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Sete praias da Póvoa de Varzim interditadas a banhos

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Sete praias da frente urbana da Póvoa de Varzim, no distrito do Porto, estão interditadas a banhos, devido a valores microbiológicos acima dos parâmetros de referência, anunciou o Autoridade Marítima Nacional (AMN).

Em causa estão as praias da Salgueira, Azul, Verde, dos Beijinhos, Lada, Lagoa-II e do Hotel, na parte urbana norte da Póvoa de Varzim, que se manterão interditas a banhos até nova avaliação Agência Portuguesa do Ambiente, que vai continuar a monitorizar a situação.

Caso as novas análises mostrem que os valores microbiológicos regressaram aos parâmetros normais, a interdição será levantada.

A ação está a ser articulada entre a Capitania do Porto e o Comando Local da Polícia Marítima da Póvoa de Varzim, a Autoridade de Saúde Regional, a Agência Portuguesa do Ambiente e a câmara municipal.

A agência Lusa tentou, sem sucesso, obter uma reação do município.

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Edição 765

Memórias e Histórias da Trofa: A sina trofense: a dificuldade de concretizar investimentos públicos

No Diário do Governo, era já notícia, em 1879, de que o processo de construção desta ferrovia era complexo e sofria duros revezes, sendo inaugurado apenas o primeiro troço em 1883, que ligava Trofa a Vizela.

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Os anos e gerações vão passando e costuma-se dizer que a identidade vai sendo construída com o passar dos anos. O referido processo de construção de identidades não é simples, nem instantâneo, mas o continuar de práticas transversais a gerações.
A região do Vale do Ave era cada vez mais industrializada, ninguém o podia negar e necessitava urgentemente de ver criada as acessibilidades para se abrir ao progresso. Numa fase em que o transporte rodoviário era uma miragem, restava obviamente apostar na rede ferroviária.
A Linha de Guimarães era um investimento prioritário, mas nem isso impediu que ficasse afastado dos tradicionais problemas de concretização que tanto nos caracteriza.
No Diário do Governo, era já notícia, em 1879, de que o processo de construção desta ferrovia era complexo e sofria duros revezes, sendo inaugurado apenas o primeiro troço em 1883, que ligava Trofa a Vizela.
Assistimos a, pelo menos, quatros anos de atrasos e constrangimentos, sendo que a construção da linha já tinha sido decretada em 1872, ou seja, 11 anos antes da inauguração do seu primeiro troço.
A empresa “Minho District Ralway Company Limitada” tinha recebido a concessão nesse ano de 1872, tendo sido previamente entregue por Simão Gattai, que tinha repassado essa concessão. A referida companhia apenas tinha construído seis quilómetros do caminho de ferro entre Bougado e Santo Tirso, pedindo ao tribunal comercial da cidade do Porto que fosse prolongado o prazo a seu pedido, até porque tinha terminado em 26 de março de 1879 a licença de construção. Na verdade, a companhia iria abrir falência e a situação tornar-se-ia ainda mais complexa, com a enorme carga burocrática a ser colocada em prática.
Seria apresentado um requerimento pelo Visconde da Ermida para que fosse constituída uma nova companhia para adquirir o caminho de ferro que tinha sido construído como aquele que faltava construir. António Ferreira da Silva tem aqui um rasgo de génio, percebendo que poderia continuar com um investimento que já tinha sido previamente construído e que era fundamental para o desenvolvimento do Vale do Ave e que teria uma grande aceitação, não só pela população, como também pelo tecido industrial.
O Vale do Ave era uma região que precisava, obviamente, destas infraestruturas, uma vez que era, cada vez mais, uma região apetecível pelos capitalistas para desenvolverem e fazerem surgir novos negócios.
Iria receber em 6 de maio de 1879 a autorização para ficar com a construção e exploração daquele caminho de ferro, que iria ligar Santo Tirso e Vizela para Guimarães.
A linha teria de ser em via larga, algo que não se iria concretizar, obrigatoriamente seria construído um telégrafo elétrico com vários correspondentes nas estações ao lado daquela linha, sendo de linha única, algo que se confirmaria no futuro. Um apontamento fundamental para a preocupação com o transporte de mercadorias, porque o concessionário deveria estabelecer para o serviço das localidades atravessadas pela linha férrea portos secos, destinados ao estacionamento de cargas e descargas das mercadorias.
Um projeto que em 1872 já tinha sido concessionado por uma pessoa a uma companhia que esteve a gerir esse mesmo processo durante sete anos e que apenas tinha construído uns míseros quilómetros a ligar a Trofa a Santo Tirso.
No ano de 1879, iria ser decretada a falência da companhia e entregue a concessão a outra figura com a expectativa de que ele continuasse a obra, sendo que o projeto acabaria por ser terminado de forma diferente do pretendido.
Assistimos a vários revezes que apenas iriam quatro anos depois, em 1883, culminar com a inauguração do caminho de ferro até Vizela, sendo que apenas iria chegar a Guimarães meses depois, já em 1884.
A construção seria concluída e respetivamente inaugurada 12 anos depois do que tinha sido projetada por lei, não deixando ser mais um exemplo da triste sina da Trofa que esperou mais de uma década pela conclusão de uma obra prioritária para o seu desenvolvimento.

foto: DR (arquivo)

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Team Lantemil vence no Galo’s Coura MTB Challenge

A secção de ciclismo da Team Lantemil conquistou um dos pódios da 1.ª edição do Galo’s Coura MTB Challenge, uma prova de BTT, com navegação GPS, que ligou Barcelos a Paredes de Coura, com passagem pela vila de Ponte de Lima e final novamente em Barcelos.

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A secção de ciclismo da Team Lantemil conquistou um dos pódios da 1.ª edição do Galo’s Coura MTB Challenge, uma prova de BTT, com navegação GPS, que ligou Barcelos a Paredes de Coura, com passagem pela vila de Ponte de Lima e final novamente em Barcelos.

Participando na vertente de tripla, os atletas da Team Lantemil percorreram cerca de 140 quilómetros com desnível positivo de mais de 3500m. Ricardo Cerqueira, Nuno Maia e Daniel Oliveira participaram em estafeta e conseguiram ser a tripla mais rápida a cruzar a linha da meta.

“Esta vitória é muito importante para a equipa e patrocinadores. Agora, apontamos baterias já para o próximo fim de semana, para o regional do Minho de XCM de maratonas.

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