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Covid-19: Portugal regista 16 mortes e 5.754 casos nas últimas 24 horas

Portugal regista hoje mais 16 mortes associadas à covid-19 e 5.754 infeções com o coronavírus SARS-CoV-2 e uma descida nos internamentos em enfermaria, indica a Direção-Geral da Saúde (DGS).

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Portugal regista hoje mais 16 mortes associadas à covid-19 e 5.754 infeções com o coronavírus SARS-CoV-2 e uma descida nos internamentos em enfermaria, indica a Direção-Geral da Saúde (DGS).

O boletim epidemiológico diário da DGS contabiliza hoje 904 pessoas internadas, menos 39 do que na segunda-feira, das quais 153 estão em unidades de cuidados intensivos, mais uma nas últimas 24 horas.

Segundo os dados da autoridade de saúde, registaram-se três mortes na faixa etária entre os 70 e os 79 anos e 13 entre os idosos com mais de 80 anos.

Das 16 mortes, oito ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo, duas no Norte, outras duas no Centro, uma no Alentejo e três no Algarve.

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Portugal com 33.340 infeções, 28 mortes e menos internamentos nas últimas 24 horas

Das 28 mortes, 10 ocorreram na região Norte.

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Portugal registou 33.340 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2, mais 28 mortes associadas à covid-19 e uma diminuição nos internamentos em enfermaria e em cuidados intensivos nas últimas 24 horas, segundo dados da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o relatório diário da situação epidemiológica divulgado pela DGS, estão agora 1.564 doentes internados em enfermaria, menos 24 do que na segunda-feira, e 153 em Unidades de Cuidados Intensivos, menos oito nas últimas 24 horas.

Os casos ativos diminuíram nas últimas 24 horas, totalizando 269.451, menos 10.201 do que na segunda-feira, e recuperaram da doença 43.513 pessoas, o que aumenta o total nacional de recuperados para 1.404.786.

Das 28 mortes, 10 ocorreram na região Norte, nove em Lisboa e Vale do Tejo, três na região Centro, quatro no Algarve, uma no Alentejo e uma na Madeira.

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Voto antecipado em mobilidade preparado para um milhão e 200 mil eleitores

“Iremos fazer um apelo ao voto antecipado”, declarou aos jornalistas a ministra da Administração Interna, Francisca Van Dunem

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O voto antecipado em mobilidade nas legislativas está preparado para um milhão e 200 mil eleitores, através de 2.600 secções, que poderão ainda ser aumentadas, anunciou hoje o Governo, apelando à inscrição nesta modalidade de votação.

“Iremos fazer um apelo ao voto antecipado”, declarou aos jornalistas a ministra da Administração Interna, Francisca Van Dunem, depois de ter recebido ao longo do dia os partidos com assento parlamentar sobre as condições para o exercício do voto nas legislativas antecipadas de 30 de janeiro.

Segundo a ministra, que falava nas instalações do Ministério da Administração Interna, em Lisboa, o Governo quer “garantir que o maior número de pessoas possam votar antecipadamente”, para prevenir situações de isolamento devido à covid-19 na data das eleições, e esta modalidade de voto “provavelmente vai ser a grande tónica desta eleição”.

Em seguida, o secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, Antero Luís, referiu que “a administração eleitoral, na sequência do agravamento da situação de pandemia, decidiu reforçar o voto antecipado em mobilidade” e que, “nesse sentido, passaram-se das 675 secções de voto que havia nas eleições presidenciais, num primeiro momento, para 1.300 e agora, num segundo momento, para 2.600”.

“Significa isto que a administração eleitoral tem o voto antecipado preparado para um milhão e 200 mil portugueses, o que dá cerca de mais 20% daquilo que é a votação habitual em termos de legislativas. Para terem uma ideia, nas eleições presidenciais em voto antecipado em mobilidade 246.922 eleitores, o que significa que se passássemos para 1 milhão e 200 mil mais do que quintuplicávamos o número de votantes”, adiantou.

Antero Luís reiterou que “o apelo que a administração eleitoral e que o Governo faz é que os portugueses se inscrevam no voto antecipado em mobilidade”.

“É fácil a inscrição, porque basta, por um lado, ir ao site www.votoantecipado.mai.gov.pt e inscrever-se, mas se não o fizer ou não tiver essa possibilidade basta um simples email ou uma carta para a administração eleitoral para ficar inscrito”, salientou.

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De acordo com o secretário de Estado, “a administração eleitoral, se for necessário, ainda escalará esta dimensão” do voto antecipado em mobilidade, em função das inscrições, que serão feitas entre 16 e 20 de janeiro, sendo a votação no domingo dia 23.

“Há 48 horas de diferença, o que permite à administração eleitoral escalar, juntamente com as autarquias, a respetiva logística necessária para o exercício do direito de voto, se por caso, obviamente, houver mais portugueses a votar”, disse.

Questionado sobre um eventual cenário de quatro milhões de pessoas a inscrever-se para o voto em mobilidade, Antero Luís respondeu que esse “é quase o número das pessoas que votaram nas últimas legislativas” e que o Governo acredita que “não chegará a esses números”.

“Mas de toda a maneira o que estamos a fazer neste momento é preparar-nos para um cenário do recurso em massa ao voto em mobilidade”, acrescentou, considerando que já seria “uma grande participação” se “20 a 25% dos eleitores votassem em mobilidade”.

O secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna realçou que o voto antecipado em mobilidade é “muito mais demorado” em termos de procedimentos e que, por esse motivo, há um limite de 450 pessoas por cada secção de voto e que estas fecham automaticamente quando esse número de inscrições é atingido, “para haver uma distribuição equitativa entre todas as secções de voto”.

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