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Covid-19: Mais 12.794 contágios, 18 mortes e menos internados

Portugal registou 12.794 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas, mais 18 mortes associadas à covid-19 e nova diminuição dos internamentos em enfermaria, indicou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

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Portugal registou 12.794 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas, mais 18 mortes associadas à covid-19 e nova diminuição dos internamentos em enfermaria, indicou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o boletim epidemiológico diário da DGS, hoje estão internadas 1.127 pessoas, menos 47 do que na quarta-feira, enquanto nas unidades de cuidados intensivos estão agora 70 doentes, menos dois do que no dia anterior, embora nem todos os internamentos se devam à covid-19, podendo ser motivados por outras patologias apesar da existência de infeção com SARS-CoV-2.

O número de casos ativos aumentou hoje para 482.801, mais 4.457 do que na quarta-feira, e nas últimas 24 horas foram dadas como recuperadas 8.319 pessoas, para um total de 2.876.177 recuperadas desde o início da pandemia.

Das 18 mortes nas últimas 24 horas, cinco aconteceram na região Centro, cinco na região Norte, três em Lisboa e Vale do Tejo, duas no Alentejo, duas no Algarve e uma na Região Autónoma da Madeira.

Por faixas etárias, morreram 14 idosos com mais de 80 anos e quatro pessoas com idades entre os 70 e 79 anos.

A maior parte dos novos contágios foi diagnosticada na região de Lisboa e Vale do Tejo, com 5.252 infeções, seguindo-se o Centro (2.498), o Norte (2.066), o Alentejo (1.041), o Algarve (832), Madeira (762) e Açores (343).

Desde o início da pandemia, em março de 2020, a região de Lisboa e Vale do Tejo registou 1.201.017 casos e 8.799 mortes.

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Na região Norte registaram-se 1.248.679 infeções e 6.506 óbitos e a região Centro tem agora um total acumulado de 516.074 infeções e 3.799 mortes.

O Algarve totaliza 141.843 contágios e 700 óbitos e o Alentejo soma 125.505 casos e 1.189 mortes com covid-19.

A Região Autónoma da Madeira regista, desde o início da pandemia, 84.855 infeções e 195 mortes e o arquipélago dos Açores 62.290 casos e 97 óbitos.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

De acordo com DGS, foram contabilizados um total de 3.380.263 casos de infeção em Portugal, com 1.807.930 em mulheres e 1.569.333 em homens, com mais 3.000 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

Desde março de 2020 morreram 21.285 pessoas que estavam infetadas com SARS-CoV-2, das quais 11.194 eram homens e 10.091 mulheres.

A covid-19 provocou pelo menos 6.011.769 mortos em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

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A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A variante Ómicron, que se dissemina e sofre mutações rapidamente, tornou-se dominante no mundo desde que foi detetada pela primeira vez, em novembro, na África do Sul.

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Covid-19

Campanha de vacinação da covid-19 e da gripe arranca na quarta-feira

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A campanha de vacinação do outono-inverno contra a covid-19 e a gripe vai ser iniciada na próxima quarta-feira, com o objetivo principal de proteger as pessoas mais vulneráveis, anunciou hoje a diretora-geral da Saúde.

“No âmbito das linhas orientadoras para a covid-19 e outras infeções por vírus respiratórios no outono-inverno de 2022-2023, inicia-se no próximo dia 07 a campanha de vacinação sazonal que decorrerá, tal como no ano passado, simultaneamente para a covid-19 e para a gripe”, adiantou Graça Freitas em conferência de imprensa.

Segundo disse, os principais objetivos para as próximas estações de outono e inverno passa por proteger a população mais vulnerável, prevenindo a doença grave, a hospitalização e a morte por covid-19 e por gripe, e mitigando o impacto dessas doenças nos serviços de saúde.

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Covid-19

Campanha de vacinação de outono contra a covid-19 pode já incluir vacinas adaptadas

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A campanha de vacinação de outono contra a covid-19 e a gripe poderá já incluir as vacinas adaptadas à variante Ómicron do SARS-CoV-2, caso os ensaios clínicos o permitam, disse hoje em Penafiel a ministra da Saúde, Marta Temido.

“Se essas vacinas adaptadas estiverem disponíveis para a campanha de outono, faremos a campanha de outono, em função, naturalmente, de uma validação técnica e clinica”, disse hoje aos jornalistas Marta Temido em Penafiel, no distrito do Porto.

Frisando não querer “nem condicionar nem estar aqui a precipitar” as análises necessárias, a ministra vincou que caso seja possível a campanha de outono será feita “com base nessas vacinas”.

“Resta saber quais são os resultados dos ensaios clínicos com essas vacinas, porque essas vacinas adaptadas apenas agora em junho iriam entrar em ensaios clínicos, e portanto nós precisamos de perceber os resultados desses ensaios para, no fundo, perceber a sua eventual vantagem”, sustentou.

A ministra referiu que Portugal está envolvido no processo de compra das vacinas adaptadas, que a Agência Europeia dos Medicamentos (EMA) anunciou na quinta-feira poderem ser aprovadas em setembro.

Marta Temido, que falava no Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Vale do Sousa Sul após a assinatura de autos de transferência no âmbito do processo de descentralização de competências para as autarquias, acrescentou que já foram adquiridos “mais de 15 milhões de euros de vacinas para a gripe para a próxima época gripal, portanto outono/inverno de 2022/23”.

“O plano neste momento é a administração mais combinada possível das atuais vacinas [covid-19] e das vacinas para a gripe”, ressalvou, com o objetivo de proteger primeiro os mais vulneráveis, mas admitiu que se houver alterações serão precisos ajustamentos. “Os planos também são feitos com essa latitude”.

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Marta Temido disse ainda que o núcleo de vacinação irá apresentar o plano ainda esta semana.

Quanto ao processo de vacinação da quarta dose para os idosos, e depois de terem sido atingidos, no sábado, 200 mil vacinados, o objetivo “é ter este grupo vacinado o mais depressa possível, e garantidamente neste mês”.

“Já o sabemos dos anteriores processos de vacinação que esta população é mais difícil de vacinar, pelas questões associadas à mobilidade, à necessidade de apoio, muitas vezes da família ou dos municípios, para se deslocarem, portanto é um processo que é difícil”, sustentou.

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