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Covid-19: Novos casos podem chegar aos 2.000/dia na 1.ª quinzena de dezembro

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 Especialistas da Universidade de Lisboa defendem que, se o índice de transmissibilidade (Rt) se mantiver acima de 1,1, o número de novos casos de covid-19 pode chegar aos 2.000 diários na primeira quinzena de dezembro.

Num artigo divulgado no ‘site’ da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Manuel Carmo Gomes (epidemiologista) e Carlos Antunes (matemático) dizem que o Rt se tem situado acima de 1,1 e defendem que, se se mantiver como está, “o número de novos casos deverá duplicar a cada 30 dias”, podendo chegar aos 2.000 casos diários na primeira metade de dezembro.

Lembram que, nas últimas semanas, as idades onde o risco de infeção tem sido mais elevado se situam entre os 18 e os 25 anos, seguidos das crianças com menos de 10 anos e dos jovens adultos entre 25 e 40 anos de idade, faixas que aumentaram a socialização após 01 de outubro.

Recordam ainda que tem havido surtos pontuais em lares de idosos, sublinhando que esta faixa etária não é aquela onde os nos casos mais têm aumentado, mas é a que tem maior risco de desenvolver doença grave, que pode obrigar a hospitalizações e levar à morte.

Os especialistas revelam que, desde o início de outubro, a maioria dos novos casos de infeção ocorreu já em pessoas completamente vacinadas, sublinhando que as vacinas se mantêm “altamente protetoras contra doença grave”, mas que a sua efetividade contra infeção pela variante Delta do vírus (a dominante em Portugal) é inferior a 80% e decai com o passar do tempo.

“Por exemplo, os dados relativos à vacina mais administrada em Portugal (Comirnaty®, Pfizer) mostram que em setembro ocorreram 1,7 infeções por cada 1.000 pessoas que tinham sido vacinadas em julho, enquanto para os vacinados antes de março, ocorreram 3,9/1.000 infeções”, escrevem.

Sublinham que, após cinco a seis meses pós-vacinação, o risco de infeção se acentua e, nos mais idosos ou em pessoas com comorbilidades, “têm ocorrido casos de doença grave com hospitalização e óbito”.

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Os especialistas insistem na importância do reforço vacinal e frisam que, nos mais idosos, se for suficientemente rápido, “deverá compensar o decaimento da proteção que tinham obtido por vacinação no início do ano, permitindo que atravessem o inverno com baixa probabilidade de contrair doença grave”.

No entanto, escrevem que a possibilidade de os vacinados contraírem infeção, sugere que “qualquer país terá grande dificuldade em interromper totalmente a circulação do vírus”, mesmo com coberturas vacinais muito elevadas.

“Na prática, isto significa que o SARS-CoV-2 provavelmente persistirá entre nós nos próximos anos, podendo qualquer um de nós vir a ter um encontro com o vírus e, eventualmente, ser infetado”, acrescentam.

Manuel Carmo Gomes e Carlos Antunes recordam ainda que, desde o início de outubro, a incidência da doença tem apresentado uma “tendência de subida persistente” e avisam que a persistência de um Rt acima de 1 “origina um crescimento exponencial da incidência, o qual é passível, em situação prolongada, de originar situações de elevada pressão hospitalar”.

C/Lusa

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Fernando Duarte expõe “Efeitos Geométricos” em S. Mamede

É inaugurada amanhã, 2 de julho, às 15h00, a exposição do artista Fernando Duarte, “Efeitos Geométricos”. A mostra está patente até 31 de julho, no salão paroquial de S. Mamede do Coronado.

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É inaugurada amanhã, 2 de julho, às 15h00, a exposição do artista Fernando Duarte, “Efeitos Geométricos”. A mostra está patente até 31 de julho, no salão paroquial de S. Mamede do Coronado.

Os trabalhos de pintura e desenho relevam o papel das formas geométricas na caracterização de espaços e seres.

Autodidata e com experiência na pintura de arte sacra, Fernando Duarte começou a trabalhar na oficina de Boaventura Matos, quando tinha 30 anos.

A exposição estará aberta ao público à sexta-feira, das 20h30 às 22h00 e ao sábado e domingo, das 09h30 às 13h00 e das 15h00 às 20h00.

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Trofa e Santo Tirso juntam-se à Indaqua na promoção do consumo da água da torneira

O “Plano de Promoção” implica a identificação dos “munícipes não ligados à rede pública e os respetivos motivos” e, a partir daí, “prestar toda a informação necessária e incentivá-los à adesão ao sistema público de abastecimento de água, apresentando-lhes as vantagens em saúde pública, quando comparada com água de furos e poços particulares, e ambientais e económicas, quando comparada com a água engarrafada”.

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A Indaqua e os municípios da Trofa e Santo Tirso assinaram um protocolo para o desenvolvimento de um programa conjunto de promoção à adesão ao sistema público de abastecimento de água. O objetivo é “combater a utilização para consumo humano de água de origens não controladas, como furos e poços particulares, reduzindo os riscos para a saúde pública e o impacto no meio ambiente que lhes está associado”.

“Este é mais um importante passo firmado pela Indaqua, uma das maiores operadoras no universo das concessões municipais de água, na sua estratégia de incentivo ao consumo de água de origem segura e controlada. Desta vez, as atenções centram-se nos municípios da Trofa e Santo Tirso, onde se estima que cerca de cinco mil famílias ainda não utilizam água proveniente da rede pública – a única que, comprovada e continuamente, reúne condições e características adequadas ao consumo humano”, referiu a empresa.

“Estes números são alarmantes e merecem a nossa melhor atenção. Queremos consciencializar os utilizadores para a importância de consumirem água de origem segura e controlada. O contrário representa graves riscos para a saúde pública pelo que sentimos que é da nossa responsabilidade, lado a lado com os municípios, garantir que tudo é feito ao nível local para proteger as populações”.Anabela Alves, Diretora Geral da INDAQUA Santo Tirso/Trofa

O “Plano de Promoção” implica a identificação dos “munícipes não ligados à rede pública e os respetivos motivos” e, a partir daí, “prestar toda a informação necessária e incentivá-los à adesão ao sistema público de abastecimento de água, apresentando-lhes as vantagens em saúde pública, quando comparada com água de furos e poços particulares, e ambientais e económicas, quando comparada com a água engarrafada”.

Para o presidente da Câmara Municipal da Trofa, Sérgio Humberto :

“promover a saúde pública dos habitantes do Concelho é uma prioridade, e por isso, este será um trabalho conjunto, já que a par da atuação dos Municípios e da INDAQUA, as Juntas de Freguesia vão ter um papel fundamental de proximidade, atuando junto da população, através de campanhas de sensibilização”. 

Já Alberto Costa, presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso acredita que:

“a assinatura do Plano de Promoção vai contribuir para o reforço desta mensagem junto dos cidadãos e potenciar a confiança nos serviços de abastecimento de água.”

Na sequência deste plano, a Indaqua Santo Tirso/Trofa vai também proceder à “análise da qualidade da água utilizada em poços e furos particulares, informando os respetivos utilizadores dos resultados dessas análises e dos riscos que correm ao utilizarem essa água para consumo humano”.

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