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Covid-19: Autarcas do distrito do Porto querem que seja decretado de Estado de Emergência

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Os autarcas do distrito do Porto mostraram-se hoje favoráveis a que seja decretado o estado de Emergência e o recolher obrigatório, tendo decidido que o recurso ao teletrabalho só será utilizado quando estritamente necessário.

“Continuamos a achar todos que tem de ser aplicado o Estado de Emergência”, assinalou o presidente da Proteção Civil Distrital do Porto e autarca de Gondomar, Marco Martins, no final da reunião com os 18 autarcas do distrito do Porto e com a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho e o secretario de Estado da Mobilidade e coordenador Regional Norte da covid-19, Eduardo Pinheiro.

Marco Martins lembrou que na semana passada já tinha pedido que fosse instituído o recolher obrigatório no distrito e decretado o encerramento da restauração após o jantar.

Apesar das medidas anunciadas pelo Governo seguirem neste sentido, o autarca, considera, contudo, que são necessárias mais medidas a ser definidas mediante a evolução da pandemia na região.

De acordo com o autarca de Gondomar, apesar de na região, os casos positivos de covid-19 estarem a baixar há cinco dias seguidos, os números no Norte do país “são preocupantes”, onde há, segundo os dados atualizados da Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-N) 1.024 doente com covid-19 internados, 174 em cuidados intensivos, 110 surtos ativos na comunidade 110 ativos e 44 em lares.

Para os autarcas, a grande preocupação reside atualmente na resposta dos hospitais, cuja capacidade deverá ser reforçada, entre medidas, através da contratação de camas no privado.

“O Hospital Militar do Porto que tinha capacidade para 20 doentes covid-19 vai passar para 47 e quanto aos privados, a há pelo menos 30 doentes infetados no Hospital Fernando Pessoa, em Gondomar, enviados pela ARS-N que está a diligenciar para contratar mais privados, ou seja, ainda hoje ou amanhã haverá mais privados que vão receber doentes”, revelou.

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O autarca referiu também que a estrutura do Seminário do Bom Pastor, em Ermesinde, que vai receber doentes com covid-19, já está ativa e adiantou que ao contrário do que estava previsto, a estrutura para “negativos”, na Pousada da Juventude, no Porto, está a ser montada devendo ficar operacional durante fim de semana.

Em 27 de outubro, em resposta à Lusa, o gabinete de Eduardo Pinheiro tinha adiantado que a Pousada da Juventude do Porto podia começar, a partir de 01 de novembro, a receber pessoas com teste negativo à covid-19.

Na reunião de hoje os autarcas do distrito do Porto decidiram ainda que as feiras e mercados vão manter-se abertos, com a exceção de feiras de usados, e que o recurso ao teletrabalho nestes concelhos será apenas utilizado quando estritamente necessário.

“Relativamente aos hipermercados e centros comerciais e aos restaurantes vão poder estar abertos até ao horário máximo – 22:00 e 22:30 para restaurantes. Vão reabrir as feiras todas com a exceção das feiras de segunda mão, feira de trocas e de usados e quanto ao teletrabalho vai ser somente para os casos em que seja necessário”, revelou o presidente da Proteção Civil Distrital do Porto.

No caso do Porto, esclareceu o autarca, a feira do Cerco, não se vai realizar devido, mas devido a obras que decorrem no local.

Em declarações à Lusa, Marco Martins, explicou que no caso do teletrabalho houve uma preocupação “grande” das autarquias em assegurar os serviços à população.

Na reunião foi ainda reportadas ao Governo as dificuldades sentidas pelos cidadãos em vigilância ativa no contacto com as autoridades de saúde que, “por excesso de trabalho demoram imenso tempo a ligar”.

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Em Portugal, morreram 2.635 pessoas dos 149.443 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

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Índice de transmissão COVID-19 volta a subir para os 1,06 em Portugal

Apesar desse aumento, a média de novos contágios diários continua a ser uma das mais baixas registadas ao longo deste ano.

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Segundo o relatório semanal do INSA sobre a evolução da covid-19, o Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus — aumentou ligeiramente de 1,02 para 1,06 a nível nacional.

De acordo com o documento, as sete regiões do país estão agora com um Rt superior a 1, sendo mais elevado na Madeira (1,40), seguindo-se os Açores (1,31), o Algarve (1,11), Lisboa e Vale do Tejo (1,08), o Norte (1,06), o Alentejo (1,04) e o Centro (1,01).

O Alentejo foi a única região que manteve o valor do Rt em relação à semana anterior, tendo as restantes seis regiões registado um aumento do valor médio deste indicador.

O INSA refere ainda que o número médio de casos diários a cinco dias também sofreu um aumento, passando dos 2.642 para os 2.952 a nível nacional, sendo ligeiramente mais baixo no continente (2.784).

Apesar desse aumento, a média de novos contágios diários continua a ser uma das mais baixas registadas ao longo deste ano.

A mais elevada ocorreu no final de janeiro, altura em que chegaram a ser notificados 49.795 casos na média a cinco dias.

“No comparativo europeu, Portugal apresenta a taxa de notificação acumulada de 14 dias entre 240 a 479.9 casos por 100.000 habitantes e um Rt superior a 1, ou seja, uma taxa de notificação elevada e com tendência crescente”, adianta o instituto.

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O INSA estima que, desde 02 de março de 2020, quando foram notificados os primeiros casos, até 23 de setembro, Portugal tenha registado um total de 5.483.226 infeções pelo vírus que provoca a covid-19.

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Campanha de vacinação da covid-19 e da gripe arranca na quarta-feira

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A campanha de vacinação do outono-inverno contra a covid-19 e a gripe vai ser iniciada na próxima quarta-feira, com o objetivo principal de proteger as pessoas mais vulneráveis, anunciou hoje a diretora-geral da Saúde.

“No âmbito das linhas orientadoras para a covid-19 e outras infeções por vírus respiratórios no outono-inverno de 2022-2023, inicia-se no próximo dia 07 a campanha de vacinação sazonal que decorrerá, tal como no ano passado, simultaneamente para a covid-19 e para a gripe”, adiantou Graça Freitas em conferência de imprensa.

Segundo disse, os principais objetivos para as próximas estações de outono e inverno passa por proteger a população mais vulnerável, prevenindo a doença grave, a hospitalização e a morte por covid-19 e por gripe, e mitigando o impacto dessas doenças nos serviços de saúde.

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