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Covid-19: 14.160 novas infeções e 37 mortes nas últimas 24 horas

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Portugal registou 14.160 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2, nas últimas 24 horas, e 37 mortes associadas à covid-19, bem como uma nova diminuição dos internamentos, indicou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje, estão internadas 1.799 pessoas, menos 137 do que na sexta-feira, enquanto nas unidades de cuidados intensivos estão 118 pessoas (menos nove), embora nem todos os internamentos se devam à covid-19, podendo ser motivados por outras patologias apesar da existência de infeção com SARS-CoV-2.

O número de casos ativos diminuiu hoje para 504.185, menos 12.705 do que na sexta-feira e, nas últimas 24 horas, foram dadas como recuperadas 26.828 pessoas, para um total de 2.653.049 desde o início da pandemia.

Portugal registou, pelo segundo dia consecutivo, menos de 2.000 internamentos, o valor mais baixo do último mês, tendo-se verificado números idênticos a 16 de janeiro, quando estavam internados nas enfermarias dos hospitais 1.813.

Também os cuidados intensivos registam uma ocupação semelhante à do início de dezembro de 2021. 

Nas últimas 24 horas deixaram de estar em vigilância 12.965 contactos, mas as autoridades de saúde ainda mantêm 521.186 pessoas nestas condições.

Desde março de 2020, foram infetadas em Portugal pelo menos 3.178.029 pessoas com o SARS-CoV-2 e foram declaradas 20.796 mortes associadas à covid-19.

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Das 37 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, 16 aconteceram na região Norte, 11 na zona de Lisboa e Vale do Tejo, oito na região Centro, uma no Algarve e uma no Alentejo.

Por idades, duas das pessoas com covid-19 que morreram nas últimas 24 horas tinham entre 50 e 59, duas entre 60 e 69 anos, 11 entre 70 e 79 anos e 22 tinham 80 anos ou mais.

A maior parte dos novos contágios foi diagnosticada na região de Lisboa e Vale do Tejo, com 4.505 infeções, seguindo-se o Norte (3.194), o Centro (2.624), os Açores (1.525), o Algarve (836), o Alentejo (907) e a Madeira (569).

Desde o início da pandemia, em março de 2020, a região de Lisboa e Vale do Tejo registou 1.126.848 casos e 8.644 mortes.

Na região Norte registaram-se 1.210.395 infeções e 6.366 óbitos e a região Centro tem agora um total acumulado de 473.313 infeções e 3.686 mortes.

O Algarve totaliza 128.606 contágios e 674 óbitos e o Alentejo soma 112.191 casos e 1.161 mortos por covid-19.

A Região Autónoma da Madeira soma, desde o início da pandemia, 74.270 infeções e 182 mortes e o arquipélago dos Açores 52.406 casos e 83 óbitos.

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As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

De acordo com DGS, foram contabilizados 1.481.069 casos de infeção em homens e 1.694.133 em mulheres, havendo 2.827 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

Desde março de 2020 morreram 10.943 homens e 9.853 mulheres de covid-19.

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Covid-19

Campanha de vacinação da covid-19 e da gripe arranca na quarta-feira

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A campanha de vacinação do outono-inverno contra a covid-19 e a gripe vai ser iniciada na próxima quarta-feira, com o objetivo principal de proteger as pessoas mais vulneráveis, anunciou hoje a diretora-geral da Saúde.

“No âmbito das linhas orientadoras para a covid-19 e outras infeções por vírus respiratórios no outono-inverno de 2022-2023, inicia-se no próximo dia 07 a campanha de vacinação sazonal que decorrerá, tal como no ano passado, simultaneamente para a covid-19 e para a gripe”, adiantou Graça Freitas em conferência de imprensa.

Segundo disse, os principais objetivos para as próximas estações de outono e inverno passa por proteger a população mais vulnerável, prevenindo a doença grave, a hospitalização e a morte por covid-19 e por gripe, e mitigando o impacto dessas doenças nos serviços de saúde.

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Campanha de vacinação de outono contra a covid-19 pode já incluir vacinas adaptadas

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A campanha de vacinação de outono contra a covid-19 e a gripe poderá já incluir as vacinas adaptadas à variante Ómicron do SARS-CoV-2, caso os ensaios clínicos o permitam, disse hoje em Penafiel a ministra da Saúde, Marta Temido.

“Se essas vacinas adaptadas estiverem disponíveis para a campanha de outono, faremos a campanha de outono, em função, naturalmente, de uma validação técnica e clinica”, disse hoje aos jornalistas Marta Temido em Penafiel, no distrito do Porto.

Frisando não querer “nem condicionar nem estar aqui a precipitar” as análises necessárias, a ministra vincou que caso seja possível a campanha de outono será feita “com base nessas vacinas”.

“Resta saber quais são os resultados dos ensaios clínicos com essas vacinas, porque essas vacinas adaptadas apenas agora em junho iriam entrar em ensaios clínicos, e portanto nós precisamos de perceber os resultados desses ensaios para, no fundo, perceber a sua eventual vantagem”, sustentou.

A ministra referiu que Portugal está envolvido no processo de compra das vacinas adaptadas, que a Agência Europeia dos Medicamentos (EMA) anunciou na quinta-feira poderem ser aprovadas em setembro.

Marta Temido, que falava no Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Vale do Sousa Sul após a assinatura de autos de transferência no âmbito do processo de descentralização de competências para as autarquias, acrescentou que já foram adquiridos “mais de 15 milhões de euros de vacinas para a gripe para a próxima época gripal, portanto outono/inverno de 2022/23”.

“O plano neste momento é a administração mais combinada possível das atuais vacinas [covid-19] e das vacinas para a gripe”, ressalvou, com o objetivo de proteger primeiro os mais vulneráveis, mas admitiu que se houver alterações serão precisos ajustamentos. “Os planos também são feitos com essa latitude”.

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Marta Temido disse ainda que o núcleo de vacinação irá apresentar o plano ainda esta semana.

Quanto ao processo de vacinação da quarta dose para os idosos, e depois de terem sido atingidos, no sábado, 200 mil vacinados, o objetivo “é ter este grupo vacinado o mais depressa possível, e garantidamente neste mês”.

“Já o sabemos dos anteriores processos de vacinação que esta população é mais difícil de vacinar, pelas questões associadas à mobilidade, à necessidade de apoio, muitas vezes da família ou dos municípios, para se deslocarem, portanto é um processo que é difícil”, sustentou.

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