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Ano Novo à porta – como se preparar e gerir as finanças em tempo de crise?

Para as suas resoluções de Ano Novo aqui ficam algumas dicas que o poderão ajudar a cumprir os seus sonhos e objetivos e viver sem sobressaltos perante imprevistos que possam surgir.

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Em 2022 ainda se farão sentir os efeitos da crise económica provocada pela pandemia de Covid-19.

As famílias têm de se tornar mais resilientes e olhar para as suas finanças por forma a acomodar novos e possíveis impactos desta crise que teima em prevalecer ou preparar-se para novos embates que poderão surgir.

O ano de 2022 espera-se que seja de retoma para muitas famílias, mas uma grande prudência financeira é recomendável.

Para as suas resoluções de Ano Novo aqui ficam algumas dicas que o poderão ajudar a cumprir os seus sonhos e objetivos e viver sem sobressaltos perante imprevistos que possam surgir.

– Organize-se!

O planeamento é um aspeto fundamental da gestão das finanças pessoais e para tal é necessária organização.

Inicie bem o ano, começando a preparar um orçamento, organizando as contas, reunido todos as faturas e contratos e criando um dossier onde possa colocar toda essa documentação.

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Faça um diagnóstico da sua situação financeira atual e defina objetivos para o novo Ano.

Mas não só de orçamento viverá o seu planeamento, numa perspetiva de que não falte dinheiro para o essencial. Ter um Fundo de Emergência será importante, mas também começar a economizar e poupar para investir no futuro.

Faça planos realistas a médio e longo prazo para concretizar os sonhos e metas, que poderá ir ajustando regularmente durante o ano.

– Invista no seu conhecimento

Tente ter mais conhecimentos sobre finanças pessoais, sobre produtos e serviços financeiros, desde como melhor gerir a conta bancária ou os seus créditos ou, para as mais adequadas aplicações financeiras.

A aprendizagem ao longo da vida é importante e pode permitir-lhe poupar muitos euros e fazer crescer o seu dinheiro.

Agarre as oportunidades

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Reveja os planos que fez para o ano anterior e tente perceber o que não correu da melhor maneira.

Defina uma nova estratégia, menos ambiciosa e que envolva eventualmente menos sacrifícios e, ao mesmo tempo, que garanta motivação suficiente para conseguir alcançar as suas metas.

Procure novas formas de rendimento ou crie um negócio e invista com responsabilidade e em consciência as suas poupanças.

Bom Ano Novo! Lembre-se: se precisar de ajuda a DECO poderá dar-lhe orientação económica.

Contactos: 223 391 961 ou através do e-mail gas.norte@deco.pt .

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Covid-19

Campanha de vacinação de outono contra a covid-19 pode já incluir vacinas adaptadas

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A campanha de vacinação de outono contra a covid-19 e a gripe poderá já incluir as vacinas adaptadas à variante Ómicron do SARS-CoV-2, caso os ensaios clínicos o permitam, disse hoje em Penafiel a ministra da Saúde, Marta Temido.

“Se essas vacinas adaptadas estiverem disponíveis para a campanha de outono, faremos a campanha de outono, em função, naturalmente, de uma validação técnica e clinica”, disse hoje aos jornalistas Marta Temido em Penafiel, no distrito do Porto.

Frisando não querer “nem condicionar nem estar aqui a precipitar” as análises necessárias, a ministra vincou que caso seja possível a campanha de outono será feita “com base nessas vacinas”.

“Resta saber quais são os resultados dos ensaios clínicos com essas vacinas, porque essas vacinas adaptadas apenas agora em junho iriam entrar em ensaios clínicos, e portanto nós precisamos de perceber os resultados desses ensaios para, no fundo, perceber a sua eventual vantagem”, sustentou.

A ministra referiu que Portugal está envolvido no processo de compra das vacinas adaptadas, que a Agência Europeia dos Medicamentos (EMA) anunciou na quinta-feira poderem ser aprovadas em setembro.

Marta Temido, que falava no Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Vale do Sousa Sul após a assinatura de autos de transferência no âmbito do processo de descentralização de competências para as autarquias, acrescentou que já foram adquiridos “mais de 15 milhões de euros de vacinas para a gripe para a próxima época gripal, portanto outono/inverno de 2022/23”.

“O plano neste momento é a administração mais combinada possível das atuais vacinas [covid-19] e das vacinas para a gripe”, ressalvou, com o objetivo de proteger primeiro os mais vulneráveis, mas admitiu que se houver alterações serão precisos ajustamentos. “Os planos também são feitos com essa latitude”.

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Marta Temido disse ainda que o núcleo de vacinação irá apresentar o plano ainda esta semana.

Quanto ao processo de vacinação da quarta dose para os idosos, e depois de terem sido atingidos, no sábado, 200 mil vacinados, o objetivo “é ter este grupo vacinado o mais depressa possível, e garantidamente neste mês”.

“Já o sabemos dos anteriores processos de vacinação que esta população é mais difícil de vacinar, pelas questões associadas à mobilidade, à necessidade de apoio, muitas vezes da família ou dos municípios, para se deslocarem, portanto é um processo que é difícil”, sustentou.

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Covid-19

Média diária aumenta para 22.805 casos de infeções com covid-19

A média de infeções aumentou de 14.400 para 22.805 casos diários em Portugal e o Norte regista um índice de transmissibilidade (Rt) do coranavírus de 1,30, o mais alto de todas as regiões

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A média de infeções aumentou de 14.400 para 22.805 casos diários em Portugal e o Norte regista um índice de transmissibilidade (Rt) do coranavírus de 1,30, o mais alto de todas as regiões, indica hoje o INSA.

Segundo o relatório semanal do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) sobre a evolução da covid-19 no país, o Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus — atingiu os 1,23 a nível nacional e 1,24 em Portugal continental no período entre 09 e 13 de maio.

Os dados hoje divulgados avançam ainda que o número médio de casos diários de infeção a cinco dias passou dos 14.400 para os 22.805 em Portugal, sendo ligeiramente mais baixo (21.980) no continente.

Por regiões, a Madeira é a única que apresenta um Rt abaixo do limiar de 1, apesar de ter registado um aumento de 0,86 para 0,99.

Este indicador é mais alto no Norte, que passou de 1,17 para 1,30, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 1,23, o Centro com 1,17, o Algarve com 1,15, os Açores com 1,14 e o Alentejo com 1,13.

“Todas as regiões, à exceção da região autónoma da Madeira, apresentam a média do índice de transmissibilidade (cinco dias) superior a 1, o que indica uma tendência crescente” de novas infeções, alerta o INSA.

De acordo com o documento, todas as regiões registam também uma taxa de incidência bastante superior a 960 casos por 100 mil habitantes em 14 dias, sendo a mais elevada nos Açores (2.933,1), seguindo-se o Centro (2.797,2), o Alentejo (2.678,5), o Norte (2.505,9), Lisboa e Vale do Tejo (1.888), o Algarve (1.842,1) e a Madeira (962,1).

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O INSA estima que, desde o início da pandemia e até 13 de maio, Portugal tenha registado 4.118.509 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 que provoca a covid-19.

C/Lusa

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