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Legislativas: Membros das mesas de voto e funcionários das juntas vacinados no sábado

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Os membros das cerca de 16.400 mesas de voto para as eleições legislativas e os funcionários das juntas de freguesia serão vacinados com a dose de reforço contra a covid-19 no sábado, anunciou hoje o Governo.

“Nesse dia, a vacinação será dedicada a este universo, que será convocado por SMS, através de agendamento central”, adianta um comunicado conjunto dos ministérios da Saúde e da Administração Interna.

Para as pessoas elegíveis que não recebam a mensagem, haverá senhas digitais, mediante a apresentação de um documento comprovativo das funções em causa.

“Neste momento, a Administração Eleitoral está a recolher informações junto das câmaras municipais e juntas de freguesias relativas à identificação dos membros das mesas de voto e funcionários das juntas que prestam apoio ao ato eleitoral, que pretendam receber o reforço da vacina contra a covid-19”, referem os ministérios na nota enviada à comunicação social.

Adiantam que esta operação é “uma decisão do Governo, que está a ser operacionalizada pelo Núcleo de Coordenação de Apoio ao Ministério da Saúde, com o apoio da Administração Eleitoral”.

Segundo dados do Governo, está previsto um total de 16.427 mesas de voto para estas eleições legislativas, das quais 2.606 no dia do voto antecipado em mobilidade.

As eleições legislativas decorrem em 30 de janeiro, mas os cidadãos recenseados podem votar antecipadamente, no dia 23 de janeiro, numa mesa de voto em mobilidade escolhida por si, desde que o requeiram, o que pode ser feito através do portal www.votoantecipado.mai.gov.pt, entre 16 e 20 de janeiro.

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Já as pessoas em confinamento ou isolamento devido à pandemia de covid-19 e outros impedidos de se deslocar à assembleia de voto no dia da eleição, como utentes de lares ou presos, podem pedir (entre 20 e 23 de janeiro), a recolha do respetivo voto na morada onde se encontram a cumprir confinamento, o que ocorrerá em 25 e 26 de janeiro.

Caso o confinamento seja decretado posteriormente ao período de inscrição definido para o voto em confinamento, não foi ainda definida uma solução para que se exercer o voto.

Na segunda-feira, a ministra da Administração Interna, Francisca van Dunem, reuniu-se com os partidos com assento parlamentar sobre este tema.

Questionada, no final, sobre a possibilidade de o executivo recomendar que as pessoas confinadas votem num horário específico, a ministra respondeu apenas que o Governo aguarda o parecer da Procuradoria-Geral da República, mas mantém “inteira abertura a todas as soluções” que permitam que o maior número de pessoas consiga votar, “dentro do quadro legal vigente”, que disse já não poder ser alterado.

A Lei Eleitoral para a Assembleia da República – que foi recentemente revista, em vários pontos, mas não neste – estabelece que as assembleias de voto se reúnem a partir das 08:00 em todo o território nacional e que a admissão de eleitores se faz até às 19:00 e depois desta hora apenas podem votar os eleitores presentes.

O Governo prevê que nas eleições legislativas de janeiro haja um número de cidadãos confinados semelhante ao das últimas presidenciais, cerca de 380 mil.

Foto: arquivo

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Escolas fazem acordos com farmácias para testar alunos

A informação sobre o acordo deverá chegar na segunda-feira aos associados da ANDAEP e caberá a cada escola definir a forma como pretende fazer a campanha de despistagem aos seus alunos.

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As escolas vão fazer acordos com as farmácias locais para realizar testes de despistagem à covid-19 aos seus alunos, revelou hoje o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).

“Vamos celebrar um protocolo com a Associação Nacional das Farmácias (ANF), que vai permitir que os nossos alunos possam ser todos testados a custo zero para as famílias e para as escolas”, revelou à Lusa o presidente da ANDAEP, Filinto Lima, no final da reunião ‘online’ que se realizou hoje de manhã entre as duas entidades.

A informação sobre o acordo deverá chegar na segunda-feira aos associados da ANDAEP e caberá a cada escola definir a forma como pretende fazer a campanha de despistagem aos seus alunos.

“Podem fazer os testes nas farmácias ou nas escolas”, explicou Filinto Lima, lembrando que atualmente todas as pessoas têm direito a quatro testes gratuitos mensais e “há que rentabilizar essa oportunidade”.

O acordo surgiu como forma de “contornar a previsível ausência de testes aos nossos alunos”, acrescentou Filinto Lima, referindo-se à campanha de testagem à comunidade escolar que começou esta semana mas deixou os alunos de fora.

