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Covid-19: Portugal com 54.693 novas infeções e 56 mortes nas últimas 24 horas

Portugal registou 54.693 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas e mais 56 mortes associadas à covid-19, indica a Direção-Geral da Saúde (DGS)

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Portugal registou 54.693 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas e mais 56 mortes associadas à covid-19, indica a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o boletim epidemiológico diário, hoje estão internadas 2.442 pessoas, mais cinco do que na terça-feira, 149 das quais em unidades de cuidados intensivos, menos seis, sendo que nem todos os internamentos se devem à covid-19, podendo ser motivados por outras patologias.

O número de casos ativos voltou a aumentar, havendo agora 613.013, mais 20.648 do que na terça-feira, e nas últimas 24 horas foram dadas como recuperadas 33.989 pessoas, passando a contabilizar um total de 2.112.346.

Nas últimas 24 horas foram colocados em vigilância mais 6.390 contactos, que totalizam agora 645.697.

Desde março de 2020 foram infetadas em Portugal 2.745.383 pessoas com o SARS-CoV-2 e foram declaradas 20.024 mortes associadas à covid-19.

Das mortes com covid-19 nas últimas 24 horas, 24 ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo, 12 no Norte, 12 na região Centro, quatro na Região Autónoma da Madeira, duas na Região Autónoma dos Açores, uma no Alentejo e uma no Algarve.

Por idades, duas das pessoas com covid-19 que morreram tinham entre 40 e 49 anos, quatro pessoas tinham entre 60 e 69 anos, 10 entre 70 e 79 anos e 40 tinham 80 anos ou mais.

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A maior parte dos novos contágios foi diagnosticada na região Norte, com 22.061 infeções, totalizando agora 1.060.869 casos desde o início da pandemia e 6.087 mortes associadas à covid-19.  

Na região de Lisboa há mais 15.613 infeções, totalizando 996.552 contágios e 8.422 mortes associadas à covid-19 desde março de 2020, enquanto a região Centro regista 10.763 novos casos (389.740 no total e 3.523 mortes).

No Algarve foram infetadas nas últimas 24 horas mais 2.533 pessoas (total de 105.676 contágios e 638 mortes com covid-19) e no Alentejo mais 1.857 (total de 91.089 casos e 1.128 mortes).

Na região autónoma dos Açores foram diagnosticadas 1.329 infeções nas últimas 24 horas, para um total de 35.954 casos desde o início da pandemia e 62 mortes atribuídas à covid-19, enquanto na Madeira se registaram 537 novos contágios, num total de 65.503 e 164 mortes com covid-19.

Por idades, 10.085 dos contágios nas últimas 24 horas verificaram-se em pessoas entre os 40 e os 49 anos, 9.384 na faixa etária dos 30 aos 39, 9.291 entre os 10 e os 19 anos, 7.945 em crianças até aos nove anos de idade, 4.700 entre 50 e 59 anos, 2.869 entre 60 e 69 anos, 1.801 entre 70 e 79 anos e 1.377 em pessoas com 80 anos ou mais.

O SARS-CoV-2 já infetou pelo menos 1.284.829 homens e 1.458.040 mulheres em Portugal, havendo ainda 2.514 casos de sexo desconhecido que estão sob investigação, uma vez que estes dados não são fornecidos de forma automática.

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Covid-19

Média diária aumenta para 22.805 casos de infeções com covid-19

A média de infeções aumentou de 14.400 para 22.805 casos diários em Portugal e o Norte regista um índice de transmissibilidade (Rt) do coranavírus de 1,30, o mais alto de todas as regiões

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A média de infeções aumentou de 14.400 para 22.805 casos diários em Portugal e o Norte regista um índice de transmissibilidade (Rt) do coranavírus de 1,30, o mais alto de todas as regiões, indica hoje o INSA.

Segundo o relatório semanal do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) sobre a evolução da covid-19 no país, o Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus — atingiu os 1,23 a nível nacional e 1,24 em Portugal continental no período entre 09 e 13 de maio.

Os dados hoje divulgados avançam ainda que o número médio de casos diários de infeção a cinco dias passou dos 14.400 para os 22.805 em Portugal, sendo ligeiramente mais baixo (21.980) no continente.

Por regiões, a Madeira é a única que apresenta um Rt abaixo do limiar de 1, apesar de ter registado um aumento de 0,86 para 0,99.

Este indicador é mais alto no Norte, que passou de 1,17 para 1,30, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 1,23, o Centro com 1,17, o Algarve com 1,15, os Açores com 1,14 e o Alentejo com 1,13.

