quant
Fique ligado

Covid-19

Portugal com 40.134 infeções, 22 mortes e aumento nos internamentos na últimas 24 horas

Portugal registou 40.134 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2, mais 22 mortes associadas à covid-19 e um aumento nos internamentos em enfermaria, segundo dados da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Publicado

em

Portugal registou 40.134 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2, mais 22 mortes associadas à covid-19 e um aumento nos internamentos em enfermaria, segundo dados da Direção-Geral da Saúde (DGS).

O número de infeções diárias está hoje, pelo segundo dia consecutivo, acima dos 40.000 casos, depois de na quarta-feira ter atingido 40.945, o máximo desde o início da pandemia.

Segundo o relatório diário da situação epidemiológica divulgado pela DGS, estão agora 1.699 doentes internados em enfermaria, mais 64 do que na quarta-feira, e 162 em Unidades de Cuidados Intensivos, menos cinco nas últimas 24 horas.

Os casos ativos voltaram a aumentar nas últimas 24 horas, totalizando 286.965, mais 10.071 do que na quarta-feira, e recuperaram da doença 30.041 pessoas, o que aumenta o total nacional de recuperados para 1.468.309.

Das 22 mortes, 12 ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo, seis no Norte, três na região Centro e uma nos Açores.

Continuar a ler...

Covid-19

Legislativas: Membros das mesas de voto e funcionários das juntas vacinados no sábado

Publicado

em

Por

Os membros das cerca de 16.400 mesas de voto para as eleições legislativas e os funcionários das juntas de freguesia serão vacinados com a dose de reforço contra a covid-19 no sábado, anunciou hoje o Governo.

“Nesse dia, a vacinação será dedicada a este universo, que será convocado por SMS, através de agendamento central”, adianta um comunicado conjunto dos ministérios da Saúde e da Administração Interna.

Para as pessoas elegíveis que não recebam a mensagem, haverá senhas digitais, mediante a apresentação de um documento comprovativo das funções em causa.

“Neste momento, a Administração Eleitoral está a recolher informações junto das câmaras municipais e juntas de freguesias relativas à identificação dos membros das mesas de voto e funcionários das juntas que prestam apoio ao ato eleitoral, que pretendam receber o reforço da vacina contra a covid-19”, referem os ministérios na nota enviada à comunicação social.

Adiantam que esta operação é “uma decisão do Governo, que está a ser operacionalizada pelo Núcleo de Coordenação de Apoio ao Ministério da Saúde, com o apoio da Administração Eleitoral”.

Segundo dados do Governo, está previsto um total de 16.427 mesas de voto para estas eleições legislativas, das quais 2.606 no dia do voto antecipado em mobilidade.

As eleições legislativas decorrem em 30 de janeiro, mas os cidadãos recenseados podem votar antecipadamente, no dia 23 de janeiro, numa mesa de voto em mobilidade escolhida por si, desde que o requeiram, o que pode ser feito através do portal www.votoantecipado.mai.gov.pt, entre 16 e 20 de janeiro.

Publicidade

Já as pessoas em confinamento ou isolamento devido à pandemia de covid-19 e outros impedidos de se deslocar à assembleia de voto no dia da eleição, como utentes de lares ou presos, podem pedir (entre 20 e 23 de janeiro), a recolha do respetivo voto na morada onde se encontram a cumprir confinamento, o que ocorrerá em 25 e 26 de janeiro.

Caso o confinamento seja decretado posteriormente ao período de inscrição definido para o voto em confinamento, não foi ainda definida uma solução para que se exercer o voto.

Na segunda-feira, a ministra da Administração Interna, Francisca van Dunem, reuniu-se com os partidos com assento parlamentar sobre este tema.

Questionada, no final, sobre a possibilidade de o executivo recomendar que as pessoas confinadas votem num horário específico, a ministra respondeu apenas que o Governo aguarda o parecer da Procuradoria-Geral da República, mas mantém “inteira abertura a todas as soluções” que permitam que o maior número de pessoas consiga votar, “dentro do quadro legal vigente”, que disse já não poder ser alterado.

