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Covid-19: Norte com crescimento de novos casos superior a 30% entre Natal e Ano Novo

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Os seis distritos abrangidos pela Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-N) registaram, entre a semana do Natal e o Ano Novo, um crescimento superior a 30% de novos casos de infeção pelo SARS-CoV-2, e Braga subiu 57%.

O relatório da ARS-N, a que a Lusa teve hoje acesso, reporta a evolução da situação epidemiológica a Norte entre a terceira (de 13 a 19) e a última semana de dezembro (de 27 a 02) e mostra que apenas Vila Real e Viana do Castelo registaram subidas abaixo dos 40%.

Entre a semana do Natal (de 20 a 26) e da Passagem de Ano (de 27 a 02), o distrito de Braga foi o que registou o maior crescimento de novos casos de infeção a Norte: 57%, tendo passado de 2.406 novos casos para 3.784, seguindo-se Aveiro (mais 48%), Bragança (mais 46%) e Porto (41%).

Os 14 concelhos do distrito de Braga também acompanharam a tendência de crescimento, sendo que em Cabeceiras de Basto, Vila Verde, Celorico de Basto, Vizela, Póvoa de Lanhoso e Terras de Bouro o número de novos casos de infeção mais do que duplicou.

Também o distrito de Aveiro [onde a ARS-N abrange sete municípios] contabilizou mais 48% de novos casos de infeção pelo SARS-CoV-2, tendo passado de 735 novos casos para 1.091.

Neste distrito, apenas os concelhos de Arouca e Espinho contrariaram o crescimento.

Os restantes municípios de Aveiro registaram aumentos superiores a 50%.

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Também o distrito de Bragança registou um aumento de 46% de novos casos de infeção entre a semana do Natal e da Passagem de Ano, tendo passado de 387 novos casos para 564.

Aqui, os concelhos de Miranda do Douro, Vinhais e Mogadouro foram os registaram o maior crescimento, com o mesmo a fixar-se nos 533%, 267% e 190%, respetivamente.

O distrito do Porto contabilizou mais 41% de novos casos de infeção pelo SARS-CoV-2, tendo passado de 4.098 novos casos para 5.773.

Os 18 concelhos do distrito do Porto também acompanharam a tendência de crescimento, sendo que Santo Tirso, Lousada e Trofa foram os que contabilizam o maior aumento, com 99%, 96% e 86%, respetivamente.

No mesmo período, o distrito de Viana do Castelo contabilizou um aumento de 39% de novos casos de infeção, tendo passado de 407 novos casos para 565.

Todos os municípios de Viana do Castelo, à exceção de Ponte de Lima, acompanharam a tendência de crescimento, com o município de Melgaço a triplicar o número de novos casos (300%).

O distrito de Vila Real registou um aumento de 39% de novos casos de infeção pelo SARS-CoV-2, tendo passado de 583 para 813 novos casos.

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Entre os 14 concelhos deste distrito, Boticas, Alijó, Murça, Mondim de Basto e Montalegre mais do que duplicaram o número de novos casos de covid-19.

O relatório da ARS-N indica ainda que Miranda do Douro, no distrito de Bragança, é o concelho com a maior taxa de incidência, com a mesma a fixar-se nos 2.254 novos casos por 100 mil habitantes a cada 14 dias.

Seguem-se, em termos de incidência, os concelhos de Macedo de Cavaleiros, Montalegre, Esposende, Peso da Régua e Barcelos.

Nestes cinco concelhos, a taxa de incidência é superior a 1.000.

A taxa da região Norte fixa-se agora nos 611 novos casos por 100 mil habitantes a cada 14 dias.

Portugal contabiliza pelo menos 7.118 mortos associados à covid-19 em 427.254 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

O estado de emergência decretado em 09 de novembro para combater a pandemia foi renovado até 07 de janeiro, com recolher obrigatório entre as 23:00 e as 05:00 nos concelhos do território do continente de contágio mais elevado.

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Covid-19

Covid-19: Portugal com 6.760 casos e 36 mortes na última semana

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Portugal registou, entre 04 e 10 de outubro, 6.760 infeções pelo coronavírus SARS-CoV-2, 36 mortes associadas à covid-19 e um ligeiro aumento dos internamentos, indicou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Quanto à ocupação hospitalar em Portugal continental por covid-19, a DGS passou a divulgar às sextas-feiras os dados dos internamentos referentes à segunda-feira anterior à publicação do relatório.

Com base nesse critério, o boletim indica que, na última segunda-feira, estavam internadas 420 pessoas, mais 25 do que no mesmo dia da semana anterior, com 28 doentes em unidades de cuidados intensivos, mais oito.

