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Brasmar compra empresa espanhola de salmão fumado La Balinesa

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A empresa de produtos do mar congelados Brasmar comprou a congénere espanhola La Balinesa, alargando a sua oferta aos produtos refrigerados e reforçando a posição ibérica, anunciou hoje a companhia.

“Com esta compra [cujo valor não foi divulgado] a Brasmar vem, por um lado, reforçar a sua liderança nacional, ao ingressar num novo segmento de negócio e diversificar a sua já vasta oferta disponível, fortalecendo também, por outro lado, a sua posição ibérica, chegando agora mais longe neste mercado”, refere em comunicado a empresa, com sede na Trofa e de capitais maioritariamente portugueses.

Segundo acrescenta, a Brasmar “continua ativa na identificação de potenciais ‘targets’ [alvos] para aquisição, de modo a reforçar a sua posição no mercado europeu”.

Localizada em La Antigua, no município de Leão, a La Balinesa é uma empresa familiar espanhola fundada em 1991 por Jesus Llamas que se dedica aos produtos refrigerados, marcando já presença em Portugal em algumas empresas da grande distribuição.

Apresentada como “uma das principais empresas no fabrico de produtos fumados em Espanha”, a empresa aposta no “processo artesanal, apoiado pela mais moderna tecnologia e pelo estreito controlo de qualidade das matérias-primas”, e destaca-se pelos produtos fumados ‘premium’, como o salmão ou o bacalhau, dedicando-se também à produção e comercialização de outros produtos refrigerados.

“Em conjunto, a sua oferta tornou-a uma empresa de referência, um dos motivos que despertaram o interesse da Brasmar”, refere a empresa portuguesa, participada do VigentGroup e do ‘privaye equity’ MCH e que reclama a liderança nacional no setor alimentar de produtos do mar congelados.

Outro dos trunfos apontados à congénere espanhola é a localização, já que, “apesar de estar longe dos grandes centros industriais, a La Balinesa está localizada perto de Benavente, o que permite à companhia servir os seus clientes em menos de 24 horas para qualquer ponto da Península Ibérica e em 72 horas para o resto da Europa”.

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Segundo adianta a Brasmar, à frente do negócio de refrigerados em Espanha ficará David Casañ Gil, cabendo-lhe também a direção de operações e da cadeia de fornecimento.

Atualmente presente em mais de 40 países e com unidades industriais em Portugal e na Noruega, a Brasmar conta com mais de 400 colaboradores e em 2018 faturou 194,5 milhões de euros, contra os 164,2 milhões de euros do ano anterior.

As exportações representam 53% do volume de negócios da empresa, destacando-se a Itália como o principal mercado externo, ao representar mais de metade das vendas para o exterior, seguido do Brasil e de Espanha.
Fonte Agência Lusa

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Covid-19

Legislativas: Governo recomenda que eleitores em confinamento votem entre as 18:00 e as 19:00

O Conselho de Ministros aprovou hoje uma norma que contempla uma exceção para as pessoas em situação de confinamento obrigatório devido à covid-19 poderem sair de casa a 30 de janeiro para votarem.

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O Governo recomendou hoje aos eleitores que se encontram em confinamento obrigatório devido à covid-19 para votarem a 30 de janeiro entre as 18:00 e as 19:00, aconselhando os restantes cidadãos a fazê-lo entre as 08:00 e as 18:00.

O Conselho de Ministros aprovou hoje uma norma que contempla uma exceção para as pessoas em situação de confinamento obrigatório devido à covid-19 poderem sair de casa a 30 de janeiro para votarem.

“O Governo recomenda que as pessoas que não estão confinadas votem no período entre as 08:00 e as 18:00 e as pessoas que estão em confinamento, e que nesse dia vão poder sair, exerçam o direito de voto entre as 18:00 e as 19:00”, disse a ministra da Administração Interna Francisca Van Dunem, na conferência de imprensa após o Conselho de Ministros

A ministra ressalvou que o Governo “não tem poderes para impedir as pessoas de votarem no horário que entenderem”, mas confia no civismo que os portugueses têm demonstrado.

