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Covid-19: Portugal com 3.205 novos casos e oito mortes nas últimas 24 horas

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Portugal regista hoje mais 3.205 novos casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 e oito mortes associadas à covid-19, além de um novo aumento do número de internados em enfermaria, segundo dados oficiais.

De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgado hoje, estão agora internadas 705 pessoas, mais 14 do que na quinta-feira, das quais 100 em unidades de cuidados intensivos, menos três.

Das oito mortes, três ocorreram no Centro, três em Lisboa e Vale do Tejo e duas no Norte.

Os dados precisam que as vítimas mortais têm entre 70 e 79 anos (dois homens) e mais de 80 anos (quatro homens e duas mulheres).

O maior número de óbitos continua a concentrar-se entre os idosos com mais de 80 anos (11.991), seguindo-se as faixas etárias entre os 70 e os 79 anos (3.947) e entre os 60 e os 69 anos (1.676).

Entre as novas infeções destaca-se a faixa etária dos 40 aos 49 anos (mais 529 casos), seguida dos 20 aos 29 (446), dos 30 aos 39 (435), dos 0 aos 9 anos (418), dos 50 aos 59 anos (391), dos 60 aos 69 anos (350), dos 10 ais 19 anos (346), dos 70 aos 79 anos (207) e dos mais de 80 anos (83).

Segundo o boletim da DGS, nas últimas 24 horas, o maior número de infeções ocorreu na região de Lisboa e Vale do Tejo, com 1.031 notificações, contabilizando esta área geográfica, desde o início da crise pandémica, 436.886 casos e 7.811 mortos.

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Na região Norte, registaram-se mais 926 casos, totalizando 428.389 e 5.639 óbitos.

De acordo com o relatório diário sobre a situação epidemiológica, foram registados mais 774 casos de covid-19 na região Centro, perfazendo um total de 157.244 infeções e 3.246 mortos.

O Algarve notificou mais 292 casos, acumulando 47.685 contágios e 501 óbitos.

Os dados apontam também a existência de mais 74 novos casos de infeção no Alentejo, que soma 42.011 contágios e 1.059 mortos desde o início da pandemia, em março de 2020.

Já a região Autónoma da Madeira contabilizou, nas últimas 24 horas, 91 novos casos, somando 14.222 infeções e 89 mortes, e os Açores mais 17 novos casos, totalizando 9.992 contágios e 48 mortes.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

Nas últimas 24 horas, registaram-se mais 1.355 casos ativos, somando 50.880, e mais 1.842 recuperados, o que aumenta o total nacional para 1.067.173 pessoas.

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Em relação a quinta-feira, as autoridades de saúde têm mais 3.834 contactos em vigilância, totalizando 56.597.

O novo coronavírus já infetou em Portugal pelo menos 1.136.446 pessoas – 527.413 homens e 608.249 mulheres -, indicam os dados da DGS, segundo os quais há 784 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

Entre as 18.393 vítimas mortais registadas desde o início da pandemia, estão 9.631 homens e 8.762 mulheres.

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Covid-19

EMA avalia pedido para comercialização de medicamento para casos leves e moderados de Covid-19

A Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla em inglês) anunciou hoje que está a avaliar o pedido da farmacêutica Pfizer para a comercialização do medicamento Paxlovid, destinado a casos leves e moderados de covid-19.

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A Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla em inglês) anunciou hoje que está a avaliar o pedido da farmacêutica Pfizer para a comercialização do medicamento Paxlovid, destinado a casos leves e moderados de covid-19.

“A EMA começou a avaliar um pedido de autorização condicional de comercialização para o medicamento antiviral oral Paxlovid” apresentado pela Pfizer Europe MA EEIG, adiantou o regulador europeu em comunicado.

Segundo a EMA, a avaliação vai incidir sobre os riscos e benefícios deste medicamento para casos leves ou moderados de covid-19 em adultos e adolescentes a partir dos 12 anos e que apresentem um significativo risco de agravamento da doença.

