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Covid-19

Covid-19: Mais 80 pessoas internadas, 32.271 infeções e 33 mortes em Portugal

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Portugal registou mais 32.271 infeções e 33 mortes provocadas pelo vírus da covid-19 nas últimas 24 horas, segundo os dados oficiais de hoje da pandemia, que dão conta de mais 80 pessoas internadas com a doença, desde sábado.

Estão agora internadas 1.813 pessoas infetadas com o vírus SARS-CoV-2 (mais 80 do que no sábado), sendo que 168 delas estão em unidades de cuidados intensivos (mais cinco), segundo os dados do relatório de hoje da pandemia da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Os 33 novos óbitos associados à covid-19 (o mesmo número registado no sábado) ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo (14), na região Norte (8), no Centro (4), no Alentejo (3), no Algarve (2) e na Madeira (2).

Uma destas pessoas que morreu tinha entre 20 e 29 anos, mas a maioria dos óbitos (23) são de maiores de 80 anos.

Houve também registo da morte de uma pessoa entre os 50 e os 59 anos de idade, de uma entre os 60 e os 69 e de sete entre os 70 e os 79.

O maior número de novas infeções registou-se na região Norte (13.166) e em Lisboa e Vale do Tejo (11.501).

Seguiram-se a região Centro (mais 3.640 infeções), Madeira (1.327), Algarve (1.201), Alentejo (808) e Açores (628).

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As faixas etárias até aos 59 anos foram aquelas com mais novas infeções confirmadas, com o maior número a registar-se nos grupos dos 40 aos 49 anos (5.578 casos) e dos 30 aos 39 (5.024).

Por outro lado, foi entre os maiores de 80 anos que se detetaram menos infeções nas últimas 24 horas (673).

As autoridades de saúde têm hoje em vigilância 280.944 contactos, mais 18.910 do que no sábado.

Há um ano, em 16 de janeiro de 2021, Portugal registava 10.947 novas infeções (menos quase 22.500 do que hoje), mas um número muito maior de mortes (166), de internados (4.653) e de internados em cuidados intensivos (638).

Desde o início da pandemia, em março de 2020, já morreram em Portugal 19.303 pessoas com covid-19 e foram confirmadas 1.884.974 infeções com o vírus que provoca a doença, estando neste momento ativos 327.355 casos (mais 17.722 do que no sábado).

Em Lisboa e Vale do Tejo confirmaram-se até hoje 743.511 infeções e 8.132 mortes desde que começou a pandemia.

Segue-se a região Norte (690.783 casos e 5.866 mortes) e o Centro (251.672 casos e 3.405 mortes).

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O Algarve registou até agora 73.346 infeções e 605 óbitos e o Alentejo 62.898 casos 1.102 mortes.

Na Madeira houve 44.949 infeções e 138 mortes e, nos Açores, 17.815 infeções e 55 mortes, segundo os dados da DGS.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

No total do país, 10.152 das pessoas que morreram com covid-19 eram homens e 9.151 eram mulheres.

Já nas infeções, há mais casos confirmados entre as mulheres (997.828) do que nos homens (885.141), sendo que há 2.005 registos sem um género identificado e que estão sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

Em todo o mundo, desde o início da pandemia, a covid-19 provocou pelo menos 5.519.380 mortes, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

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Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, em novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.

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Covid-19

Média diária aumenta para 22.805 casos de infeções com covid-19

A média de infeções aumentou de 14.400 para 22.805 casos diários em Portugal e o Norte regista um índice de transmissibilidade (Rt) do coranavírus de 1,30, o mais alto de todas as regiões

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A média de infeções aumentou de 14.400 para 22.805 casos diários em Portugal e o Norte regista um índice de transmissibilidade (Rt) do coranavírus de 1,30, o mais alto de todas as regiões, indica hoje o INSA.

Segundo o relatório semanal do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) sobre a evolução da covid-19 no país, o Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus — atingiu os 1,23 a nível nacional e 1,24 em Portugal continental no período entre 09 e 13 de maio.

Os dados hoje divulgados avançam ainda que o número médio de casos diários de infeção a cinco dias passou dos 14.400 para os 22.805 em Portugal, sendo ligeiramente mais baixo (21.980) no continente.

Por regiões, a Madeira é a única que apresenta um Rt abaixo do limiar de 1, apesar de ter registado um aumento de 0,86 para 0,99.

Este indicador é mais alto no Norte, que passou de 1,17 para 1,30, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 1,23, o Centro com 1,17, o Algarve com 1,15, os Açores com 1,14 e o Alentejo com 1,13.