De acordo com o boletim da DGS, a incidência a sete dias estava, na segunda-feira, nos 66 casos por 100 mil habitantes, tendo registado uma redução de 54% em relação à semana anterior, e o índice de transmissibilidade (Rt) do coronavírus baixou para os 0,65.

Em 29 de setembro, o Governo decidiu não renovar a situação de alerta, tendo cessado a vigência de diversas leis, decretos-leis e resoluções aprovadas no âmbito da pandemia, alterações que “irão influenciar a vigilância de base populacional e consequente interpretação dos indicadores”, adiantaram a DGS e o Instituto Ricardo Jorge (INSA).

Na prática, além do isolamento deixar de ser obrigatório, os testes à covid-19 deixaram de ser prescritos através do SNS24 e passaram a ser comparticipados mediante prescrição médica, à semelhança de outras análises e meios complementares de diagnóstico.

Por regiões, Lisboa e Vale do Tejo registou 2.301 casos entre 04 e 10 de outubro, menos 3.178 do que no período anterior, e 16 óbitos, menos um.

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A região Centro contabilizou 1.065 casos (menos 1.405) e seis mortes (menos quatro) e o Norte totalizou 1.825 casos de infeção (menos 2.509) e oito mortes (menos uma).

No Alentejo foram registados 342 casos positivos (menos 318) e um óbito (menos um) e no Algarve verificaram-se 444 infeções pelo SARS-CoV-2 (menos 490) e duas mortes (menos três).

Quanto às regiões autónomas, os Açores tiveram 200 novos contágios nos últimos sete dias (menos 24) e uma morte (mais uma), enquanto a Madeira registou 583 casos nesse período (menos 93) e dois óbitos, o mesmo número da semana anterior, de acordo com os dados da DGS.

Segundo o relatório, a faixa etária entre os 60 e os 69 anos foi a que apresentou maior número de casos a sete dias (1.274), seguindo-se a das pessoas entre os 70 e os 79 anos (1.271), enquanto as crianças até aos 9 anos foram o grupo com menos infeções nesta semana (188).

Dos internamentos totais, 157 foram de idosos com mais de 80 anos, seguindo-se a faixa etária dos 70 aos 79 anos (108) e dos 60 aos 69 anos (56).

A DGS contabilizou ainda nove internamentos no grupo etário das crianças até aos 9 anos, três dos 10 aos 19 anos, 10 dos 20 aos 29 anos, 16 dos 30 aos 39 anos, 14 dos 40 aos 49 anos e 27 dos 50 aos 59 anos.

O boletim refere também que, nestes sete dias, morreram 29 idosos com mais de 80 anos, quatro pessoas entre os 70 e 79 anos e três entre os 60 e 69 anos.

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Os dados indicam ainda que mais de 55% dos idosos com mais de 80 anos já receberam a vacinação sazonal contra a covid-19 e a gripe, valor que baixa no grupo entre os 65 e 79 anos para cerca de 20%.

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Covid-19

Índice de transmissão COVID-19 volta a subir para os 1,06 em Portugal

Apesar desse aumento, a média de novos contágios diários continua a ser uma das mais baixas registadas ao longo deste ano.

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Segundo o relatório semanal do INSA sobre a evolução da covid-19, o Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus — aumentou ligeiramente de 1,02 para 1,06 a nível nacional.

De acordo com o documento, as sete regiões do país estão agora com um Rt superior a 1, sendo mais elevado na Madeira (1,40), seguindo-se os Açores (1,31), o Algarve (1,11), Lisboa e Vale do Tejo (1,08), o Norte (1,06), o Alentejo (1,04) e o Centro (1,01).

O Alentejo foi a única região que manteve o valor do Rt em relação à semana anterior, tendo as restantes seis regiões registado um aumento do valor médio deste indicador.

O INSA refere ainda que o número médio de casos diários a cinco dias também sofreu um aumento, passando dos 2.642 para os 2.952 a nível nacional, sendo ligeiramente mais baixo no continente (2.784).

Apesar desse aumento, a média de novos contágios diários continua a ser uma das mais baixas registadas ao longo deste ano.

A mais elevada ocorreu no final de janeiro, altura em que chegaram a ser notificados 49.795 casos na média a cinco dias.

“No comparativo europeu, Portugal apresenta a taxa de notificação acumulada de 14 dias entre 240 a 479.9 casos por 100.000 habitantes e um Rt superior a 1, ou seja, uma taxa de notificação elevada e com tendência crescente”, adianta o instituto.

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O INSA estima que, desde 02 de março de 2020, quando foram notificados os primeiros casos, até 23 de setembro, Portugal tenha registado um total de 5.483.226 infeções pelo vírus que provoca a covid-19.

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