O vice-almirante Gouveia e Melo, responsável da “task-force”, revelou em entrevista à agência Lusa, que a segunda fase da vacinação terá início em abril, e contará com a centros de vacinação rápida ou massiva, com as farmácias a ficarem reservadas para quando existir limitações no sistema de administração de vacinas e também com auto agendamento.

O responsável pela vacinação no nosso país, adiantou ainda que será criada uma página na internet ao revelar que no mês de abril existirá uma “necessidade de começar a meter esses postos de vacinação rápida em execução. É um desafio, mas é um desafio que julgo que vamos superar todos. As autarquias, o Ministério da Saúde …. está a ser tudo organizado para que nesse momento as coisas aconteçam da melhor forma e o mais célebre possível.

Gouveia e Melo, afirma ainda que existe um processo de diálogo entre autarquias, Administrações Regionais de Saúde (ARS) e Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES), mas que esteve “em pausa” para evitar “falsas expectativas” face à escassez de vacinas disponíveis na primeira fase de vacinação.

Portugal tem uma média de cerca de 23 mil inoculações diárias, com o processo a acentuar-se na comunicação com os cidadãos por SMS, nos quais se registam uma taxa de sucesso de marcações entre os 50 e 54 por cento. Os outros utentes são alcançados por via de marcações diretas pelos centros de saúde que conta com apoio das autarquias, como indicou Gouveia e Melo que aproveitou para anunciar o lançamento de uma nova plataforma eletrónica.