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Criptomoedas e economia verde: uma aposta de futuro?

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Será que as criptomoedas promovem uma economia verde? Antes de mais, é importante esclarecer que a economia verde é um conceito que alia o crescimento económico à justiça social e à preservação do meio natural. Ou seja, refere-se a um conjunto de ações que têm como finalidade fomentar o crescimento económico, mas que não descuram o bem-estar social, a preservação do meio ambiente e a redução dos riscos ambientais. As criptomoedas, por outro lado, estão por vezes associadas ao tema do jogo. Mas, a verdade é que não são tópicos interligados. Sobre apostas e assuntos associados pode encontrar mais informações em outros sites.

Na verdade, o conceito de economia verde leva-nos, inevitavelmente, para o Pacto Ecológico Europeu. Este Pacto promete transformar a União Europeia numa economia moderna, eficiente na utilização dos recursos e competitiva. “A Comissão Europeia adotou um conjunto de propostas legislativas com o objetivo de tornar as políticas da UE em matéria de clima, energia, transportes e fiscalidade aptas para alcançar uma redução das emissões líquidas de gases com efeito de estufa de, pelo menos, 55 por cento até 2030, em comparação com os níveis de 1990”, pode ler-se no “site” da UE. Mas de que forma é que as criptomoedas se relacionam com este tipo de economia? A resposta está, sobretudo, numa única palavra: mineração.

A quantidade de energia que as criptomoedas consomem no processo de mineração tem sofrido um aumento galopante, tornando-se cada vez mais difícil ignorar o seu impacto negativo sobre o meio ambiente. A bitcoin – a criptomoeda mais conhecida — é ineficiente. Isto é, enquanto que as moedas tradicionais são garantidas pelos bancos centrais, as criptomoedas têm por base a tecnologia “blockchain”, onde vários computadores, de todo o mundo, competem para adicionar novos “blocos” de transações monetárias, através da resolução de enigmas matemáticos extremamente difíceis – o termo mineração já referido anteriormente. E é neste ponto que salta à vista a temática do meio ambiente, pois o processo de resolução destes enigmas consome uma elevada quantidade de energia.

Diz-se que o compromisso é ter todos os ativos em “blockchain”, a nível mundial, alimentados por fontes de energia 100 por cento renovável até 2025 e prevê-se que alcancem a neutralidade carbónica até 2040. O custo ambiental das criptomoedas e o objetivo de atingir a neutralidade carbónica antes de 2060, na China, já provocou que o governo chinês encerrasse todas as operações de mineração na Mongólia.

Segundo o site Dinheiro Vivo, “enquanto uns defendem que a mineração de bitcoin tem uma pegada ambiental maior do que a extração do minério de ouro, por exemplo, os defensores deste ativo digital desvalorizam a questão, que consideram falsa, e referem que existem outros motivos para usar o tema da sustentabilidade como arma de arremesso – e um deles é o facto das criptomoedas estarem fora do controlo dos sistemas financeiros tradicionais”.

No ano passado, o Centro de Finanças Alternativas (CCAF) da Universidade de Cambridge, desenvolveu uma ferramenta – a Cambridge Bitcoin Electricity Consumption Index, que vai atualizar os dados de consumo de energia necessária para produzir bitcoin. Através desta ferramenta, as comparações tornam-se mais simples, e nem todas continuam a abonar a favor das criptomoedas “verdes”. Contudo, os seus defensores dizem que “é tão verde produzir bitcoin como os carros elétricos”, deixando o ónus do lado da energia, e referindo que “quando toda a energia for verde, a criptomoeda também o será”.

A verdade é que o ecossistema dos cripto ativos continua a crescer, com uma enorme volatilidade, o que traz consigo tantos desafios, quanto oportunidades. É de salientar que este ainda é um mercado onde não existe regulação. Talvez as criptomoedas se tornem mais verdes, quando seguirem uma regulação adequada às necessidades do mercado digital. Até à data, o caminho a percorrer parece ser longo.

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Edição 782

Marcada nova greve dos motoristas da Transdev e Ave Mobilidade

Está convocada uma nova greve de 24 horas para este mês.

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A 13 de janeiro, a greve dos motoristas provocou transtornos na circulação de transportes públicos rodoviários na rede explorada pela Transdev e pela Ave Mobilidade. A paralisação de 24 horas afetou o normal fluxo dos autocarros das empresas, que têm atividade no concelho da Trofa e territórios limítrofes, como Santo Tirso e Vila Nova de Famalicão.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos do Norte (STRUN) a greve rondou os 75%, tendo tido mais impacto no Norte. José Manuel Silva, do STRUN, revelou que as contas do Sindicato apontam para “100%” de paralisação nalguns concelhos e os concelhos onde mais se notou foram “Fafe, Guimarães, Cabeceiras de Basto, Mondim de Basto, Celorico de Basto, Santo Tirso, Póvoa de Varzim, Vila do Conde e Porto”.

