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Edição 462

Os associados do Clube Slotcar da Trofa reuniram-se em Assembleia-Geral Ordinária, que decorreu no dia 24 de fevereiro.

Na reunião foram apresentados e aprovados o Balanço e Relatório e Contas do exercício de 2013, que refletiram “um prejuízo de 692,91 euros”. Na apresentação das contas, João Pedro Costa, presidente da direção, declarou que a associação atravessa “uma situação financeira estável”, colocando “muitas dúvidas quanto à continuidade das suas atividades, em clima de unanimidade entre os presentes”. “A coletividade não tem qualquer passivo que lhe possa ser exigido, algo que é pouco comum nos tempos que correm”, acrescentou, agradecendo “aos patrocinadores e participantes das atividades que ajudaram a cumprir o orçamento de cerca de 30 mil euros”.

O presidente “lamentou” que, “desde 2011”, a Câmara Municipal da Trofa “não entre com qualquer tipo de ajuda à coletividade”. “O mesmo também não fez falta, é isso que as contas dizem, mas a verdade é que a Trofa ficou sem atividades, que poderiam ter sido realizadas e não foram”, sublinhou.

Para João Pedro Costa “o futuro da coletividade definitivamente não passaria por aquelas instalações”, devido ao “constante aglomerado de águas na reta das Pateiras”, que neste último ano provocaram “duas inundações na sede, deixando-a reduzida a 50 por cento em grande parte do ano”. “Não podemos arriscar a colocar nada com o carácter de permanência no piso inferior, enquanto o problema de raiz não for resolvido nesta zona da Trofa, estando mesmo sujeitos a qualquer momento a ficar novamente submersos e a contabilizar prejuízos”, concluiu.

Durante a assembleia foi ainda aprovado o Relatório final da candidatura ao Programa de Apoio Juvenil 2013.

Os associados do Clube Slotcar da Trofa reuniram-se em Assembleia-Geral Ordinária, que decorreu no dia 24 de fevereiro.

Na reunião foram apresentados e aprovados o Balanço e Relatório e Contas do exercício de 2013, que refletiram “um prejuízo de 692,91 euros”. Na apresentação das contas, João Pedro Costa, presidente da direção, declarou que a associação atravessa “uma situação financeira estável”, colocando “muitas dúvidas quanto à continuidade das suas atividades, em clima de unanimidade entre os presentes”. “A coletividade não tem qualquer passivo que lhe possa ser exigido, algo que é pouco comum nos tempos que correm”, acrescentou, agradecendo “aos patrocinadores e participantes das atividades que ajudaram a cumprir o orçamento de cerca de 30 mil euros”.

O presidente “lamentou” que, “desde 2011”, a Câmara Municipal da Trofa “não entre com qualquer tipo de ajuda à coletividade”. “O mesmo também não fez falta, é isso que as contas dizem, mas a verdade é que a Trofa ficou sem atividades, que poderiam ter sido realizadas e não foram”, sublinhou.

Para João Pedro Costa “o futuro da coletividade definitivamente não passaria por aquelas instalações”, devido ao “constante aglomerado de águas na reta das Pateiras”, que neste último ano provocaram “duas inundações na sede, deixando-a reduzida a 50 por cento em grande parte do ano”. “Não podemos arriscar a colocar nada com o carácter de permanência no piso inferior, enquanto o problema de raiz não for resolvido nesta zona da Trofa, estando mesmo sujeitos a qualquer momento a ficar novamente submersos e a contabilizar prejuízos”, concluiu.

Durante a assembleia foi ainda aprovado o Relatório final da candidatura ao Programa de Apoio Juvenil 2013.

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