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Período de isolamento de assintomáticos passa para sete dias

O período de isolamento para as pessoas assintomáticas que testam positivo ao SARS-CoV-2 e têm doença ligeira passa a partir de hoje a ser de sete dias, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

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O período de isolamento para as pessoas assintomáticas que testam positivo ao SARS-CoV-2 e têm doença ligeira passa a partir de hoje a ser de sete dias, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

As normas atualizadas pela DGS também reduzem para sete dias o isolamento dos contactos de alto risco, mas alteram as definições destes contactos, que só entram em vigor na próxima segunda-feira.

Assim, passam a ser considerados contactos de alto risco os coabitantes do caso confirmado, exceto se tiverem esquema vacinal completo com dose de reforço, quem resida ou trabalhe em lares ou outras respostas dedicadas a pessoas idosas, comunidades terapêuticas e de inserção social, bem como em centros de acolhimento temporário, de alojamento de emergência e na rede de cuidados continuados.

A DGS definiu que as pessoas assintomáticas e quem tem sintomas ligeiros ficam em autovigilância e não precisam de fazer teste no sétimo dia para saírem do isolamento.

Segundo os documentos hoje atualizados, o tempo mínimo definido para o isolamento, aplica-se aos casos de isolamento em curso, ou seja, considera-se integralmente cumprido o período de isolamento para as pessoas com infeção confirmada, assintomáticas ou com doença ligeira, que ao dia de hoje tenham cumprido sete dias ou mais de isolamento.

De acordo com as normas, o período de isolamento será de 10 dias para quem desenvolve doença moderada e 20 para quem desenvolve doença grave e para quem tem problemas de imunodepressão, independentemente da gravidade da evolução clínica.

A DGS indica que as pessoas assintomáticas com resultado positivo devem autoisolar-se, “interrompendo o autoisolamento para a realização de teste laboratorial, quando indicado”, e podem fazer testes rápidos de antigénio de uso profissional (TRAg) ou testes moleculares (TAAN).

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Após o teste (24 a 48 horas) receberão uma mensagem, através da qual lhes chega o formulário de apoio ao inquérito epidemiológico, informação relativa à declaração de isolamento e o folheto de recomendações e medidas a observar.

A norma define que os assintomáticos podem igualmente fazer autoteste, “caso não seja possível a realização de um TRAg ou TAAN no prazo de 24 horas” e, nesse caso, devem contactar o SNS24, através do qual recebem a requisição para realização de TAAN ou TRAg (confirmatório), informação relativa à declaração de isolamento e o folheto de recomendações e medidas a observar.

Diz igualmente a norma que as pessoas com infeção confirmada por SARS-CoV-2 que sejam assintomáticas à data do diagnóstico têm indicação para autocuidados e isolamento no domicílio e, caso desenvolvam sintomas, devem contactar o SNS24.

Todas as pessoas que, independentemente do estado vacinal, apresentem quadro de infeção respiratória aguda com tosse de novo ou agravamento do padrão habitual, febre ou dificuldade respiratória e/ou perturbações no olfato ou diminuição ou perda de paladar, devem contactar o SNS24.

Segundo a norma, ficarão em autocuidados e isolamento no domicílio as pessoas que tiverem sintomas ligeiros como febre por período inferior a 3 dias e/ou tosse, ausência de dificuldade respiratória, vómitos ou diarreia e se não tiverem doenças crónicas descompensadas ou condições associadas a risco de evolução para a covid-19 com gravidade.

Nos termos da mesma norma, só serão encaminhados para avaliação clínica presencial nas áreas dedicadas nos cuidados de saúde primários os doentes com sintomas moderados como febre persistente, pieira ou tosse persistente, com obesidade ou doença crónica compensada.

Por outro lado, serão encaminhadas para avaliação clínica presencial em áreas dedicadas nos serviços de urgência hospitalares quem tiver sintomas como febre persistente com mais de 48 horas de duração, dispneia ou sinais de dificuldade respiratória, vómitos ou diarreia persistentes ou ainda doença crónica descompensada, doença renal crónica em diálise, neoplasia maligna ativa ou imunossupressão.

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As pessoas sintomáticas com suspeita de infeção por SARS-CoV-2, após a realização do teste para SARS-CoV-2 com resultado negativo (TAAN ou TRAg) deixam de estar em isolamento, exceto se forem contacto de alto risco de um caso confirmado.

A norma sobre o rastreio de contactos define que, no atual contexto epidemiológico, “é privilegiada a identificação dos contactos de alto risco de caso confirmado de infeção”.

Diz ainda que os contactos de alto risco devem realizar testes laboratoriais para SARS-CoV-2 (TAAN ou TRAg) o mais precocemente possível até ao 3.º dia e um segundo teste ao 7.º dia, que definirá o fim do período de isolamento. Já os restantes contactos são aconselhados a fazer apenas um teste o mais precocemente possível, até ao 3.º dia do contacto com o caso confirmado.

