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Covid-19

Covid-19: Portugal com 41.511 novas infeções e redução de internamentos

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Portugal registou 41.511 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas, mais 44 mortes associadas à covid-19, mas uma redução de internamentos, indica a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o boletim epidemiológico diário, hoje estão internadas 2.409 pessoas, menos 36 do que na sexta-feira, e 169 estão em unidades de cuidados intensivos, menos cinco, sendo que nem todos os internamentos se devem à covid-19, podendo ser motivados por outras patologias apesar da existência de infeção com SARS-CoV-2.

O número de casos ativos diminuiu, havendo agora 637.821, menos 4.972 do que na sexta-feira, e nas últimas 24 horas foram dadas como recuperadas 46.439 pessoas, passando a contabilizar um total de 2.226.548.

Das 44 mortes registadas nas últimas 24 horas, 17 ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo, 13 no Norte, nove no Centro, duas no Alentejo, uma no Algarve e duas nos Açores.

A maior parte das vítimas mortais com covid-19 tinha mais de 80 anos (27), seguidas dos 70 aos 79 anos (12) e depois registaram-se duas mortes nos dois grupos etários dos 40 aos 49 e dos 50 aos 59 anos, tendo ainda falecido um homem sexagenário. 

O Norte continua a região do país com mais novos casos diários, com 15.984 infeções, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo, com mais 11.856, o Centro (8.265), o Algarve (1.898), Alentejo (1.806), Açores (1.097) e a Madeira (605).

Nas últimas 24 horas foram colocados em vigilância mais 5.359 contactos, que totalizam agora 665.706.

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Segundo a DGS, desde março de 2020 foram infetadas em Portugal 2.884.540 pessoas com o SARS-CoV-2 e foram declaradas 20.171 mortes associadas à covid-19.

O maior número de novos casos diagnosticados situa-se nos grupos etários entre os 40 e os 49 anos e dos 10 aos 19 anos (ambos com 7.237 novas infeções), seguindo-se o dos 30 aos 39 anos (6.797) , dos 20 e 29 anos (5.858), até aos 09 anos (5.129), entre os 50 aos 59 anos (3.875), entre os 60 e os 69 anos (2.455), entre os 70 e 79 anos (1.610) e dos idosos com mais de 80 anos (1.317).

Desde o início da pandemia, em março de 2020, a região de Lisboa e Vale do Tejo registou 1.036.682 casos e 8.474 mortes.

Na região Norte registaram-se 1.115.235 infeções e 6.134 óbitos e a região Centro tem agora um total acumulado de 416.658 infeções e 3.548 mortes.

O Algarve totaliza 111.877 contágios e 646 óbitos e o Alentejo soma 97.119 casos e 1.131 mortos por covid-19.

A Região Autónoma da Madeira soma desde o início da pandemia 67.216 infeções e 170 mortes e o arquipélago dos Açores 39.753 casos e 68 óbitos.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

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De acordo com DGS, foram contabilizados 1.348.772 casos de infeção em homens e 1.533.156 em mulheres, havendo 2.612 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

Desde março de 2020 morreram 10.613 homens e 9.558 mulheres de covid-19.

A covid-19 provocou pelo menos 5.710.711 de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse

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Covid-19

Média diária aumenta para 22.805 casos de infeções com covid-19

A média de infeções aumentou de 14.400 para 22.805 casos diários em Portugal e o Norte regista um índice de transmissibilidade (Rt) do coranavírus de 1,30, o mais alto de todas as regiões

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A média de infeções aumentou de 14.400 para 22.805 casos diários em Portugal e o Norte regista um índice de transmissibilidade (Rt) do coranavírus de 1,30, o mais alto de todas as regiões, indica hoje o INSA.

Segundo o relatório semanal do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) sobre a evolução da covid-19 no país, o Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus — atingiu os 1,23 a nível nacional e 1,24 em Portugal continental no período entre 09 e 13 de maio.

Os dados hoje divulgados avançam ainda que o número médio de casos diários de infeção a cinco dias passou dos 14.400 para os 22.805 em Portugal, sendo ligeiramente mais baixo (21.980) no continente.

Por regiões, a Madeira é a única que apresenta um Rt abaixo do limiar de 1, apesar de ter registado um aumento de 0,86 para 0,99.

Este indicador é mais alto no Norte, que passou de 1,17 para 1,30, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 1,23, o Centro com 1,17, o Algarve com 1,15, os Açores com 1,14 e o Alentejo com 1,13.