“A EMA avaliará os benefícios e os riscos do Paxlovid dentro de um prazo reduzido e poderá emitir um parecer dentro de semanas”, caso os dados apresentados sejam suficientemente sólidos, referiu o regulador.

De acordo com o comunicado, este prazo só é possível porque o Comité de Medicamentos Humanos (CHMP) já efetuou a revisão contínua do Paxlovid, um instrumento regulatório para acelerar a avaliação de um novo medicamento em situações de emergência de saúde pública, que incluiu dados de estudos laboratoriais, em animais e clínicos.

O CHMP avaliou também os resultados provisórios do estudo principal sobre a utilização de Paxlovid em doentes não hospitalizados e não vacinados que apresentavam doença sintomática e pelo menos uma doença subjacente, que os colocava em risco de covid-19 grave.

Caso os dados adicionais apresentados sejam suficientes para o CHMP concluir que os benefícios do Paxlovid superam os riscos, a EMA trabalhará com a Comissão Europeia para “acelerar a decisão de concessão de uma autorização de introdução no mercado condicional em todos os Estados-membros”, assegurou o regulador.

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O Paxlovid é um medicamento antiviral oral que reduz a capacidade do SARS-CoV-2 (o coronavírus que causa a covid-19) de se multiplicar no corpo.

O regulador espera que o Paxlovid reduza a necessidade de hospitalização em doentes com covid-19.

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DGS permite autotestes para acesso a grandes eventos

O acesso a eventos de grande dimensão (desportivos, culturais ou corporativos) está dependente da apresentação de um teste negativo à covid-19, que, de acordo com a Direção-Geral da Saúde (DGS), poderá ser um autoteste realizado à entrada.

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O acesso a eventos de grande dimensão (desportivos, culturais ou corporativos) está dependente da apresentação de um teste negativo à covid-19, que, de acordo com a Direção-Geral da Saúde (DGS), poderá ser um autoteste realizado à entrada.

Na semana passada, o primeiro-ministro anunciou, em conferência de imprensa no final do Conselho de Ministros, que a partir de hoje passava a ser exigido teste negativo obrigatório para acesso a grandes eventos a quem não tem dose de reforço há mais de 14 dias.

Na orientação relativa a eventos de grande dimensão (desportivos, culturais, corporativos e outros), atualizada no domingo, a DGS define que o acesso a estes eventos está dependente da apresentação de teste ou autoteste, “realizado no momento, à porta do estabelecimento que se pretende frequentar, sob supervisão e verificação dos trabalhadores responsáveis pelo acesso a estes espaços”.

Há exceções: como se lê na orientação 014/2021, fica dispensado de apresentar um teste negativo para o acesso a grandes eventos quem apresentar certificado digital covid da União Europeia na modalidade de certificado de recuperação, quem demonstrar ter sido vacinado há pelo menos 14 dias com uma dose de reforço e quem tiver menos de 12 anos.

A orientação da DGS define como eventos de grande dimensão “aqueles que reúnam ou possam reunir a partir de cinco mil pessoas em local aberto ou de mil pessoas em local fechado”.

Neste tipo de eventos, “é fortemente recomendado a não ingestão de quaisquer alimentos ou bebidas no interior das salas”.

Na semana passada, o Governo anunciou também que, a partir de hoje, o acesso a espetáculos culturais e eventos com lugares marcados voltaria a estar dependente da apresentação de certificado digital ou teste negativo.

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A orientação 028/2020 da DGS, referente aos eventos culturais, atualizada no domingo, estabelece que o acesso a eventos culturais depende da apresentação de certificado digital covid da União Europeia, comprovativo de vacinação “que ateste o esquema vacinal completo, há pelo menos 14 dias”, comprovativo da realização de teste com resultado negativo ou autoteste, “realizado no momento, à porta do estabelecimento que se pretende frequentar, sob supervisão e verificação dos trabalhadores responsáveis pelo acesso a estes espaços”.

Também aqui, “é fortemente recomendado a não ingestão de quaisquer alimentos ou bebidas no interior das salas sendo obrigatória a utilização de máscara facial”, o que significa que é permitida a venda de pipocas nas salas de cinema.

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