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Covid-19

Portugal com 1.483 novos casos, 15 mortes e aumento de internados

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Portugal regista hoje 1.483 novos casos confirmados de infeção com o coronavírus SARS-CoV-2, 15 mortes associadas à covid-19 e um aumento dos doentes internados, indicam os dados oficiais.

De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgado hoje, estão agora internadas 465 pessoas, mais 41 do que no sábado, das quais 75 em unidades de cuidados intensivos, mais seis nas últimas 24 horas.

As 15 mortes registaram-se no Norte (quatro), no Centro (sete), em Lisboa e Vale do Tejo (duas) e no Algarve (duas).

Segundo a DGS, as vítimas mortais são das faixas etárias entre os 60 e os 69 anos, os 70 e 79 anos e das pessoas com 80 ou mais anos.

Desde março de 2020, morreram 18.257 pessoas e foram contabilizados 1.107.488 casos de infeção.

O maior número de óbitos continua a concentrar-se entre os idosos com mais de 80 anos (11.913), seguido das faixas etárias entre os 70 e os 79 anos (3.908) e entre os 60 e os 69 anos (1.663).

Do total de vítimas mortais registadas até à data em Portugal, 9.565 eram homens e 8.692 mulheres.

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Os dados divulgados pela DGS mostram também que nas últimas 24 horas aumentaram os casos ativos, mais 1.006, para um total de 37.931, e que 462 pessoas foram dadas como recuperadas da covid-19, o que aumenta o total nacional para 1.051.300 recuperados.

Nas últimas 24 horas, o número de contactos em vigilância pelas autoridades de saúde subiu (mais 387), situando-se agora nos 32.005.

O novo coronavírus já infetou em Portugal pelo menos 513.057 homens e 593.665 mulheres, de acordo com os dados da DGS, segundo os quais há 766 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

Entre as novas infeções destaca-se a faixa etária dos 40 aos 49 anos (mais 225), seguida dos 30 aos 39 anos (218), dos 20 aos 29 anos (200), dos 50 aos 59 anos (196), 0 aos 09 anos (177), dos 10 aos 19 anos (150), dos 60 aos 69 anos (148), dos 70 aos 79 anos (101), e mais de 80 anos (68).

O maior número de infeções nas últimas 24 horas ocorreu na região de Lisboa e Vale do Tejo, onde foram notificadas 498, contabilizando-se até agora nesta área geográfica 427.177 casos e 7.764 mortos.

A região Norte registou 388 novas infeções por SARS-CoV-2, totalizando 420.372 casos de infeção e 5.620 óbitos desde o início da crise pandémica.

Na região Centro registaram-se mais 329 casos, perfazendo 151.007 infeções e 3.205 mortos.

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No Alentejo foram assinalados 46 novos casos de infeção, totalizando 40.769 contágios e 1.056 mortos desde o início da pandemia.

Na região do Algarve, o boletim de hoje da DGS contabiliza 145 novos casos, acumulando-se 45.262 contágios pelo SARS-CoV-2 e 489 óbitos.

A região Autónoma da Madeira contabilizou 62 novos casos, somando 13.339 infeções e 76 mortes devido à doença covid-19 desde março de 2020.

Nas últimas 24 horas, e segundo a DGS, os Açores registaram 15 novos casos, o que eleva para 9.622 contágios desde o início da pandemia e 47 mortes devido à doença.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

A covid-19 provocou pelo menos 5.094.101 mortes em todo o mundo, entre 252.864.960 infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

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Covid-19

Campanha de vacinação de outono contra a covid-19 pode já incluir vacinas adaptadas

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A campanha de vacinação de outono contra a covid-19 e a gripe poderá já incluir as vacinas adaptadas à variante Ómicron do SARS-CoV-2, caso os ensaios clínicos o permitam, disse hoje em Penafiel a ministra da Saúde, Marta Temido.

“Se essas vacinas adaptadas estiverem disponíveis para a campanha de outono, faremos a campanha de outono, em função, naturalmente, de uma validação técnica e clinica”, disse hoje aos jornalistas Marta Temido em Penafiel, no distrito do Porto.