Na segunda-feira, dia em que recomeçaram as aulas depois das férias de Natal, professores e pessoal não docente começaram a ser testados nas escolas de todo o país. Por decisão da Direção-Geral da Saúde, a campanha de vacinação abrange apenas os cerca de 220 mil docentes e não docentes.

No arranque do ano letivo, em setembro, um parecer da DGS estabeleceu que seriam rastreados professores, pessoal não operacional e alunos do 3.º ciclo e secundário.

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Os primeiros a realizar os testes foram o pessoal docente e não docente de todos os anos de escolaridade (do Pré-Escolar ao 12.º ano), e mais tarde os alunos do 3.º ciclo do ensino básico e os do ensino secundário, tal como tinha acontecido também no ano letivo anterior.

“Percebe-se que no arranque do 2.º período estão a ser testados professores e funcionários, mas não há nenhuma indicação de que os alunos possam ser testados”, disse Filinto Lima.

A Lusa questionou a Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a razão de a campanha abranger apenas professores e restantes funcionários e se estava em cima da mesa a hipótese de, em breve, começar a testagem de alunos, mas não obteve qualquer resposta.

Segundo Filinto Lima, professores e funcionários estão a aderir à campanha de testagem iniciada na segunda-feira, mesmo os que já receberam a dose de reforço da vacina.

“O grosso dos professores e funcionários já foi vacinado com a dose de reforço e mesmo assim está a recorrer à testagem. Na minha escola, por exemplo, tive uma forte adesão porque a testagem dá mais segurança”, disse o também diretor do Agrupamento de Escolas Dr. Costa Matos, em Vila Nova de Gaia.

“A vacina não é obrigatória, assim como os testes não são obrigatórios. Neste momento, as escolas têm alunos, professores e funcionários que estão vacinados e outros não. Tal como uns foram testados e outros não”.

Na segunda-feira, quando recomeçaram as aulas depois de uma semana de paragem devido á situação pandémica, também o ministro da Educação lembrou que as farmácias dispõem de quatro testes gratuitos por mês.

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“Dessa articulação podem também os pais, as escolas e as autarquias fazerem parcerias com as farmácias, para aumentarem a testagem.”, afirmou Tiago Brandão Rodrigues durante a visita a uma escola.

As escolas vão fazer acordos com as farmácias locais para realizar testes de despistagem à covid-19 aos seus alunos, revelou hoje o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).

“Vamos celebrar um protocolo com a Associação Nacional das Farmácias (ANF), que vai permitir que os nossos alunos possam ser todos testados a custo zero para as famílias e para as escolas”, revelou à Lusa o presidente da ANDAEP, Filinto Lima, no final da reunião ‘online’ que se realizou hoje de manhã entre as duas entidades.

A informação sobre o acordo deverá chegar na segunda-feira aos associados da ANDAEP e caberá a cada escola definir a forma como pretende fazer a campanha de despistagem aos seus alunos.

“Podem fazer os testes nas farmácias ou nas escolas”, explicou Filinto Lima, lembrando que atualmente todas as pessoas têm direito a quatro testes gratuitos mensais e “há que rentabilizar essa oportunidade”.

O acordo surgiu como forma de “contornar a previsível ausência de testes aos nossos alunos”, acrescentou Filinto Lima, referindo-se à campanha de testagem à comunidade escolar que começou esta semana mas deixou os alunos de fora.

Na segunda-feira, dia em que recomeçaram as aulas depois das férias de Natal, professores e pessoal não docente começaram a ser testados nas escolas de todo o país. Por decisão da Direção-Geral da Saúde, a campanha de vacinação abrange apenas os cerca de 220 mil docentes e não docentes.

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No arranque do ano letivo, em setembro, um parecer da DGS estabeleceu que seriam rastreados professores, pessoal não operacional e alunos do 3.º ciclo e secundário.

Os primeiros a realizar os testes foram o pessoal docente e não docente de todos os anos de escolaridade (do Pré-Escolar ao 12.º ano), e mais tarde os alunos do 3.º ciclo do ensino básico e os do ensino secundário, tal como tinha acontecido também no ano letivo anterior.

“Percebe-se que no arranque do 2.º período estão a ser testados professores e funcionários, mas não há nenhuma indicação de que os alunos possam ser testados”, disse Filinto Lima.

A Lusa questionou a Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a razão de a campanha abranger apenas professores e restantes funcionários e se estava em cima da mesa a hipótese de, em breve, começar a testagem de alunos, mas não obteve qualquer resposta.

