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Covid-19

Covid-19: Portugal regista 25 mortes e 4.266 casos nas últimas 24 horas

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Portugal regista hoje mais 25 mortes associadas à covid-19 e 4.266 infeções com o coronavírus SARS-CoV-2, um aumento nos internamentos em enfermaria e uma redução nos cuidados intensivos, indica a Direção-Geral da Saúde (DGS).

O país não registava um número tão elevado de óbitos por covid-19 desde 09 de março deste ano, dia em que se verificaram 30 óbitos.

O boletim epidemiológico diário da DGS contabiliza hoje 931 pessoas internadas, mais 26 do que no sábado, das quais 145 estão em unidades de cuidados intensivos, menos duas.

Segundo os dados da autoridade de saúde, registaram-se uma morte na faixa etária entre os 50 e os 59 anos, seis entre os 60 e os 69 anos, três entre os 70 e os 79 anos e 15 com mais de 80 anos.

Das 25 mortes, sete ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo, seis no Norte, seis no Algarve, três no Centro e três no Alentejo.

Lisboa e Vale do Tejo é a região com mais novos casos diagnosticados nas últimas 24 horas (1.653), seguindo-se o Norte (1.256), o Centro (724), o Algarve (273), a Madeira (225), o Alentejo (75) e os Açores (60).

O maior número de óbitos continua a concentrar-se entre os idosos com mais de 80 anos (12.201), seguindo-se as faixas etárias entre os 70 e os 79 anos (4.054) e entre os 60 e os 69 anos (1.722).

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Há agora 72.989 casos ativos de covid-19, mais 2.549 do que no sábado, e recuperaram da doença 1.692 pessoas, o que aumenta o total nacional de recuperados para 1.133.335.

Em relação ao dia anterior, as autoridades de saúde têm mais 1.258 contactos em vigilância, totalizando 100.339 pessoas.

O maior número de novos casos diagnosticados é da faixa etária entre os 40 e os 49 anos (771), seguido dos 20 aos 29 anos (739), dos 30 aos 39 anos (694), dos 50 aos 59 anos (552), dos 10 aos 19 anos (519), dos zero aos 09 anos (468), dos 60 aos 69 anos (316), dos 70 aos 79 anos (142) e dos idosos com mais de 80 anos (65).

Desde o início da pandemia, em março de 2020, a região de Lisboa e Vale do Tejo registou 466.704 casos e 7.916 mortes.

Na região Norte registaram-se 455.385 infeções e 5.733 óbitos e a região Centro tem agora um total acumulado de 176.463 infeções e 3.321 mortes.

O Algarve totaliza 54.250 contágios e 563 óbitos e o Alentejo soma 44.461 casos e 1.080 mortos por covid-19.

A Região Autónoma da Madeira contabilizou, nas últimas 24 horas, segundo a DGS, 225 novos casos, somando 17.158 infeções e 115 mortes, e os Açores registaram 60 novos contágios, totalizando 10.681 e 50 mortes.

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As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.778 pessoas e foram contabilizados 1.225.102 casos de infeção, segundo dados da DGS.

Um total de 572.062 homens e 652.188 mulheres foram infetados, registando-se ainda 9.857 óbitos entre os homens e 8.921 entre as mulheres.

A covid-19 provocou mais de 5,33 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ómicron, classificada como preocupante pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 89 países de todos os continentes, incluindo Portugal.

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Covid-19

Campanha de vacinação de outono contra a covid-19 pode já incluir vacinas adaptadas

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A campanha de vacinação de outono contra a covid-19 e a gripe poderá já incluir as vacinas adaptadas à variante Ómicron do SARS-CoV-2, caso os ensaios clínicos o permitam, disse hoje em Penafiel a ministra da Saúde, Marta Temido.

“Se essas vacinas adaptadas estiverem disponíveis para a campanha de outono, faremos a campanha de outono, em função, naturalmente, de uma validação técnica e clinica”, disse hoje aos jornalistas Marta Temido em Penafiel, no distrito do Porto.