Frisando não querer “nem condicionar nem estar aqui a precipitar” as análises necessárias, a ministra vincou que caso seja possível a campanha de outono será feita “com base nessas vacinas”.

“Resta saber quais são os resultados dos ensaios clínicos com essas vacinas, porque essas vacinas adaptadas apenas agora em junho iriam entrar em ensaios clínicos, e portanto nós precisamos de perceber os resultados desses ensaios para, no fundo, perceber a sua eventual vantagem”, sustentou.

A ministra referiu que Portugal está envolvido no processo de compra das vacinas adaptadas, que a Agência Europeia dos Medicamentos (EMA) anunciou na quinta-feira poderem ser aprovadas em setembro.

Marta Temido, que falava no Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Vale do Sousa Sul após a assinatura de autos de transferência no âmbito do processo de descentralização de competências para as autarquias, acrescentou que já foram adquiridos “mais de 15 milhões de euros de vacinas para a gripe para a próxima época gripal, portanto outono/inverno de 2022/23”.

“O plano neste momento é a administração mais combinada possível das atuais vacinas [covid-19] e das vacinas para a gripe”, ressalvou, com o objetivo de proteger primeiro os mais vulneráveis, mas admitiu que se houver alterações serão precisos ajustamentos. “Os planos também são feitos com essa latitude”.

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Marta Temido disse ainda que o núcleo de vacinação irá apresentar o plano ainda esta semana.

Quanto ao processo de vacinação da quarta dose para os idosos, e depois de terem sido atingidos, no sábado, 200 mil vacinados, o objetivo “é ter este grupo vacinado o mais depressa possível, e garantidamente neste mês”.

“Já o sabemos dos anteriores processos de vacinação que esta população é mais difícil de vacinar, pelas questões associadas à mobilidade, à necessidade de apoio, muitas vezes da família ou dos municípios, para se deslocarem, portanto é um processo que é difícil”, sustentou.

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Covid-19

Média diária aumenta para 22.805 casos de infeções com covid-19

A média de infeções aumentou de 14.400 para 22.805 casos diários em Portugal e o Norte regista um índice de transmissibilidade (Rt) do coranavírus de 1,30, o mais alto de todas as regiões

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A média de infeções aumentou de 14.400 para 22.805 casos diários em Portugal e o Norte regista um índice de transmissibilidade (Rt) do coranavírus de 1,30, o mais alto de todas as regiões, indica hoje o INSA.

Segundo o relatório semanal do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) sobre a evolução da covid-19 no país, o Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus — atingiu os 1,23 a nível nacional e 1,24 em Portugal continental no período entre 09 e 13 de maio.

Os dados hoje divulgados avançam ainda que o número médio de casos diários de infeção a cinco dias passou dos 14.400 para os 22.805 em Portugal, sendo ligeiramente mais baixo (21.980) no continente.

Por regiões, a Madeira é a única que apresenta um Rt abaixo do limiar de 1, apesar de ter registado um aumento de 0,86 para 0,99.

Este indicador é mais alto no Norte, que passou de 1,17 para 1,30, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 1,23, o Centro com 1,17, o Algarve com 1,15, os Açores com 1,14 e o Alentejo com 1,13.

“Todas as regiões, à exceção da região autónoma da Madeira, apresentam a média do índice de transmissibilidade (cinco dias) superior a 1, o que indica uma tendência crescente” de novas infeções, alerta o INSA.

De acordo com o documento, todas as regiões registam também uma taxa de incidência bastante superior a 960 casos por 100 mil habitantes em 14 dias, sendo a mais elevada nos Açores (2.933,1), seguindo-se o Centro (2.797,2), o Alentejo (2.678,5), o Norte (2.505,9), Lisboa e Vale do Tejo (1.888), o Algarve (1.842,1) e a Madeira (962,1).

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O INSA estima que, desde o início da pandemia e até 13 de maio, Portugal tenha registado 4.118.509 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 que provoca a covid-19.

C/Lusa

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