“Todas as regiões, à exceção da região autónoma da Madeira, apresentam a média do índice de transmissibilidade (cinco dias) superior a 1, o que indica uma tendência crescente” de novas infeções, alerta o INSA.

De acordo com o documento, todas as regiões registam também uma taxa de incidência bastante superior a 960 casos por 100 mil habitantes em 14 dias, sendo a mais elevada nos Açores (2.933,1), seguindo-se o Centro (2.797,2), o Alentejo (2.678,5), o Norte (2.505,9), Lisboa e Vale do Tejo (1.888), o Algarve (1.842,1) e a Madeira (962,1).

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O INSA estima que, desde o início da pandemia e até 13 de maio, Portugal tenha registado 4.118.509 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 que provoca a covid-19.

C/Lusa

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Covid-19: Portugal registou quase 250 mil casos desde o fim da máscara

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Portugal registou quase 250 mil infeções pelo SARS-CoV-2 desde que a máscara deixou de ser obrigatória, em 22 de abril, cerca de 75 mil mais do que nos vinte dias anteriores, indicam dados da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Contabilizando os números diários da DGS, nos últimos vinte dias – desde que o uso de máscara deixou de ser obrigatório e até quarta-feira -, registaram-se 248.603 novas infeções, o que representa um aumento de 43,5% em relação aos 173.183 casos notificados no mesmo número de dias anteriores, ou seja, entre 02 e 21 de abril.

O matemático do Instituto Superior Técnico (IST) Henrique Oliveira disse à Lusa que estes dados demonstram uma recente “aceleração drástica” do número de casos, ao adiantar que a “janela de cinco dias” entre 07 e 11 de maio totaliza cerca de 90 mil infeções, quase o dobro das cerca de 49 mil registadas no período entre 17 e 21 de abril, ainda antes da eliminação do uso de máscara.

O número de casos registou um aumento significativo nos últimos três dias, passando a barreira dos 20 mil diários, com 20.486 na segunda-feira, 24.572 na terça-feira e 24.866 na quarta-feira.

Os mesmos dados indicam ainda que, desde que foi levantada a obrigatoriedade do uso da máscara, morreram 390 pessoas em Portugal, o que dá uma média de 19,5 óbitos diários por covid-19 nos últimos vinte dias.

De acordo com os números da DGS, desde segunda-feira, registaram-se 81 mortes no país por covid-19, 29 na segunda-feira, 27 na terça-feira e 25 na quarta-feira.

Na comparação dos períodos homólogos – entre 22 de abril e 11 de maio de 2021 e de 2022 -, os dados da autoridade de saúde mostram uma situação epidemiológica substancialmente diferente no país.

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Nesse período de 2021, registaram-se 7.753 casos de infeção pelo SARS-CoV-2, menos 240.850 do que no mesmo período deste ano, e 42 mortes, menos 348 do que nos últimos vinte dias.

Henrique Oliveira, um dos autores do Indicador de Avaliação da Pandemia do IST e da Ordem dos Médicos, adiantou ainda que uma análise matemática à evolução das ondas pandémicas já registadas em Portugal indica que o intervalo temporal entre cada uma dessas vagas “é de exatamente 115 dias”.

“Isso tem-se verificado de forma muito regular. As autoridades devem contar com ciclos entre 110 e 120 dias de intervalo entre as ondas causadas pela covid-19. Mais uma vez, esta lei empírica está a verificar-se”, tendo em conta que o país pode estar a caminho da sexta vaga da pandemia, afirmou o especialista.

De acordo com o último relatório do grupo de trabalho do IST que acompanha a evolução da pandemia, a incidência em média a sete dias aumentou de 8.763 para 14.267 casos desde 19 de abril, o que se deve “à retirada abrupta do uso de máscara em quase todos os contextos e à nova linhagem BA.5 da variante Ómicron que começa a instalar-se” no país.

Apesar do aumento de casos diários nas últimas semanas, o relatório da última sexta-feira da DGS e do Instituto Ricardo Jorge indicava que o número de pessoas com covid-19 internadas nos cuidados intensivos dos hospitais do continente correspondia a 23,5% do valor crítico definido de 255 camas ocupadas.

O uso generalizado de máscaras deixou de ser obrigatório em 22 de abril, com exceção dos estabelecimentos de saúde, incluindo farmácias comunitárias, assim como nos lares de idosos, serviços de apoio domiciliário, unidades de cuidados continuados e transportes coletivos de passageiros.

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