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Covid-19: Portugal com 38.734 infeções, 17 mortes e mais internamentos nas últimas 24 horas

Portugal registou 38.734 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas, mais 17 mortes associadas à covid-19 e um novo aumento nos internamentos, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

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Portugal registou 38.734 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas, mais 17 mortes associadas à covid-19 e um novo aumento nos internamentos, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

O relatório da situação epidemiológica da Direção-Geral da Saúde aponta um novo aumento do número de pessoas internadas em enfermaria, contabilizando hoje 1.353 internamentos em enfermaria, mais 42 do que na quinta-feira, e mais três nas unidades de cuidados intensivos, totalizando agora 161.

Os casos ativos voltaram a aumentar nas últimas 24 horas, totalizando 254.240, mais 6.800 do que na quinta-feira, e recuperaram da doença 31.917 pessoas, o que aumenta o total nacional de recuperados para 1.304.473.

Das 17 mortes – uma das quais na faixa etária dos 30 aos 39 anos -, nove ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo, quatro na região Norte, uma no Centro, outra no Alentejo, uma outra no Algarve e uma na Madeira.

Comparativamente com a situação registada em Portugal no mesmo dia há um ano, em que foram contabilizadas 9.927 novas infeções, o país tem hoje mais 28.807 novos casos.

Nesta comparação, o número de internamentos é significativamente inferior, uma vez que há um ano estavam internadas 3.333 pessoas, 514 das quais em cuidados intensivos, havendo também agora menos óbitos (no mesmo dia de 2021, o boletim da DGS contabilizava 95 mortes nas 24 horas anteriores).

Lisboa e Vale do Tejo continua a ser a região com mais novos casos diagnosticados nas últimas 24 horas, 15.606, seguindo-se o Norte (14.689), o Centro (4.558), a Madeira (1.526), o Alentejo (1.126), o Algarve (940) e os Açores (289).

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Em relação ao dia anterior, as autoridades de saúde têm mais 13.028 contactos em vigilância, totalizando 214.032 pessoas.

Segundo os dados da DGS, seis das 17 vítimas mortais tinham mais de 80 anos, sete estavam na faixa etária dos 70 aos 79 anos, duas tinham entre os 60 e os 69, uma entre os 50 e os 59 anos e outro encontrava-se no grupo etário dos 30 aos 39 anos.

O maior número de óbitos desde o início da pandemia concentra-se nos idosos com mais de 80 anos (12.335), seguindo-se as faixas etárias entre os 70 e os 79 anos (4.137) e entre os 60 e os 69 anos (1.756).

O maior número de novos casos diagnosticados situa-se no grupo etário entre os 20 e os 29 anos (7.279), seguido dos 40 e 49 anos (7.074), entre os 30 e 39 anos (6.689), entre os 50 e 59 anos (5.622, entre os 10 e 19 anos (4.516), entre os 60 e 69 anos (2.925), entre os 0 e os 09 anos (2.452), entre os 70 e 79 anos (1.428) e dos idosos com mais de 80 anos (752).

Desde o início da pandemia, em março de 2020, a região de Lisboa e Vale do Tejo registou 625.306 casos e 8.022 mortes.

Na região Norte registaram-se 573.001 infeções e 5.803 óbitos e a região Centro tem agora um total acumulado de 217.732 infeções e 3.379 mortes.

O Algarve totaliza 64.088 contágios e 592 óbitos e o Alentejo soma 54.124 casos e 1.092 mortos por covid-19.

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A Região Autónoma da Madeira soma desde o início da pandemia 29.237 infeções e 129 mortes e o arquipélago dos Açores 14.296 casos e 54 óbitos.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 19.071 pessoas, 10.027 eram homens e 9.044 mulheres.

Já foram contabilizados 1.577.784 casos de infeção, dos quais 739.285 homens e 836.867 mulheres, havendo 1.546 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

A covid-19 provocou 5.470.916 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, em novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.

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Covid-19

Campanha de vacinação de outono contra a covid-19 pode já incluir vacinas adaptadas

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A campanha de vacinação de outono contra a covid-19 e a gripe poderá já incluir as vacinas adaptadas à variante Ómicron do SARS-CoV-2, caso os ensaios clínicos o permitam, disse hoje em Penafiel a ministra da Saúde, Marta Temido.