Está convocada uma nova greve de 24 horas para 6 de fevereiro e enquanto o dia não chega o STRUN mostrou-se disponível para reunir com a Transdev a fim de negociar as reivindicações dos trabalhadores.

O que reivindicam os trabalhadores?

Em comunicado, o STRUN acusou a empresa de “arrogância” e “falta de cedência da administração”, às pretensões dos motoristas, entre as quais “aumentos salariais a partir de janeiro de 2023 na mesma percentagem do salário mínimo nacional, ou da inflação, aquela que for mais favorável aos trabalhadores, como vão receber os trabalhadores das empresas filiadas na ANTROP [Associação Nacional de Transportes de Passageiros]”, o “horário de almoço entre as 11h00 e as 14h30, mínimo uma hora, máximo três horas” e um “horário de jantar entre as 19:30 e as 22:00” e o pagamento do pequeno-almoço para “quem inicia serviço antes das 06h00”.

Além disso, reivindicam que o local de trabalho deve ser “aquele para onde o trabalhador foi contratado e não pode rodar para outro mesmo que diste a mesma distância casa-trabalho”, e os trabalhadores, “sempre que na hora de almoço ou jantar estejam deslocados do seu local de trabalho”, devem ter “direito ao almoço ou jantar em deslocado”. Pretendem também “acumulação do subsídio de alimentação com almoço ou jantar em deslocado ou penalizado” e não aceitam receber o “subsídio de complemento de condutor”, pretendendo manter o “subsídio de agente único com a sua redação anterior”.

Ainda segundo o STRUN, os trabalhadores “não aceitam qualquer intervalo com duração inferior a uma hora” e “exigem que as escalas de serviço sejam fixadas em papel nos locais de trabalho”.

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Fátima Lopes oferece imagem criada por santeiro mamedense a Tony Carreira

Esta terça-feira, a apresentadora de televisão Fátima Lopes, acompanhada pelo padre João Luís Silva, pároco de Montargil, visitaram a Associação Sara Carreira, criada por Tony Carreira em homenagem à falecida filha, e ofereceram uma imagem de Nossa Senhora do Coração Orante ao cantor.

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Esta terça-feira, a apresentadora de televisão Fátima Lopes, acompanhada pelo padre João Luís Silva, pároco de Montargil, visitou a Associação Sara Carreira, criada por Tony Carreira em homenagem à falecida filha, e ofereceu uma imagem de Nossa Senhora do Coração Orante ao cantor.

Esta imagem mariana, destinada a uma dar nome a uma capela a construir em Montargil, foi concebida em S. Mamede do Coronado, pelo artista santeiro Augusto Ferreira.

Uma mulher suplicante de joelhos com o coração na mão, a imagem pertence ao Movimento da Mensagem de Fátima da Arquidiocese de Évora.

No dia 31 de maio de 2022, a estátua foi apresentada em Fátima, com a presença do escultor mamedense, que explicou o processo de construção. “Falando tecnicamente, é um processo que, no início, se desenvolve com um trabalho em barro, para resolver alguns detalhes técnicos e medidas canônicas, por aí fora, até chegarmos ao trabalho final, no qual tivemos de dar tudo por tudo, para conseguir passar para a matéria-prima tudo aquilo que está na cabeça. Eu acho que não se atinge certos níveis de ‘perfeição’, que não é a do lado técnico nem do lado estético, mas sim a perfeição que é aquela conseguir fazer com que, de facto, o crente perceba a mensagem que está ali”, explicou aos jornalistas.

A apresentadora de televisão Fátima Lopes é uma das embaixadoras da campanha de oração e elogiou a “beleza” e “doçura” da imagem. O mesmo fez o Papa Francisco, que benzeu a estátua, em outubro de 2021, num momento em que ressalvou a importância de sempre rezar pelo santo padre e de que o terço é a oração universal.

A ideia de criar a Senhora do Coração Orante, que já esteve em momentos de oração na cela de irmã Lúcia e no santuário de Fátima, surgiu a partir do centenário da imagem peregrina da Capelinha das Aparições e da morte de Jacinta.

“Ela é a Senhora de Fátima, só que representa a vida de todos os peregrinos. Quando vão a Fátima e à Capelinha das Aparições, eles têm o objetivo de pedir ou agradecer e fazem-no sempre através da oração e é tão interessante perceber que, quando chegamos à capelinha, Nossa Senhora já reza connosco e está de joelhos para levar as nossas orações a Deus”, explicou o padre João Luís Silva, pároco de Montargil.

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