A Lei Eleitoral para a Assembleia da República – que foi recentemente revista, em vários pontos, mas não neste – estabelece que as assembleias de voto se reúnem a partir das 08:00 em todo o território nacional e que a admissão de eleitores se faz até às 19:00 e depois desta hora apenas podem votar os eleitores presentes.

O Governo prevê que nas eleições legislativas de janeiro haja um número de cidadãos confinados semelhante ao das últimas presidenciais, cerca de 380 mil.

Foto: arquivo

Publicidade
Continuar a ler...

Covid-19

Escolas fazem acordos com farmácias para testar alunos

A informação sobre o acordo deverá chegar na segunda-feira aos associados da ANDAEP e caberá a cada escola definir a forma como pretende fazer a campanha de despistagem aos seus alunos.

Publicado

em

Por

As escolas vão fazer acordos com as farmácias locais para realizar testes de despistagem à covid-19 aos seus alunos, revelou hoje o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).

“Vamos celebrar um protocolo com a Associação Nacional das Farmácias (ANF), que vai permitir que os nossos alunos possam ser todos testados a custo zero para as famílias e para as escolas”, revelou à Lusa o presidente da ANDAEP, Filinto Lima, no final da reunião ‘online’ que se realizou hoje de manhã entre as duas entidades.

A informação sobre o acordo deverá chegar na segunda-feira aos associados da ANDAEP e caberá a cada escola definir a forma como pretende fazer a campanha de despistagem aos seus alunos.

“Podem fazer os testes nas farmácias ou nas escolas”, explicou Filinto Lima, lembrando que atualmente todas as pessoas têm direito a quatro testes gratuitos mensais e “há que rentabilizar essa oportunidade”.

O acordo surgiu como forma de “contornar a previsível ausência de testes aos nossos alunos”, acrescentou Filinto Lima, referindo-se à campanha de testagem à comunidade escolar que começou esta semana mas deixou os alunos de fora.

Na segunda-feira, dia em que recomeçaram as aulas depois das férias de Natal, professores e pessoal não docente começaram a ser testados nas escolas de todo o país. Por decisão da Direção-Geral da Saúde, a campanha de vacinação abrange apenas os cerca de 220 mil docentes e não docentes.

No arranque do ano letivo, em setembro, um parecer da DGS estabeleceu que seriam rastreados professores, pessoal não operacional e alunos do 3.º ciclo e secundário.

Publicidade

Os primeiros a realizar os testes foram o pessoal docente e não docente de todos os anos de escolaridade (do Pré-Escolar ao 12.º ano), e mais tarde os alunos do 3.º ciclo do ensino básico e os do ensino secundário, tal como tinha acontecido também no ano letivo anterior.

“Percebe-se que no arranque do 2.º período estão a ser testados professores e funcionários, mas não há nenhuma indicação de que os alunos possam ser testados”, disse Filinto Lima.

A Lusa questionou a Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a razão de a campanha abranger apenas professores e restantes funcionários e se estava em cima da mesa a hipótese de, em breve, começar a testagem de alunos, mas não obteve qualquer resposta.

Segundo Filinto Lima, professores e funcionários estão a aderir à campanha de testagem iniciada na segunda-feira, mesmo os que já receberam a dose de reforço da vacina.

“O grosso dos professores e funcionários já foi vacinado com a dose de reforço e mesmo assim está a recorrer à testagem. Na minha escola, por exemplo, tive uma forte adesão porque a testagem dá mais segurança”, disse o também diretor do Agrupamento de Escolas Dr. Costa Matos, em Vila Nova de Gaia.

“A vacina não é obrigatória, assim como os testes não são obrigatórios. Neste momento, as escolas têm alunos, professores e funcionários que estão vacinados e outros não. Tal como uns foram testados e outros não”.