“Se essas vacinas adaptadas estiverem disponíveis para a campanha de outono, faremos a campanha de outono, em função, naturalmente, de uma validação técnica e clinica”, disse hoje aos jornalistas Marta Temido em Penafiel, no distrito do Porto.

Frisando não querer “nem condicionar nem estar aqui a precipitar” as análises necessárias, a ministra vincou que caso seja possível a campanha de outono será feita “com base nessas vacinas”.

“Resta saber quais são os resultados dos ensaios clínicos com essas vacinas, porque essas vacinas adaptadas apenas agora em junho iriam entrar em ensaios clínicos, e portanto nós precisamos de perceber os resultados desses ensaios para, no fundo, perceber a sua eventual vantagem”, sustentou.

A ministra referiu que Portugal está envolvido no processo de compra das vacinas adaptadas, que a Agência Europeia dos Medicamentos (EMA) anunciou na quinta-feira poderem ser aprovadas em setembro.

Marta Temido, que falava no Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Vale do Sousa Sul após a assinatura de autos de transferência no âmbito do processo de descentralização de competências para as autarquias, acrescentou que já foram adquiridos “mais de 15 milhões de euros de vacinas para a gripe para a próxima época gripal, portanto outono/inverno de 2022/23”.

“O plano neste momento é a administração mais combinada possível das atuais vacinas [covid-19] e das vacinas para a gripe”, ressalvou, com o objetivo de proteger primeiro os mais vulneráveis, mas admitiu que se houver alterações serão precisos ajustamentos. “Os planos também são feitos com essa latitude”.

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Marta Temido disse ainda que o núcleo de vacinação irá apresentar o plano ainda esta semana.

Quanto ao processo de vacinação da quarta dose para os idosos, e depois de terem sido atingidos, no sábado, 200 mil vacinados, o objetivo “é ter este grupo vacinado o mais depressa possível, e garantidamente neste mês”.

“Já o sabemos dos anteriores processos de vacinação que esta população é mais difícil de vacinar, pelas questões associadas à mobilidade, à necessidade de apoio, muitas vezes da família ou dos municípios, para se deslocarem, portanto é um processo que é difícil”, sustentou.

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Média diária aumenta para 22.805 casos de infeções com covid-19

A média de infeções aumentou de 14.400 para 22.805 casos diários em Portugal e o Norte regista um índice de transmissibilidade (Rt) do coranavírus de 1,30, o mais alto de todas as regiões

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A média de infeções aumentou de 14.400 para 22.805 casos diários em Portugal e o Norte regista um índice de transmissibilidade (Rt) do coranavírus de 1,30, o mais alto de todas as regiões, indica hoje o INSA.

Segundo o relatório semanal do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) sobre a evolução da covid-19 no país, o Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus — atingiu os 1,23 a nível nacional e 1,24 em Portugal continental no período entre 09 e 13 de maio.

Os dados hoje divulgados avançam ainda que o número médio de casos diários de infeção a cinco dias passou dos 14.400 para os 22.805 em Portugal, sendo ligeiramente mais baixo (21.980) no continente.

Por regiões, a Madeira é a única que apresenta um Rt abaixo do limiar de 1, apesar de ter registado um aumento de 0,86 para 0,99.

Este indicador é mais alto no Norte, que passou de 1,17 para 1,30, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 1,23, o Centro com 1,17, o Algarve com 1,15, os Açores com 1,14 e o Alentejo com 1,13.

“Todas as regiões, à exceção da região autónoma da Madeira, apresentam a média do índice de transmissibilidade (cinco dias) superior a 1, o que indica uma tendência crescente” de novas infeções, alerta o INSA.

De acordo com o documento, todas as regiões registam também uma taxa de incidência bastante superior a 960 casos por 100 mil habitantes em 14 dias, sendo a mais elevada nos Açores (2.933,1), seguindo-se o Centro (2.797,2), o Alentejo (2.678,5), o Norte (2.505,9), Lisboa e Vale do Tejo (1.888), o Algarve (1.842,1) e a Madeira (962,1).

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O INSA estima que, desde o início da pandemia e até 13 de maio, Portugal tenha registado 4.118.509 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 que provoca a covid-19.

C/Lusa

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