A norma de exceção foi aprovada pelo Governo após o parecer do conselho consultivo da Procuradoria-Geral da República (PGR) que concluiu que os eleitores sujeitos a confinamento obrigatório devido à covid-19 podem votar presencialmente a 30 de janeiro para as eleições legislativas.

“O Governo tem a expectativa que esta recomendação seja ouvida e acatada, tal como as anteriores”, afirmou, sublinhando que “a única garantia” sobre a deslocação às urnas dos eleitores confinados entre as 18:00 e as 19:00 “é o histórico do comportamento exemplar” dos portugueses durante a pandemia.

Para a ministra, a segurança do direito ao voto “depende muito da atitude individual de cada um”.

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Francisca Van Dunem disse também que o Governo não fez a recomendação para serem criadas circuitos alternativos para os eleitores em isolamento votarem, explicando que “não é possível nesses espaços haver espaços diferenciados”.

A criação de circuitos alternativas, uma possibilidade avançada pelo conselho consultivo da PGR, constituiu, segundo a ministra, uma “dificuldade de operacionalização”.

A governante frisou que esta questão é da responsabilidade das autarquias e que os municípios vão “observar as regras o mais possível”, nomeadamente o arejamento dos espaços e o distanciamento.

A ministra afirmou igualmente ser importante que “as pessoas tenham a preocupação de observar as regras de proteção”, como o uso da máscara, higienização das mãos e distanciamento social, além dos eleitores levar uma “esferográfica individual” para votar.

Relativamente às pessoas que estão nas mesas de voto, a ideia é “reforçar o nível de proteção dessas pessoas”.

Francisca Van Dunem recordou ainda que diariamente há um número muito grande de pessoas em confinamento e que a lei já prevê que possam sair de casa para tratar de questões de saúde, segurança social e fazer testes de diagnóstico à covid-19.

“Temos um contingente de pessoas que se desloca e até hoje não há indicação de que daí tenham resultado cadeias de transmissão autónomas”, disse.

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Trofa dota escolas e espaços publicos de rede wifi

Está concluído o processo de capacitação por rede wireless levado a cabo pela Câmara Municipal da Trofa nas escolas e espaços públicos do concelho.

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Está concluído o processo de capacitação por rede wireless levado a cabo pela Câmara Municipal da Trofa nas escolas e espaços públicos do concelho. Ao todo, a autarquia investiu mais de 50 mil euros nesta medida, que envolveu a dotação de 17 escolas básicas com rede WiFi e integrou a comparticipação por fundos comunitários no investimento em wireless nos espaços públicos.

“Um importante passo dado na modernização tecnológica do Concelho e uma oportunidade de aproximar os mais jovens dos espaços públicos locais”. É assim que Sérgio Humberto, Presidente da Câmara Municipal da Trofa, carateriza o investimento da Autarquia em rede WiFi, agora concluído. A medida, envolveu a capacitação com rede wireless de 17 escolas e vários espaços públicos do Concelho.

No que às escolas diz respeito, a Câmara Municipal investiu 20 mil euros para dotar 17 espaços escolares, sob gestão direta da Autarquia, com rede wireless, concretamente a EB1 de Feira Nova, a EB1 de Paradela, a EB1 de Giesta, a JI de Giesta, a EB1 da Vila, a EB1/JI de Esprela, a EB1 da Estação, a Escola Básica de Lagoa, a Escola Básica de Cedões, a Escola Básica de Querelêdo, a EB1/JI de Bairros, a Escola Básica de Ginzes, as Escolas Básicas do Cerro 1 e Cerro 2, a Escola Básica de Portela, a Escola Básica de Fonteleite e a Escola Básica de Paranho.

Já no que aos espaços públicos diz respeito, a instalação de redes Wi-Fi gratuita por parte do Município da Trofa surgiu de uma candidatura a financiamento da Comissão Europeia, que envolveu a comparticipação de fundos em 15 mil euros para a implementação do projeto “WiFi4EU”, que garante cobertura wireless em espaços como parques, museus e edifícios públicos.

A utilização de WiFi nestes espaços públicos, concretamente na Alameda da Estação, nos Parques Nossa Senhora das Dores e Dr. Lima Carneiro e na Casa da Cultura da Trofa, envolveu um investimento superior a 30 mil euros e é gratuita para munícipes e visitantes.

Fonta CM Trofa

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