“Todas as regiões, à exceção da região autónoma da Madeira, apresentam a média do índice de transmissibilidade (cinco dias) superior a 1, o que indica uma tendência crescente” de novas infeções, alerta o INSA.

De acordo com o documento, todas as regiões registam também uma taxa de incidência bastante superior a 960 casos por 100 mil habitantes em 14 dias, sendo a mais elevada nos Açores (2.933,1), seguindo-se o Centro (2.797,2), o Alentejo (2.678,5), o Norte (2.505,9), Lisboa e Vale do Tejo (1.888), o Algarve (1.842,1) e a Madeira (962,1).

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O INSA estima que, desde o início da pandemia e até 13 de maio, Portugal tenha registado 4.118.509 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 que provoca a covid-19.

C/Lusa

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Covid-19

Covid-19: Portugal registou quase 250 mil casos desde o fim da máscara

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Portugal registou quase 250 mil infeções pelo SARS-CoV-2 desde que a máscara deixou de ser obrigatória, em 22 de abril, cerca de 75 mil mais do que nos vinte dias anteriores, indicam dados da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Contabilizando os números diários da DGS, nos últimos vinte dias – desde que o uso de máscara deixou de ser obrigatório e até quarta-feira -, registaram-se 248.603 novas infeções, o que representa um aumento de 43,5% em relação aos 173.183 casos notificados no mesmo número de dias anteriores, ou seja, entre 02 e 21 de abril.

O matemático do Instituto Superior Técnico (IST) Henrique Oliveira disse à Lusa que estes dados demonstram uma recente “aceleração drástica” do número de casos, ao adiantar que a “janela de cinco dias” entre 07 e 11 de maio totaliza cerca de 90 mil infeções, quase o dobro das cerca de 49 mil registadas no período entre 17 e 21 de abril, ainda antes da eliminação do uso de máscara.

O número de casos registou um aumento significativo nos últimos três dias, passando a barreira dos 20 mil diários, com 20.486 na segunda-feira, 24.572 na terça-feira e 24.866 na quarta-feira.

Os mesmos dados indicam ainda que, desde que foi levantada a obrigatoriedade do uso da máscara, morreram 390 pessoas em Portugal, o que dá uma média de 19,5 óbitos diários por covid-19 nos últimos vinte dias.

De acordo com os números da DGS, desde segunda-feira, registaram-se 81 mortes no país por covid-19, 29 na segunda-feira, 27 na terça-feira e 25 na quarta-feira.

Na comparação dos períodos homólogos – entre 22 de abril e 11 de maio de 2021 e de 2022 -, os dados da autoridade de saúde mostram uma situação epidemiológica substancialmente diferente no país.

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Nesse período de 2021, registaram-se 7.753 casos de infeção pelo SARS-CoV-2, menos 240.850 do que no mesmo período deste ano, e 42 mortes, menos 348 do que nos últimos vinte dias.

Henrique Oliveira, um dos autores do Indicador de Avaliação da Pandemia do IST e da Ordem dos Médicos, adiantou ainda que uma análise matemática à evolução das ondas pandémicas já registadas em Portugal indica que o intervalo temporal entre cada uma dessas vagas “é de exatamente 115 dias”.

“Isso tem-se verificado de forma muito regular. As autoridades devem contar com ciclos entre 110 e 120 dias de intervalo entre as ondas causadas pela covid-19. Mais uma vez, esta lei empírica está a verificar-se”, tendo em conta que o país pode estar a caminho da sexta vaga da pandemia, afirmou o especialista.

De acordo com o último relatório do grupo de trabalho do IST que acompanha a evolução da pandemia, a incidência em média a sete dias aumentou de 8.763 para 14.267 casos desde 19 de abril, o que se deve “à retirada abrupta do uso de máscara em quase todos os contextos e à nova linhagem BA.5 da variante Ómicron que começa a instalar-se” no país.

Apesar do aumento de casos diários nas últimas semanas, o relatório da última sexta-feira da DGS e do Instituto Ricardo Jorge indicava que o número de pessoas com covid-19 internadas nos cuidados intensivos dos hospitais do continente correspondia a 23,5% do valor crítico definido de 255 camas ocupadas.

O uso generalizado de máscaras deixou de ser obrigatório em 22 de abril, com exceção dos estabelecimentos de saúde, incluindo farmácias comunitárias, assim como nos lares de idosos, serviços de apoio domiciliário, unidades de cuidados continuados e transportes coletivos de passageiros.

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