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Covid-19: Vinte pessoas detidas por desobediência e 359 coimas aplicadas

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As forças de segurança detiveram 20 pessoas pelo crime de desobediência entre 23 de novembro e 08 de dezembro, aplicaram 359 coimas e encerraram 38 estabelecimentos, durante este período do estado de emergência decretado devido à pandemia.

Segundo o relatório da aplicação da declaração do estado de emergência, as detenções ocorreram nos concelhos classificados de risco muito elevado e extremo, risco elevado e risco moderado e estiveram relacionadas com desobediência à obrigação de confinamento obrigatório, encerramento de estabelecimentos, violação da proibição de circulação na via pública aos sábados, domingos e feriados, entre outras.

O relatório foi hoje apresentado na Assembleia da República pelo ministro da Administração Interna, que lembrou a descida do número de casos de infeção pelo novo coronavírus, o que em seu entender prova o medidas de restrição, indicando que, no início deste período, Portugal registou 88 mil casos e que no final do mesmo baixaram para 70 mil.

O documento mereceu várias criticas dos deputados da oposição em relação às medidas restritivas, mas todos foram unânimes em sublinhar o cumprimento generalizado das mesmas por parte dos cidadãos.

João Almeida, do CDS, que começou por dizer que o ministro não devia estar em funções, referiu que “os portugueses cumpriram, mas que o Governo complicou nas regras”, que disse serem “irracionais”.

Pelo PSD, o deputado Soveral Andrade frisou que apesar do Governo ter feito “o melhor que soube, não foi sempre suficiente”, apontando falhas na gestão dos tempos, na ajuda aos doentes não covid e na falta de apoio às empresas, à classe media, aos jovens e aos idosos, para no final deixar um recado: “não infantilizem a comunicação com os portugueses, tratem-nos como adultos”.

António Filipe do PCP disse não entender a vantagem na proibição de circulação entre concelhos da mesma área metropolitana e ainda o encerramento às 13:00 dos estabelecimentos de restauração, considerando que faltou “proporcionalidade das medidas”, enquanto o Bloco de Esquerda disse que faltaram medidas para mitigar as consequências que advêm das restrições.

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Segundo o relatório, além das 20 detenções e da aplicação de 359 coimas, foram encerrados 38 estabelecimentos.

Nos concelhos de risco elevado foram aplicadas 133 coimas do total de 359, das quais 37 por incumprimento do distanciamento físico nos locais abertos ao público, 11 por falta do uso de máscaras nos transportes públicos e em salas de espetáculos ou edifícios públicos, 25 por incumprimento do horário de encerramento dos estabelecimentos de restauração, 13 por incumprimento das normas sobre a realização de celebrações, 31 por consumo de bebidas alcoólicas na via pública, e as restantes por outros incumprimentos.

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Covid-19

Campanha de vacinação da covid-19 e da gripe arranca na quarta-feira

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A campanha de vacinação do outono-inverno contra a covid-19 e a gripe vai ser iniciada na próxima quarta-feira, com o objetivo principal de proteger as pessoas mais vulneráveis, anunciou hoje a diretora-geral da Saúde.

“No âmbito das linhas orientadoras para a covid-19 e outras infeções por vírus respiratórios no outono-inverno de 2022-2023, inicia-se no próximo dia 07 a campanha de vacinação sazonal que decorrerá, tal como no ano passado, simultaneamente para a covid-19 e para a gripe”, adiantou Graça Freitas em conferência de imprensa.

Segundo disse, os principais objetivos para as próximas estações de outono e inverno passa por proteger a população mais vulnerável, prevenindo a doença grave, a hospitalização e a morte por covid-19 e por gripe, e mitigando o impacto dessas doenças nos serviços de saúde.

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Campanha de vacinação de outono contra a covid-19 pode já incluir vacinas adaptadas

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A campanha de vacinação de outono contra a covid-19 e a gripe poderá já incluir as vacinas adaptadas à variante Ómicron do SARS-CoV-2, caso os ensaios clínicos o permitam, disse hoje em Penafiel a ministra da Saúde, Marta Temido.

“Se essas vacinas adaptadas estiverem disponíveis para a campanha de outono, faremos a campanha de outono, em função, naturalmente, de uma validação técnica e clinica”, disse hoje aos jornalistas Marta Temido em Penafiel, no distrito do Porto.

Frisando não querer “nem condicionar nem estar aqui a precipitar” as análises necessárias, a ministra vincou que caso seja possível a campanha de outono será feita “com base nessas vacinas”.

“Resta saber quais são os resultados dos ensaios clínicos com essas vacinas, porque essas vacinas adaptadas apenas agora em junho iriam entrar em ensaios clínicos, e portanto nós precisamos de perceber os resultados desses ensaios para, no fundo, perceber a sua eventual vantagem”, sustentou.

A ministra referiu que Portugal está envolvido no processo de compra das vacinas adaptadas, que a Agência Europeia dos Medicamentos (EMA) anunciou na quinta-feira poderem ser aprovadas em setembro.

Marta Temido, que falava no Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Vale do Sousa Sul após a assinatura de autos de transferência no âmbito do processo de descentralização de competências para as autarquias, acrescentou que já foram adquiridos “mais de 15 milhões de euros de vacinas para a gripe para a próxima época gripal, portanto outono/inverno de 2022/23”.

“O plano neste momento é a administração mais combinada possível das atuais vacinas [covid-19] e das vacinas para a gripe”, ressalvou, com o objetivo de proteger primeiro os mais vulneráveis, mas admitiu que se houver alterações serão precisos ajustamentos. “Os planos também são feitos com essa latitude”.

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Marta Temido disse ainda que o núcleo de vacinação irá apresentar o plano ainda esta semana.

Quanto ao processo de vacinação da quarta dose para os idosos, e depois de terem sido atingidos, no sábado, 200 mil vacinados, o objetivo “é ter este grupo vacinado o mais depressa possível, e garantidamente neste mês”.

“Já o sabemos dos anteriores processos de vacinação que esta população é mais difícil de vacinar, pelas questões associadas à mobilidade, à necessidade de apoio, muitas vezes da família ou dos municípios, para se deslocarem, portanto é um processo que é difícil”, sustentou.

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