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Edição 643

Póquer está a crescer em Portugal

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Nas últimas décadas o póquer está a crescer em Portugal e na grande região da Trofa. A nação já é uma das três com o maior número de jogadores do mundo e de torneios em casa a salas de póquer online, parece não haver limite para o apreço do português pelo desporto das cartas.

Começo tímido até se tornar fenómeno – No começo dos anos 2000 haviam apenas algumas centenas de apaixonados no país, mas impulsionados por amigos, novos casinos e especialmente pelas facilidades do online — que hoje em dia pode até mesmo contar com transmissões ao vivo — o número de praticantes já ultrapassa facilmente as centenas de milhares e se tornou um verdadeiro fenómeno.

Apesar de não existirem muitas casas especializadas na região da Trofa — as principais zonas de jogo são o Estoril, o Espinho e a Póvoa do Varzim — os residentes se utilizam maioritariamente do póquer pela internet para disputar suas partidas. Actualmente, um dos principais sítio de póquer utilizados pelos jogadores é o da tradicional Pokerstars, que também conta com aplicação.

Portugal é um dos países mais importantes para o póquer europeu – Em uma recente entrevista para O Observador, Eric Hollreiser, principal responsável pela comunicação da empresa, chamou atenção para o fascínio dos portugueses pelo póquer: “O facto de Portugal estar entre as três redes de póquer online com maior tráfego em todo o mundo diz muito sobre o interesse dos jogadores portugueses”.

Hollreiser ainda mencionou na sua entrevista a importância e tamanho do país para as suas operações e como Portugal está a superar de maneira positiva todas as suas melhores projeções, o que sugere altas expectativas para os desportistas portugueses nos próximos anos.

Outro factor é que agora os jogadores portugueses já tem acesso a jogos entre quatro países — Espanha, França, Itália além de Portugal — o que deve sinalizar um crescimento ainda maior do número de praticantes do desporto em todos eles para o futuro.

Calendário de torneios de renome crescente – Tudo isto acaba sendo somado e refletido em torneios ao vivo, e o calendário de torneios de póquer em Portugal em 2017 é o maior de sempre contando com diversas competições nacionais e internacionais para animar e entreter os apaixonados portugueses.

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Os torneios vão desde o tradicional Solverde Poker Season, mais antigo circuito do país, até o World Series of Poker Circuit Estoril 2017 (WSOP Estoril), que finalmente chega pela primeira vez a nação.

O European Poker Tour (EPT), outro campeonato de renome, teve suas primeiras disputas em Portugal em 2009 e 2010 no Casino de Vilamoura no Algarve e hoje já se encontra em sua 14ª Etapa, tendo premiado dezenas de competidores durante seus quase dez anos de existência e experimentado um aumento crescente no número de participantes ao longo dos anos.

Futuro repleto de grandes torneios e mais competidores portugueses – Apesar da recente aposentadoria de André Coimbra, grandes jogadores como Fernando Brito, que reside em Lisboa, e Henrique Pinho, que possui um escritório dedicado na zona do grande Porto, são destaques nessas competições e merecem ser acompanhados por fãs do desporto que querem aprender com mestres das principais modalidade do jogo.

Devido a popularidade vertiginosa do póquer e suas variantes em Portugal e com o aumento das disputas online no país e seus vizinhos, no futuro devem surgir cada vez mais grandes eventos nacionais e internacionais a serem disputadas no país e os jogadores portugueses devem rapidamente começar a se destacar cada vez mais nos meios internacionais.

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Edição 643

Angariados “mais de 400 artigos escolares” para crianças carenciadas

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O Leo Clube da Trofa promoveu a Campanha “Escola Amiga”, com o intuito de recolher material escolar para doar a “famílias carenciadas”.

 

Reportagem completa para ler na edição 643 do jornal O Notícias da Trofa.

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Edição 643

Crónica: Chamem a polícia

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O sentimento de segurança para o comum cidadão é dos elementos fundamentais para o seu sentimento de bem-estar e os habitantes da Trofa só de forma tardia recebeu essa fundamental valência da presença do estado soberano.
A falta de policiamento na cidade da Trofa, acabaria por provocar na sua população um constante sentimento de insegurança, muito devido ao forte desenvolvimento da industrialização que gerava enormes dividendos financeiros, fazendo com que houvesse bastante dinheiro a circular. As FPs 25 acabariam por realizar dois assaltos na Trofa que renderam ao grupo terrorista vários milhares de contos, aproveitando dessa situação.
A Trofa praticamente desde tempos bastante remotos, sempre teve mais dificuldades se comparadas com outras localidades vizinhas para receber equipamentos fundamentais para a sua atividade diária, desde a instalação elétrica, rede de telefone, corporação de bombeiros, etc. etc. acabaria também por se estender essa dificuldade às forças policiais.
Contudo, em 1921, escrevia-se no Jornal de Santo Tirso, um apelo para a criação de um Posto da Guarda em Bougado, a Câmara Municipal de Santo Tirso estava empenhada para que isso fosse uma realidade, explanava a 29 de dezembro daquele ano nas páginas daquela publicação e ainda solicitaria apoio à Junta de Freguesia de S. Martinho de Bougado para ceder instalações para esse fim.
Relativamente a este assunto não houve mais informações na imprensa nas edições seguintes, tudo não terá passado de meras intenções, podendo servir de justificação para esse facto, possivelmente a falta de instalações, falta de investimento público, etc. etc.
A Trofa ficaria sem forças policiais durante bastantes décadas, recebeu os primeiros elementos de uma força policial, sendo efectivos da extinta Guarda Fiscal para sobretudo acompanhar o elevado movimento de mercadorias que as empresas internacionais iam realizando na Trofa para evitar contrabandos e descaminhos do seu produto como também de matérias primas fundamentais à sua laboração. A localização do seu posto era bastante próximo ao cruzamento do Catulo no centro da nossa cidade e a casa ainda existe no presente.
Só anos mais tarde, acabaria por chegar a Guarda Nacional Republicana ao nosso concelho, uma chegada atribulada com os primeiros elementos destacados ainda não terem o seu posto pronto e terem de ter o apoio das instalações da GNR de Santo Tirso.

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