Leos de Portugal, onde os seus participantes se reúnem e debatem entre si quais as estratégias e ideias de serviço”, explicou o Leo Clube, em comunicado.

Também este mês, no dia 6, foi anunciado pelo conselho de diretores internacionais de Lions Clubs Internacional a nomeação do trofense Bruno Silva Soares, sócio do Leo Clube da Trofa, para um mandato de dois anos como membro do Leo Club Program Advisory Panel, representando assim a área constitucional 4, Europa, nas decisões internacionais da maior organização de serviços a nível mundial.
O Leo Club Program Advisory Panel funciona como um órgão consultivo de Lions Internacional, no qual são compartilhadas ideias, opiniões e sugestões para o movimento Leo, que significa “Liderança, experiência, oportunidade.”.
Esta nomeação é feita entre milhares de Leos, espalhados por mais de 150 países e de 7200 Leo Clubes, sendo Bruno Silva Soares o nomeado para este painel consultivo entre 2021 e 2023. Após 14 anos de serviço enquanto Leo, em que presidiu à estrutura da Trofa e ao Distrito Múltiplo Leo 115, International Liaison Officer e, mais recentemente, ao Leo Europa Fórum 2019, esta nomeação de Bruno Soares “acaba por representar a experiência adquirida e a oportunidade de mostrar que o movimento Leo é melhor plano para mudar o mundo e servir o próximo”, sublinhou o Leo Club da Trofa.

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Covid-19

Rotários doam 10 mil euros ao CHMA para requalificar Bloco de Partos

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Dez mil euros foi o resultado do projeto de “Humanização do Parto”, que os clubes rotários da Trofa, de Santo Tirso e de Vila Nova de Famalicão abraçaram, com vista a apoiar o Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA) na requalificação do serviço de Obstetrícia do Hospital de Famalicão.

A entrega do donativo foi feita esta terça-feira, 23 de fevereiro, data que assinala o 116.º aniversário do Rotary Internacional.
“Apesar dos diversos constrangimentos financeiros, relacionados com a situação pandémica que assola todo o mundo, estes três clubes conseguiram angariar dez mil euros, destinados a financiar a instalação de um espaço mais funcional e mais harmonioso no Bloco de Partos do referido Centro Hospitalar. O projeto será concluído no final deste ano rotário, altura em que serão atribuídos mais cinco mil euros”, referiu o Rotary da Trofa, em comunicado.
António Barbosa, presidente do conselho de administração do CHMA, destacou o papel do movimento rotário na comunidade e agradeceu o contributo dos clubes rotários, que pretendem, até ao final do ano, fazer mais uma doação, de cinco mil euros

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Edição 736

Morte trágica do Dr. António Maia (II)

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Atendendo ao pedido de vários leitores para continuar a acompanhar esta história, sobretudo para tentar explicar e trazer um pouco mais de clareza a um dos mistérios da história contemporânea, a crónica desta semana vai continuar a abordar este tema.
Na senda das dúvidas sobre o crime e o seu autor, a imprensa local de Vila do Conde irá explicar que os avanços do processo e da investigação se centrava, sobretudo, em perceber se o homicídio tinha resultado de um ataque violento ou se tinha sido um acidente, com a primeira teoria a ganhar cada vez mais força nos tribunais e a segunda a ser cada vez mais remota, colocando-se a hipótese que se o crime iria ser julgado com tribunal de jurados ou no habitual processo do coletivo de juízes.
Os atos de respeito pela vítima eram contínuos, com várias missas a serem celebradas em memória do falecido, mesmo depois de várias semanas terem passado daqueles acontecimentos nefastos.
As notícias iam desaparecer da imprensa até, praticamente, ao final de agosto de 1907, em que se anunciava que iria ocorrer o julgamento no dia 26 e que iria ser julgado em tribunal de júri, conforme tinha sido sugerido no passado, e eis que o julgamento iria ocorrer com especiais medidas de segurança, com a requisição de uma força policial para escoltar o preso até às instalações judiciais.
Seria um pouco como na atualidade, naqueles julgamentos mediáticos, em que se vê um mar de jornalistas, carrinhas celulares, elementos das forças policiais em tudo que é esquina e à paisana, em suma, as coisas mudaram pouco desde o passado até à atualidade…
A surpresa iria acontecer, anunciava o jornal “O Ave”, no dia 31 de agosto, que não se conseguiu fazer prova que o acusado tivesse cometido o crime, quer de forma involuntária como premeditação, acabando, portanto, por ser posto em liberdade e como escreve o repórter: “Mando em Paz”.
Depois de um ataque violento na imprensa, depois de ser uma bandeira para a justiça popular eis que o principal arguido é enviado para casa e assim o bougadense regressava a sua casa.
Um final de julgamento ao estilo de Hollywood, com pedradas a voar em direção ao antigo arguido, seis militares a escoltá-lo e para serenar a chuva de pedras são obrigados a disparar vários tiros para o ar, um verdadeiro faroeste em Vila do Conde, com muitos populares a tentarem fazer justiça pelas próprias mãos.

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