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Trofense quer reunião “urgente” com Comissão de Arbitragem da Federação

Trofense quer reunião “urgente” com Comissão de Arbitragem da Federação

 

A direção do Trofense vai solicitar à Comissão de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol uma “reunião de caráter urgente”, anunciou hoje, em comunicado, o penúltimo classificado da II Liga em futebol, que se diz insatisfeito e indignado.

“O clube sente-se na obrigação de dar a conhecer publicamente a insatisfação, a indignação e a preocupação com algumas arbitragens, com o objetivo de defender a honra, o profissionalismo e o esforço dos seus atletas e treinadores”, começa por dizer o comunicado publicado pela direção do Trofense no seu sítio oficial na Internet.

Em causa, entre outros casos, está a arbitragem do último encontro para a II Liga – o Trofense perdeu por 2-0 em casa do Portimonense em jogo a contar para a 29.ª jornada – da responsabilidade do juiz aveirense Jorge Tavares, que o clube diz ter “afetado objetivamente a verdade desportiva”.

O Trofense defende que Jorge Tavares expulsou por acumulação de amarelos o defesa Márcio, decorridos 15 minutos de jogo, “por um equívoco na amostragem do primeiro cartão amarelo”, e reclama ainda a não marcação de duas grandes penalidades a favor do emblema nortenho.

Com base numa exposição que inclui este e outros jogos, a direção do Trofense, liderada por Paulo Melro, decidiu, e conforme vinca o documento, solicitar uma reunião “urgente” à Comissão de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol.

“Não é uma prática comum do clube desculpar-se com arbitragens, condicionar o trabalho das equipas de arbitragem ou exercer pressões. Ao longo da época em curso, aconteceu um ciclo de 14 jogos sem vencer e nunca nenhum responsável do clube se insurgiu contra os árbitros ou contra as arbitragens”, ressalva o comunicado.

A direção trofense contabiliza ainda a amostragem de 24 cartões amarelos, de quatro cartões vermelhos por acumulação e de dois cartões vermelhos diretos aos seus jogadores nos últimos oito jogos.

“O clube rege-se por disciplina, incute a prática de condutas desportivas e tem gerido os vários de erros de arbitragem com bastante ‘fair-play’. Exemplo disso é a ausência de processos de indisciplina e de expulsões por injúrias às equipas de arbitragem, bem como, a aceitação que em Penafiel [empate por 1-1 à 27.ª jornada] o árbitro Bruno Paixão tivesse admoestado com rigor cartões amarelos a cinco dos seis jogadores que estavam em risco para o jogo seguinte com o Leixões [derrota caseira por 3-0 à 28.ª jornada]”, continua o documento.

Atualmente o Trofense segue em 21.º e penúltimo lugar com 26 pontos, apenas mais dois do que o último classificado da II Liga, o Atlético, e menos três do que o antepenúltimo classificado, a Oliveirense.

Na próxima jornada, a 30.ª, domingo pelas 15 horas, o Trofense recebe o Desportivo das Aves, que é sétimo classificado com 46 pontos.

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