Frisando não querer “nem condicionar nem estar aqui a precipitar” as análises necessárias, a ministra vincou que caso seja possível a campanha de outono será feita “com base nessas vacinas”.

“Resta saber quais são os resultados dos ensaios clínicos com essas vacinas, porque essas vacinas adaptadas apenas agora em junho iriam entrar em ensaios clínicos, e portanto nós precisamos de perceber os resultados desses ensaios para, no fundo, perceber a sua eventual vantagem”, sustentou.

A ministra referiu que Portugal está envolvido no processo de compra das vacinas adaptadas, que a Agência Europeia dos Medicamentos (EMA) anunciou na quinta-feira poderem ser aprovadas em setembro.

Marta Temido, que falava no Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Vale do Sousa Sul após a assinatura de autos de transferência no âmbito do processo de descentralização de competências para as autarquias, acrescentou que já foram adquiridos “mais de 15 milhões de euros de vacinas para a gripe para a próxima época gripal, portanto outono/inverno de 2022/23”.

“O plano neste momento é a administração mais combinada possível das atuais vacinas [covid-19] e das vacinas para a gripe”, ressalvou, com o objetivo de proteger primeiro os mais vulneráveis, mas admitiu que se houver alterações serão precisos ajustamentos. “Os planos também são feitos com essa latitude”.

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Marta Temido disse ainda que o núcleo de vacinação irá apresentar o plano ainda esta semana.

Quanto ao processo de vacinação da quarta dose para os idosos, e depois de terem sido atingidos, no sábado, 200 mil vacinados, o objetivo “é ter este grupo vacinado o mais depressa possível, e garantidamente neste mês”.

“Já o sabemos dos anteriores processos de vacinação que esta população é mais difícil de vacinar, pelas questões associadas à mobilidade, à necessidade de apoio, muitas vezes da família ou dos municípios, para se deslocarem, portanto é um processo que é difícil”, sustentou.

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Covid-19

Média diária aumenta para 22.805 casos de infeções com covid-19

A média de infeções aumentou de 14.400 para 22.805 casos diários em Portugal e o Norte regista um índice de transmissibilidade (Rt) do coranavírus de 1,30, o mais alto de todas as regiões

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A média de infeções aumentou de 14.400 para 22.805 casos diários em Portugal e o Norte regista um índice de transmissibilidade (Rt) do coranavírus de 1,30, o mais alto de todas as regiões, indica hoje o INSA.

Segundo o relatório semanal do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) sobre a evolução da covid-19 no país, o Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus — atingiu os 1,23 a nível nacional e 1,24 em Portugal continental no período entre 09 e 13 de maio.

Os dados hoje divulgados avançam ainda que o número médio de casos diários de infeção a cinco dias passou dos 14.400 para os 22.805 em Portugal, sendo ligeiramente mais baixo (21.980) no continente.

Por regiões, a Madeira é a única que apresenta um Rt abaixo do limiar de 1, apesar de ter registado um aumento de 0,86 para 0,99.

Este indicador é mais alto no Norte, que passou de 1,17 para 1,30, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 1,23, o Centro com 1,17, o Algarve com 1,15, os Açores com 1,14 e o Alentejo com 1,13.

“Todas as regiões, à exceção da região autónoma da Madeira, apresentam a média do índice de transmissibilidade (cinco dias) superior a 1, o que indica uma tendência crescente” de novas infeções, alerta o INSA.

De acordo com o documento, todas as regiões registam também uma taxa de incidência bastante superior a 960 casos por 100 mil habitantes em 14 dias, sendo a mais elevada nos Açores (2.933,1), seguindo-se o Centro (2.797,2), o Alentejo (2.678,5), o Norte (2.505,9), Lisboa e Vale do Tejo (1.888), o Algarve (1.842,1) e a Madeira (962,1).

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O INSA estima que, desde o início da pandemia e até 13 de maio, Portugal tenha registado 4.118.509 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 que provoca a covid-19.

C/Lusa

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