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Covid-19

Covid-19: Portugal com 6.760 casos e 36 mortes na última semana

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Portugal registou, entre 04 e 10 de outubro, 6.760 infeções pelo coronavírus SARS-CoV-2, 36 mortes associadas à covid-19 e um ligeiro aumento dos internamentos, indicou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Quanto à ocupação hospitalar em Portugal continental por covid-19, a DGS passou a divulgar às sextas-feiras os dados dos internamentos referentes à segunda-feira anterior à publicação do relatório.

Com base nesse critério, o boletim indica que, na última segunda-feira, estavam internadas 420 pessoas, mais 25 do que no mesmo dia da semana anterior, com 28 doentes em unidades de cuidados intensivos, mais oito.

De acordo com o boletim da DGS, a incidência a sete dias estava, na segunda-feira, nos 66 casos por 100 mil habitantes, tendo registado uma redução de 54% em relação à semana anterior, e o índice de transmissibilidade (Rt) do coronavírus baixou para os 0,65.

Em 29 de setembro, o Governo decidiu não renovar a situação de alerta, tendo cessado a vigência de diversas leis, decretos-leis e resoluções aprovadas no âmbito da pandemia, alterações que “irão influenciar a vigilância de base populacional e consequente interpretação dos indicadores”, adiantaram a DGS e o Instituto Ricardo Jorge (INSA).

Na prática, além do isolamento deixar de ser obrigatório, os testes à covid-19 deixaram de ser prescritos através do SNS24 e passaram a ser comparticipados mediante prescrição médica, à semelhança de outras análises e meios complementares de diagnóstico.

Por regiões, Lisboa e Vale do Tejo registou 2.301 casos entre 04 e 10 de outubro, menos 3.178 do que no período anterior, e 16 óbitos, menos um.

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A região Centro contabilizou 1.065 casos (menos 1.405) e seis mortes (menos quatro) e o Norte totalizou 1.825 casos de infeção (menos 2.509) e oito mortes (menos uma).

No Alentejo foram registados 342 casos positivos (menos 318) e um óbito (menos um) e no Algarve verificaram-se 444 infeções pelo SARS-CoV-2 (menos 490) e duas mortes (menos três).

Quanto às regiões autónomas, os Açores tiveram 200 novos contágios nos últimos sete dias (menos 24) e uma morte (mais uma), enquanto a Madeira registou 583 casos nesse período (menos 93) e dois óbitos, o mesmo número da semana anterior, de acordo com os dados da DGS.

Segundo o relatório, a faixa etária entre os 60 e os 69 anos foi a que apresentou maior número de casos a sete dias (1.274), seguindo-se a das pessoas entre os 70 e os 79 anos (1.271), enquanto as crianças até aos 9 anos foram o grupo com menos infeções nesta semana (188).

Dos internamentos totais, 157 foram de idosos com mais de 80 anos, seguindo-se a faixa etária dos 70 aos 79 anos (108) e dos 60 aos 69 anos (56).

A DGS contabilizou ainda nove internamentos no grupo etário das crianças até aos 9 anos, três dos 10 aos 19 anos, 10 dos 20 aos 29 anos, 16 dos 30 aos 39 anos, 14 dos 40 aos 49 anos e 27 dos 50 aos 59 anos.

O boletim refere também que, nestes sete dias, morreram 29 idosos com mais de 80 anos, quatro pessoas entre os 70 e 79 anos e três entre os 60 e 69 anos.

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Os dados indicam ainda que mais de 55% dos idosos com mais de 80 anos já receberam a vacinação sazonal contra a covid-19 e a gripe, valor que baixa no grupo entre os 65 e 79 anos para cerca de 20%.

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Índice de transmissão COVID-19 volta a subir para os 1,06 em Portugal

Apesar desse aumento, a média de novos contágios diários continua a ser uma das mais baixas registadas ao longo deste ano.

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Segundo o relatório semanal do INSA sobre a evolução da covid-19, o Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus — aumentou ligeiramente de 1,02 para 1,06 a nível nacional.

De acordo com o documento, as sete regiões do país estão agora com um Rt superior a 1, sendo mais elevado na Madeira (1,40), seguindo-se os Açores (1,31), o Algarve (1,11), Lisboa e Vale do Tejo (1,08), o Norte (1,06), o Alentejo (1,04) e o Centro (1,01).

O Alentejo foi a única região que manteve o valor do Rt em relação à semana anterior, tendo as restantes seis regiões registado um aumento do valor médio deste indicador.

O INSA refere ainda que o número médio de casos diários a cinco dias também sofreu um aumento, passando dos 2.642 para os 2.952 a nível nacional, sendo ligeiramente mais baixo no continente (2.784).

Apesar desse aumento, a média de novos contágios diários continua a ser uma das mais baixas registadas ao longo deste ano.

A mais elevada ocorreu no final de janeiro, altura em que chegaram a ser notificados 49.795 casos na média a cinco dias.

“No comparativo europeu, Portugal apresenta a taxa de notificação acumulada de 14 dias entre 240 a 479.9 casos por 100.000 habitantes e um Rt superior a 1, ou seja, uma taxa de notificação elevada e com tendência crescente”, adianta o instituto.

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O INSA estima que, desde 02 de março de 2020, quando foram notificados os primeiros casos, até 23 de setembro, Portugal tenha registado um total de 5.483.226 infeções pelo vírus que provoca a covid-19.

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