“Todas as regiões, à exceção da região autónoma da Madeira, apresentam a média do índice de transmissibilidade (cinco dias) superior a 1, o que indica uma tendência crescente” de novas infeções, alerta o INSA.

De acordo com o documento, todas as regiões registam também uma taxa de incidência bastante superior a 960 casos por 100 mil habitantes em 14 dias, sendo a mais elevada nos Açores (2.933,1), seguindo-se o Centro (2.797,2), o Alentejo (2.678,5), o Norte (2.505,9), Lisboa e Vale do Tejo (1.888), o Algarve (1.842,1) e a Madeira (962,1).

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O INSA estima que, desde o início da pandemia e até 13 de maio, Portugal tenha registado 4.118.509 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 que provoca a covid-19.

C/Lusa

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Covid-19

Covid-19: Portugal registou quase 250 mil casos desde o fim da máscara

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Portugal registou quase 250 mil infeções pelo SARS-CoV-2 desde que a máscara deixou de ser obrigatória, em 22 de abril, cerca de 75 mil mais do que nos vinte dias anteriores, indicam dados da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Contabilizando os números diários da DGS, nos últimos vinte dias – desde que o uso de máscara deixou de ser obrigatório e até quarta-feira -, registaram-se 248.603 novas infeções, o que representa um aumento de 43,5% em relação aos 173.183 casos notificados no mesmo número de dias anteriores, ou seja, entre 02 e 21 de abril.

O matemático do Instituto Superior Técnico (IST) Henrique Oliveira disse à Lusa que estes dados demonstram uma recente “aceleração drástica” do número de casos, ao adiantar que a “janela de cinco dias” entre 07 e 11 de maio totaliza cerca de 90 mil infeções, quase o dobro das cerca de 49 mil registadas no período entre 17 e 21 de abril, ainda antes da eliminação do uso de máscara.

O número de casos registou um aumento significativo nos últimos três dias, passando a barreira dos 20 mil diários, com 20.486 na segunda-feira, 24.572 na terça-feira e 24.866 na quarta-feira.

Os mesmos dados indicam ainda que, desde que foi levantada a obrigatoriedade do uso da máscara, morreram 390 pessoas em Portugal, o que dá uma média de 19,5 óbitos diários por covid-19 nos últimos vinte dias.

De acordo com os números da DGS, desde segunda-feira, registaram-se 81 mortes no país por covid-19, 29 na segunda-feira, 27 na terça-feira e 25 na quarta-feira.

Na comparação dos períodos homólogos – entre 22 de abril e 11 de maio de 2021 e de 2022 -, os dados da autoridade de saúde mostram uma situação epidemiológica substancialmente diferente no país.

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Nesse período de 2021, registaram-se 7.753 casos de infeção pelo SARS-CoV-2, menos 240.850 do que no mesmo período deste ano, e 42 mortes, menos 348 do que nos últimos vinte dias.

Henrique Oliveira, um dos autores do Indicador de Avaliação da Pandemia do IST e da Ordem dos Médicos, adiantou ainda que uma análise matemática à evolução das ondas pandémicas já registadas em Portugal indica que o intervalo temporal entre cada uma dessas vagas “é de exatamente 115 dias”.

“Isso tem-se verificado de forma muito regular. As autoridades devem contar com ciclos entre 110 e 120 dias de intervalo entre as ondas causadas pela covid-19. Mais uma vez, esta lei empírica está a verificar-se”, tendo em conta que o país pode estar a caminho da sexta vaga da pandemia, afirmou o especialista.

De acordo com o último relatório do grupo de trabalho do IST que acompanha a evolução da pandemia, a incidência em média a sete dias aumentou de 8.763 para 14.267 casos desde 19 de abril, o que se deve “à retirada abrupta do uso de máscara em quase todos os contextos e à nova linhagem BA.5 da variante Ómicron que começa a instalar-se” no país.

Apesar do aumento de casos diários nas últimas semanas, o relatório da última sexta-feira da DGS e do Instituto Ricardo Jorge indicava que o número de pessoas com covid-19 internadas nos cuidados intensivos dos hospitais do continente correspondia a 23,5% do valor crítico definido de 255 camas ocupadas.

O uso generalizado de máscaras deixou de ser obrigatório em 22 de abril, com exceção dos estabelecimentos de saúde, incluindo farmácias comunitárias, assim como nos lares de idosos, serviços de apoio domiciliário, unidades de cuidados continuados e transportes coletivos de passageiros.

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