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Ano 2011

Trofense vence Covilhã e ainda sonha com a subida

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O Trofense venceu hoje o Sporting da Covilhã, por 2-1, em jogo da 29.ª e penúltima jornada da Liga de Honra em futebol, disputado na Trofa, mantendo-se na luta pela subida de divisão.

Licá abriu o marcador aos dois minutos, mas Amessan em cima do intervalo fez o empate, aos 45. Pedro Ribeiro estabeleceu o resultado final, de grande penalidade, logo à entrada da etapa complementar (47 minutos).

Os trofenses gritaram golo bem cedo, quando Licá disparou à entrada da área sem dar hipóteses ao guardião visitante, após jogada combinada entre Nildo e Tiago.

O Sporting da Covilhã – ainda com a hipótese de despromoção no horizonte – estremeceu mas respondeu de imediato por intermédio de Fofana que errou por pouco a baliza, aos sete e aos 15 minutos.

Licá (aos 21) e Ricón (34) protagonizaram as jogadas mais perigosas, mantendo o equilíbrio da partida, até que Amessan acabou por repor a igualdade no marcador, após passe de Wagnão, aos 45 minutos.

Os adeptos da Covilhã fizeram a festa antes do intervalo, mas só mesmo durante a paragem puderam festejar, uma vez que a partida começou com uma grande penalidade a favorecer os locais.

O árbitro lisboeta Pedro Proença considerou que Jason travou Nildo na área e Pedro Ribeiro converteu o castigo máximo, aos 47 minutos.

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Aos 49 minutos Varela teve direito a ser chamado de “herói” pelos trofenses, ao retirar mesmo em cima da baliza a bola rematada por Rincon. Wagnão, aos 55, com um cabeceamento forte colocou à prova Marco, que fez a defesa da tarde.

Motivado pelas aberturas dadas pelos anfitriões e pela informação de que o Varzim – adversário direto na luta pela manutenção – perdia em casa com o Belenenses, o Sporting da Covilhã passou a acreditar ainda mais na reviravolta e instalou-se no meio campo do Trofense, apostada na defesa do resultado.

Porfírio Amorim tirou dois avançados, Serginho e Licá, e fez entrar Filipe Gonçalves e Sérgio Nunes, ambos médios. Por essa altura já os visitantes estavam reduzidos a dez jogadores: Abdoulaye viu o segundo amarelo por carga sobre Nildo (60 minutos).

Fofana (63), Reguila (79) e Bruno Severino (83) foram os autores das principais jogadas de ataque até ao final do encontro, mantendo-se a incógnita nas contas da descida e da subida.

Depois de o Feirense ter garantido a subida hoje, o Trofense, para acompanhá-lo, precisa de vencer o Santa Clara em Ponta Delgada e esperar que o Gil Vicente (2.º) perca em Barcelos com o já despromovido o Fátima.

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Jogo no Estádio do CD Trofense, na Trofa.

Trofense – Sporting da Covilhã, 2-1.

Ao intervalo: 1-1.

Marcadores:

1-0, Licá, 02 minutos.

1-1, Amessan, 45.

2-1, Pedro Ribeiro, 47 (g.p.).

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Equipas:

– Trofense: Marco, Gegé, Pedro Ribeiro, Varela, Igor, Moreilândia, Tiago, Nildo, Serginho (Filipe Gonçalves, 59), Chico (Reguila, 55) e Licá (Ricardo Nunes, 75).

(Suplentes: Alex Alves, Caicó, Filipe Gonçalves, Reguila, Bahin, Santos e Ricardo Nunes).

– Sporting da Covilhã: Serginho, Ivo Pinto, Wagnão, Abdoulaye, Jason (Bruno Severino, 73), Dani (Milton, 64), Flávio (Samson, 88), Fofana, Amessan, Vouho e Rincón.

(Suplentes: Igor Araújo, Vasco Varão, Samson, Milton, Hélder Rodrigues, Bruno Severino e Lupede).

Árbitro: Pedro Proença (Lisboa).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Dani (20), Flávio (28), Abdoulaye (28 e 60), Serginho (37), Jason (46), Fofana (53), Igor (53), Moreilândia (81) e Wagnão (90). Cartão vermelho, por acumulação de amarelos, para Abdoulaye (60).

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Assistência: Cerca de 5000 espetadores.

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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