Na segunda-feira, quando recomeçaram as aulas depois de uma semana de paragem devido á situação pandémica, também o ministro da Educação lembrou que as farmácias dispõem de quatro testes gratuitos por mês.

Publicidade

“Dessa articulação podem também os pais, as escolas e as autarquias fazerem parcerias com as farmácias, para aumentarem a testagem.”, afirmou Tiago Brandão Rodrigues durante a visita a uma escola.

As escolas vão fazer acordos com as farmácias locais para realizar testes de despistagem à covid-19 aos seus alunos, revelou hoje o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).

“Vamos celebrar um protocolo com a Associação Nacional das Farmácias (ANF), que vai permitir que os nossos alunos possam ser todos testados a custo zero para as famílias e para as escolas”, revelou à Lusa o presidente da ANDAEP, Filinto Lima, no final da reunião ‘online’ que se realizou hoje de manhã entre as duas entidades.

A informação sobre o acordo deverá chegar na segunda-feira aos associados da ANDAEP e caberá a cada escola definir a forma como pretende fazer a campanha de despistagem aos seus alunos.

“Podem fazer os testes nas farmácias ou nas escolas”, explicou Filinto Lima, lembrando que atualmente todas as pessoas têm direito a quatro testes gratuitos mensais e “há que rentabilizar essa oportunidade”.

O acordo surgiu como forma de “contornar a previsível ausência de testes aos nossos alunos”, acrescentou Filinto Lima, referindo-se à campanha de testagem à comunidade escolar que começou esta semana mas deixou os alunos de fora.

Na segunda-feira, dia em que recomeçaram as aulas depois das férias de Natal, professores e pessoal não docente começaram a ser testados nas escolas de todo o país. Por decisão da Direção-Geral da Saúde, a campanha de vacinação abrange apenas os cerca de 220 mil docentes e não docentes.

Publicidade

No arranque do ano letivo, em setembro, um parecer da DGS estabeleceu que seriam rastreados professores, pessoal não operacional e alunos do 3.º ciclo e secundário.

Os primeiros a realizar os testes foram o pessoal docente e não docente de todos os anos de escolaridade (do Pré-Escolar ao 12.º ano), e mais tarde os alunos do 3.º ciclo do ensino básico e os do ensino secundário, tal como tinha acontecido também no ano letivo anterior.

“Percebe-se que no arranque do 2.º período estão a ser testados professores e funcionários, mas não há nenhuma indicação de que os alunos possam ser testados”, disse Filinto Lima.

A Lusa questionou a Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a razão de a campanha abranger apenas professores e restantes funcionários e se estava em cima da mesa a hipótese de, em breve, começar a testagem de alunos, mas não obteve qualquer resposta.

Segundo Filinto Lima, professores e funcionários estão a aderir à campanha de testagem iniciada na segunda-feira, mesmo os que já receberam a dose de reforço da vacina.

“O grosso dos professores e funcionários já foi vacinado com a dose de reforço e mesmo assim está a recorrer à testagem. Na minha escola, por exemplo, tive uma forte adesão porque a testagem dá mais segurança”, disse o também diretor do Agrupamento de Escolas Dr. Costa Matos, em Vila Nova de Gaia.

“A vacina não é obrigatória, assim como os testes não são obrigatórios. Neste momento, as escolas têm alunos, professores e funcionários que estão vacinados e outros não. Tal como uns foram testados e outros não”.

Publicidade

Na segunda-feira, quando recomeçaram as aulas depois de uma semana de paragem devido á situação pandémica, também o ministro da Educação lembrou que as farmácias dispõem de quatro testes gratuitos por mês.

“Dessa articulação podem também os pais, as escolas e as autarquias fazerem parcerias com as farmácias, para aumentarem a testagem.”, afirmou Tiago Brandão Rodrigues durante a visita a uma escola.

Continuar a ler...

Edição Papel

Comer sem sair de casa?

Facebook

Farmácia de serviço

 

arquivo

Neste dia foi notícia...

Ver mais...

Covid-19

Pode ler também