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Portugal com 20.212 infeções, 20 mortes e mais internamentos nas últimas 24 horas

Portugal registou 20.212 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2, mais 20 mortes associadas à covid-19 e mais 139 internamentos em enfermaria e 11 em cuidados intensivos nas últimas 24 horas, segundo dados da Direção-Geral da Saúde (DGS).

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Portugal registou 20.212 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2, mais 20 mortes associadas à covid-19 e mais 139 internamentos em enfermaria e 11 em cuidados intensivos nas últimas 24 horas, segundo dados da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o relatório da situação epidemiológica da DGS, estão agora 1.588 doentes internados em enfermaria e 161 em Unidades de Cuidados Intensivos.

Os casos ativos voltaram a aumentar nas últimas 24 horas, totalizando 279.652, mais 5.691 do que no domingo, e recuperaram da doença 14.501 pessoas, o que aumenta o total nacional de recuperados para 1.361.273.

Das 20 mortes, 10 ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo, cinco na região Centro, duas no Alentejo, uma na região Norte, outra no Algarve, e uma na Madeira.

Comparativamente com a situação registada em Portugal no mesmo dia há um ano, em que foram contabilizadas 7.502 novas infeções, o país tem hoje mais 12.710 novos casos.

Apesar do número de internamentos ter aumentado hoje, o número continua a ser significativamente inferior ao observado há um anos, em que estavam internadas 3.770 pessoas em enfermaria e 558 em cuidados intensivos, bem como o número de mortes que no mesmo dia de 2021, o boletim da DGS contabilizava 102 mortes.

Lisboa e Vale do Tejo continua a ser a região com mais novos casos diagnosticados nas últimas 24 horas, 8.349, seguindo-se o Norte (7.744), o Centro (1.614), a Madeira (1.185), o Algarve (652), o Alentejo (452) e os Açores (216).

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Em relação ao dia anterior, as autoridades de saúde têm mais 3.300 contactos em vigilância, totalizando 227.973 pessoas.

Segundo os dados da DGS, 12 das 20 vítimas mortais tinham mais de 80 anos, sete estavam na faixa etária dos 70 aos 79 anos, uma tinha entre os 50 e os 59 anos.

O maior número de óbitos desde o início da pandemia concentra-se nos idosos com mais de 80 anos (12.382), seguindo-se as faixas etárias entre os 70 e os 79 anos (4.137) e entre os 60 e os 69 anos (1.754).

O maior número de novos casos diagnosticados situa-se no grupo etário entre os 40 e os 49 anos (3.846), seguido dos 50 e 59 anos (3.646), entre os 30 e 39 anos (3.434), entre os 20 e 29 anos (3.410), entre os 10 e 19 anos (2.383), entre os 0 e os 09 anos (1.661), entre os 60 e 69 anos (1.411),entre os 70 e 79 anos (654) e dos idosos com mais de 80 anos (396).

Desde o início da pandemia, em março de 2020, a região de Lisboa e Vale do Tejo registou 660.167 casos e 8.056 mortes.

Na região Norte registaram-se 602.742 infeções e 5.813 óbitos e a região Centro tem agora um total acumulado de 225.805 infeções e 3.386 mortes.

O Algarve totaliza 66.556 contágios e 597 óbitos e o Alentejo soma 56.546 casos e 1.096 mortos por covid-19.

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A Região Autónoma da Madeira soma desde o início da pandemia 33.154 infeções e 131 mortes e o arquipélago dos Açores 15.088 casos e 54 óbitos.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 19.133 pessoas, 10.063 eram homens e 9.070 mulheres.

Já foram contabilizados 1.660.058 casos de infeção, dos quais 778.706 homens e 879.575 mulheres, havendo 1.777 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

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Covid-19

Campanha de vacinação de outono contra a covid-19 pode já incluir vacinas adaptadas

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A campanha de vacinação de outono contra a covid-19 e a gripe poderá já incluir as vacinas adaptadas à variante Ómicron do SARS-CoV-2, caso os ensaios clínicos o permitam, disse hoje em Penafiel a ministra da Saúde, Marta Temido.

