O Trofense perdeu, este sábado, frente ao Porto por 1-0, em jogo referente à terceira eliminatória da Taça de Portugal, que se disputou no Estádio do Dragão. O golo de Silvestre Varela (25’) permite aos Dragões seguirem em frente na prova, onde já estão, por exemplo, Benfica, Vitória de Guimarães e SC Braga.

 
O clube azul e branco começou a sua caminhada na Taça de Portugal, prova em que André Villas-Boas foi o último treinador a conquistar para o FC Porto em 2011

Para este desafio, o treinador Paulo Fonseca mudou praticamente quase todo o seu “onze” habitual, com destaque para a inclusão do mexicano Vítor Garcia como lateral esquerdo, substituindo Alex Sandro. Danilo e Reyes foram os dois centrais e Danilo jogou do lado direito. Na baliza o responsável foi Fabiano. O meio campo foi composto pelo “habitual” Fernando, ao lado de Carlos Eduardo e Quintero.

Depois de ter jogado apenas dois minutos nos jogos oficiais do FC Porto, Ghilas mereceu (finalmente) a confiança do treinador Paulo Fonseca no ataque azul e branco e jogou os 90 minutos, tendo a companhia de Varela e Ricardo.

Os minutos iniciais do desafio no Dragão mostraram-nos um FC Porto pressionante, com Ghilas, aos 17 minutos, a ter a oportunidade de inaugurar o marcador. Mas o golo portista chegou mais tarde e pelos pés de Silvestre Varela, que mostrou aos mais “novos” como se faz à entrada da grande área. O avançado internacional português rematou rasteiro e cruzado, fora do alcance de Conrado, marcando o primeiro para o FC Porto.

Até ao intervalo não houve mais golos, mas ficou patente quem dominava o desafio da terceira eliminatória da Taça de Portugal. Os Dragões apresentavam uma posse de bola de 72 por cento.

À entrada para a etapa complementar, Alex Sandro entrou para o lugar de Danilo mas foi, aos 60 minutos, que se ouviu por parte dos adeptos portistas o maior aplauso por uma substituição: Varela saiu para a entrada de Kelvin.

A equipa da casa continuava a mandar no jogo, perante um Trofense completamente inofensivo que, mesmo em desvantagem – e consequente eliminação -, limitava-se a defender e a mostrar pouca garra em querer medir forças com os portistas. Contudo, mesmo com a impassividade do emblema da Trofa, o FC Porto não conseguiu aumentar a vantagem até ao final do jogo, saindo desta eliminatória da Taça de Portugal com uma vitória magra.

Fonte : Lusa