Segundo Filinto Lima, professores e funcionários estão a aderir à campanha de testagem iniciada na segunda-feira, mesmo os que já receberam a dose de reforço da vacina.

“O grosso dos professores e funcionários já foi vacinado com a dose de reforço e mesmo assim está a recorrer à testagem. Na minha escola, por exemplo, tive uma forte adesão porque a testagem dá mais segurança”, disse o também diretor do Agrupamento de Escolas Dr. Costa Matos, em Vila Nova de Gaia.

“A vacina não é obrigatória, assim como os testes não são obrigatórios. Neste momento, as escolas têm alunos, professores e funcionários que estão vacinados e outros não. Tal como uns foram testados e outros não”.

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Na segunda-feira, quando recomeçaram as aulas depois de uma semana de paragem devido á situação pandémica, também o ministro da Educação lembrou que as farmácias dispõem de quatro testes gratuitos por mês.

“Dessa articulação podem também os pais, as escolas e as autarquias fazerem parcerias com as farmácias, para aumentarem a testagem.”, afirmou Tiago Brandão Rodrigues durante a visita a uma escola.

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Pessoas envolvidas no ato eleitoral vão ter dose de reforço, diz Carlos Moedas

O Governo vai assegurar uma dose de reforço da vacina contra a covid-19 às pessoas envolvidas nas eleições legislativas, revelou hoje o presidente da Câmara de Lisboa.

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O Governo vai assegurar uma dose de reforço da vacina contra a covid-19 às pessoas envolvidas nas eleições legislativas, revelou hoje o presidente da Câmara de Lisboa, que aguarda orientações da tutela para facilitar a participação no ato eleitoral.

“Aquilo que eu fiz como apelo ao Governo foi para que as pessoas que são funcionárias da câmara ou das juntas, e que vão estar envolvidas nas eleições legislativas, tivessem a capacidade de receber a 3.ª dose [da vacina contra a covid-19]. Entretanto, já me foi confirmado que esse apelo vai ser concretizado. Vai acontecer e fico muito contente”, afirmou Carlos Moedas, em declarações aos jornalistas à saída da cerimónia de inauguração do BioLab, instalado no Mercado do Forno do Tijolo.

No entanto, apesar de já ter recebido uma resposta positiva em relação ao apelo que tinha feito junto do Ministério da Administração Interna, Carlos Moedas lamentou que a tutela ainda não tenha dado as orientações necessárias à autarquia para que seja assegurada a participação dos cidadãos nas eleições legislativas antecipadas, agendadas para dia 30.

“Para que corra bem o processo, as ideias vêm do Governo central e o município executa e aplica. É isso que temos estado a fazer e vamos continuar a fazer, mas precisamos dessas orientações. Deixo aqui o apelo ao Governo para que essas orientações cheguem depressa”, apontou.

Nesse sentido, o autarca social-democrata ressalvou que não compete ao município “criar soluções”, mas executar e dar resposta às orientações que cheguem do Governo.

“Nós vamos conseguir dar resposta. Não tenho dúvidas nenhumas de que a Câmara conseguirá dar resposta, mas também estamos à espera dessas orientações. Temos capacidade de ir buscar votos à casa das pessoas e temos o voto antecipado. Temos todas essas possibilidades que podem ser realizadas, mas isso é uma decisão nacional que tem de ser transmitida”, insistiu.

Na segunda-feira, a ministra da Administração Interna, Francisca Van Dunem, esteve a ouvir os partidos com assento parlamentar sobre as condições para o exercício do voto nas eleições legislativas antecipadas de 30 de janeiro.

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Após as reuniões com a ministra, os partidos transmitiram aos jornalistas que o Governo pondera recomendar uma “janela horária” para a votação de quem está em isolamento.

Também em declarações aos jornalistas no final dos encontros, a ministra da Administração Interna adiantou que o voto antecipado em mobilidade nas legislativas está preparado para um milhão e 200 mil eleitores, através de 2.600 secções, que poderão ainda ser aumentadas.

Questionada sobre a possibilidade de o executivo recomendar que as pessoas confinadas votem num horário específico, a ministra respondeu apenas que o Governo aguarda o parecer do Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República (PGR), mas mantém “inteira abertura a todas as soluções” que permitam que o maior número de pessoas consiga votar, “dentro do quadro legal vigente”, que disse já não poder ser alterado.

A Lei Eleitoral para a Assembleia da República – que foi recentemente revista, em vários pontos, mas não neste – estabelece que as assembleias de voto se reúnem a partir das 08:00 em todo o território nacional e que a admissão de eleitores se faz até às 19:00 e depois desta hora apenas podem votar os eleitores presentes.

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