“Se essas vacinas adaptadas estiverem disponíveis para a campanha de outono, faremos a campanha de outono, em função, naturalmente, de uma validação técnica e clinica”, disse hoje aos jornalistas Marta Temido em Penafiel, no distrito do Porto.

Frisando não querer “nem condicionar nem estar aqui a precipitar” as análises necessárias, a ministra vincou que caso seja possível a campanha de outono será feita “com base nessas vacinas”.

“Resta saber quais são os resultados dos ensaios clínicos com essas vacinas, porque essas vacinas adaptadas apenas agora em junho iriam entrar em ensaios clínicos, e portanto nós precisamos de perceber os resultados desses ensaios para, no fundo, perceber a sua eventual vantagem”, sustentou.

A ministra referiu que Portugal está envolvido no processo de compra das vacinas adaptadas, que a Agência Europeia dos Medicamentos (EMA) anunciou na quinta-feira poderem ser aprovadas em setembro.

Marta Temido, que falava no Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Vale do Sousa Sul após a assinatura de autos de transferência no âmbito do processo de descentralização de competências para as autarquias, acrescentou que já foram adquiridos “mais de 15 milhões de euros de vacinas para a gripe para a próxima época gripal, portanto outono/inverno de 2022/23”.

“O plano neste momento é a administração mais combinada possível das atuais vacinas [covid-19] e das vacinas para a gripe”, ressalvou, com o objetivo de proteger primeiro os mais vulneráveis, mas admitiu que se houver alterações serão precisos ajustamentos. “Os planos também são feitos com essa latitude”.

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Marta Temido disse ainda que o núcleo de vacinação irá apresentar o plano ainda esta semana.

Quanto ao processo de vacinação da quarta dose para os idosos, e depois de terem sido atingidos, no sábado, 200 mil vacinados, o objetivo “é ter este grupo vacinado o mais depressa possível, e garantidamente neste mês”.

“Já o sabemos dos anteriores processos de vacinação que esta população é mais difícil de vacinar, pelas questões associadas à mobilidade, à necessidade de apoio, muitas vezes da família ou dos municípios, para se deslocarem, portanto é um processo que é difícil”, sustentou.

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Covid-19

Média diária aumenta para 22.805 casos de infeções com covid-19

A média de infeções aumentou de 14.400 para 22.805 casos diários em Portugal e o Norte regista um índice de transmissibilidade (Rt) do coranavírus de 1,30, o mais alto de todas as regiões

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A média de infeções aumentou de 14.400 para 22.805 casos diários em Portugal e o Norte regista um índice de transmissibilidade (Rt) do coranavírus de 1,30, o mais alto de todas as regiões, indica hoje o INSA.

Segundo o relatório semanal do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) sobre a evolução da covid-19 no país, o Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus — atingiu os 1,23 a nível nacional e 1,24 em Portugal continental no período entre 09 e 13 de maio.

Os dados hoje divulgados avançam ainda que o número médio de casos diários de infeção a cinco dias passou dos 14.400 para os 22.805 em Portugal, sendo ligeiramente mais baixo (21.980) no continente.

Por regiões, a Madeira é a única que apresenta um Rt abaixo do limiar de 1, apesar de ter registado um aumento de 0,86 para 0,99.

Este indicador é mais alto no Norte, que passou de 1,17 para 1,30, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 1,23, o Centro com 1,17, o Algarve com 1,15, os Açores com 1,14 e o Alentejo com 1,13.

“Todas as regiões, à exceção da região autónoma da Madeira, apresentam a média do índice de transmissibilidade (cinco dias) superior a 1, o que indica uma tendência crescente” de novas infeções, alerta o INSA.

De acordo com o documento, todas as regiões registam também uma taxa de incidência bastante superior a 960 casos por 100 mil habitantes em 14 dias, sendo a mais elevada nos Açores (2.933,1), seguindo-se o Centro (2.797,2), o Alentejo (2.678,5), o Norte (2.505,9), Lisboa e Vale do Tejo (1.888), o Algarve (1.842,1) e a Madeira (962,1).

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O INSA estima que, desde o início da pandemia e até 13 de maio, Portugal tenha registado 4.118.509 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 que provoca a covid-19.

C/Lusa

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