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Covid-19: Portugal regista 12 mortes e 5.062 casos nas últimas 24 horas

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Portugal regista hoje mais 12 mortes associadas à covid-19, 5.062 infeções com o coronavírus SARS-CoV-2 e uma redução dos internamentos em enfermaria indica a Direção-Geral da Saúde (DGS).

O boletim epidemiológico diário da DGS contabiliza hoje 905 pessoas internadas, menos 38 do que na sexta-feira, das quais 147 estão em unidades de cuidados intensivos, as mesmas do dia anterior.

Segundo os dados da autoridade de saúde, registaram-se uma morte na faixa etária entre os 50 e os 59 anos, duas entre os 60 e os 69 anos, cinco entre os 70 e os 79 anos e quatro com mais de 80 anos.

Das 12 mortes, três ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo, três no Centro, duas no Norte, três no Algarve e uma nos Açores.

Lisboa e Vale do Tejo é a região com mais novos casos diagnosticados nas últimas 24 horas (2.223), seguindo-se o Norte (1.360), o Centro (836), o Algarve (273), a Madeira (197), o Alentejo (133) e os Açores (40).

O maior número de óbitos continua a concentrar-se entre os idosos com mais de 80 anos (12.186), seguindo-se as faixas etárias entre os 70 e os 79 anos (4.051) e entre os 60 e os 69 anos (1.716).

Há agora 70.440 casos ativos de covid-19, mais 34 do que na sexta-feira, e recuperaram da doença 5.016 pessoas, o que aumenta o total nacional de recuperados para 1.131.643.

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Em relação ao dia anterior, as autoridades de saúde têm mais 1.508 contactos em vigilância, totalizando 99.081 pessoas.

O maior número de novos casos diagnosticados é da faixa etária entre os 20 e os 29 anos (942), seguido dos 40 aos 49 anos (858), dos 30 aos 39 anos (840), dos 50 aos 59 anos (608), dos 10 aos 19 anos (584), dos zero aos 09 anos (578), dos 60 aos 69 anos (377), dos 70 aos 79 anos (175) e dos idosos com mais de 80 anos (100).

Desde o início da pandemia, em março de 2020, a região de Lisboa e Vale do Tejo registou 465.051 casos e 7.909 mortes.

Na região Norte registaram-se 454.129 infeções e 5.727 óbitos e a região Centro tem agora um total acumulado de 175.739 infeções e 3.318 mortes.

O Algarve totaliza 53.977 contágios e 557 óbitos e o Alentejo soma 44.386 casos e 1.077 mortos por covid-19.

A Região Autónoma da Madeira contabilizou, nas últimas 24 horas, segundo a DGS, 197 novos casos, somando 16.933 infeções e 115 mortes, e os Açores registaram 40 novos contágios, totalizando 10.621 e 50 mortes.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

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Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.753 pessoas e foram contabilizados 1.220.836 casos de infeção, segundo dados da DGS.

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Covid-19

EMA avalia pedido para comercialização de medicamento para casos leves e moderados de Covid-19

A Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla em inglês) anunciou hoje que está a avaliar o pedido da farmacêutica Pfizer para a comercialização do medicamento Paxlovid, destinado a casos leves e moderados de covid-19.

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A Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla em inglês) anunciou hoje que está a avaliar o pedido da farmacêutica Pfizer para a comercialização do medicamento Paxlovid, destinado a casos leves e moderados de covid-19.

“A EMA começou a avaliar um pedido de autorização condicional de comercialização para o medicamento antiviral oral Paxlovid” apresentado pela Pfizer Europe MA EEIG, adiantou o regulador europeu em comunicado.

Segundo a EMA, a avaliação vai incidir sobre os riscos e benefícios deste medicamento para casos leves ou moderados de covid-19 em adultos e adolescentes a partir dos 12 anos e que apresentem um significativo risco de agravamento da doença.

“A EMA avaliará os benefícios e os riscos do Paxlovid dentro de um prazo reduzido e poderá emitir um parecer dentro de semanas”, caso os dados apresentados sejam suficientemente sólidos, referiu o regulador.

De acordo com o comunicado, este prazo só é possível porque o Comité de Medicamentos Humanos (CHMP) já efetuou a revisão contínua do Paxlovid, um instrumento regulatório para acelerar a avaliação de um novo medicamento em situações de emergência de saúde pública, que incluiu dados de estudos laboratoriais, em animais e clínicos.

O CHMP avaliou também os resultados provisórios do estudo principal sobre a utilização de Paxlovid em doentes não hospitalizados e não vacinados que apresentavam doença sintomática e pelo menos uma doença subjacente, que os colocava em risco de covid-19 grave.

Caso os dados adicionais apresentados sejam suficientes para o CHMP concluir que os benefícios do Paxlovid superam os riscos, a EMA trabalhará com a Comissão Europeia para “acelerar a decisão de concessão de uma autorização de introdução no mercado condicional em todos os Estados-membros”, assegurou o regulador.

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O Paxlovid é um medicamento antiviral oral que reduz a capacidade do SARS-CoV-2 (o coronavírus que causa a covid-19) de se multiplicar no corpo.

O regulador espera que o Paxlovid reduza a necessidade de hospitalização em doentes com covid-19.

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DGS permite autotestes para acesso a grandes eventos

O acesso a eventos de grande dimensão (desportivos, culturais ou corporativos) está dependente da apresentação de um teste negativo à covid-19, que, de acordo com a Direção-Geral da Saúde (DGS), poderá ser um autoteste realizado à entrada.

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O acesso a eventos de grande dimensão (desportivos, culturais ou corporativos) está dependente da apresentação de um teste negativo à covid-19, que, de acordo com a Direção-Geral da Saúde (DGS), poderá ser um autoteste realizado à entrada.

Na semana passada, o primeiro-ministro anunciou, em conferência de imprensa no final do Conselho de Ministros, que a partir de hoje passava a ser exigido teste negativo obrigatório para acesso a grandes eventos a quem não tem dose de reforço há mais de 14 dias.

Na orientação relativa a eventos de grande dimensão (desportivos, culturais, corporativos e outros), atualizada no domingo, a DGS define que o acesso a estes eventos está dependente da apresentação de teste ou autoteste, “realizado no momento, à porta do estabelecimento que se pretende frequentar, sob supervisão e verificação dos trabalhadores responsáveis pelo acesso a estes espaços”.

Há exceções: como se lê na orientação 014/2021, fica dispensado de apresentar um teste negativo para o acesso a grandes eventos quem apresentar certificado digital covid da União Europeia na modalidade de certificado de recuperação, quem demonstrar ter sido vacinado há pelo menos 14 dias com uma dose de reforço e quem tiver menos de 12 anos.

A orientação da DGS define como eventos de grande dimensão “aqueles que reúnam ou possam reunir a partir de cinco mil pessoas em local aberto ou de mil pessoas em local fechado”.

Neste tipo de eventos, “é fortemente recomendado a não ingestão de quaisquer alimentos ou bebidas no interior das salas”.

Na semana passada, o Governo anunciou também que, a partir de hoje, o acesso a espetáculos culturais e eventos com lugares marcados voltaria a estar dependente da apresentação de certificado digital ou teste negativo.

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A orientação 028/2020 da DGS, referente aos eventos culturais, atualizada no domingo, estabelece que o acesso a eventos culturais depende da apresentação de certificado digital covid da União Europeia, comprovativo de vacinação “que ateste o esquema vacinal completo, há pelo menos 14 dias”, comprovativo da realização de teste com resultado negativo ou autoteste, “realizado no momento, à porta do estabelecimento que se pretende frequentar, sob supervisão e verificação dos trabalhadores responsáveis pelo acesso a estes espaços”.

Também aqui, “é fortemente recomendado a não ingestão de quaisquer alimentos ou bebidas no interior das salas sendo obrigatória a utilização de máscara facial”, o que significa que é permitida a venda de pipocas nas salas de cinema.

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