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Edição 497


… pode aproveitar para reduzir o seu impacto na natureza!
O wc/a casa de banho é a divisão da casa onde podemos ser mais (ou menos) “amigos do ambiente” – bem, talvez esteja a par da cozinha. Água, energia, papel, produtos de higiene e beleza pessoal, produtos de limpeza, desperdícios, etc. Tudo isto multiplicado pelo cerca de ano e meio da nossa vida que passamos nesta divisão.
E não precisa de fazer transformações radicais nesta divisão. Basta uns pequenos retoques e alterar alguns dos seus hábitos.
Por exemplo, não precisa de trocar o autoclismo que tem por um com menor depósito e sistema de dupla descarga: pode, por pouco mais de dez euros, comprar numa loja de materiais de construção (ou na internet) e colocar você mesmo um contrapeso que lhe permite controlar essas mesmas descargas; e pode reutilizar uma garrafa de plástico – cheia de água (ou areia) – para lhe reduzir o volume. Também não precisa de trocar as torneiras, é só enroscar um redutor de caudal em cada uma e já está! Nem o chuveiro precisa de mudar (apesar de também os haver mais ecológicos): também existem uns redutores de caudal que encaixam no que já tem. E assim, poucos euros e poucos minutos depois, já reduziu o seu consumo de água em muitos por cento. Se juntar a isto detalhes (aparentemente) insignificantes, como o tomar duches (rápidos) em vez de banhos; recolher a água do duche enquanto não aquece (para depois utilizar para regar, por exemplo); utilizar um copo de água para lavar os dentes (e já nem falo de não deixar a torneira aberta desnecessariamente), vai notar, num instante, a diferença.
Já agora, diminua também o consumo de energia. Se tem cilindro/termoacumulador (uma forma não muito sustentável mas bem comum de aquecer a água), reduza a temperatura do termos-tato (pode não estar visível, mas no interior do painel inferior) e ins-tale um temporizador, regulando-o para aquecer apenas nas horas que realmente necessita. E comece a tomar duche com água menos quente, menos quente, morna, até conseguir fazê-lo com água (quase?) fria… Se também abdicar do aquecedor na casa de banho e o trocar por uma vigorosa fricção com a toalha no final do tal duche, vai não só reduzir o consumo de energia, como ganhar saúde!
Depois, há todo um conjunto de pormenores que continuam a fazer a diferença: usar papel higiénico reciclado; optar – nas limpezas – por detergentes ecológicos (já há várias opções nos supermercados habituais, mas os velhinhos vinagre e bicarbonato de sódio operam maravilhas); escolher produtos de higiene (incluindo os de higiene íntima) amigos do ambiente (e da sua saúde!); optar por toalhas de algodão biológico e não branqueado; usar plantas (os fetos são óptimos) para regular a humidade, correr a cortina do chuveiro para não ganhar bolor.
Depois de começar, vai entusiasmar-se e descobrir uma imensidão (exagerando um pouco) de pequenas alterações para tornar o seu wc mais verde!
Claro que o ideal seria uma nova casa de banho, pensada ao pormenor, utilizando fontes renováveis para o aquecimento das águas, escolhendo materiais mais amigos do ambiente, reencaminhando as águas cinzentas (provenientes dos lavatórios, bidés e duches), por exemplo, para o autoclismo. Mas… fazer pouco é muito melhor do que não fazer nada!


Ema magalhães  |  APVC 
facebook.com/valedocoronado
valedocoronado.blogspot.com
valedocoronado@gmail.com


… pode aproveitar para reduzir o seu impacto na natureza!
O wc/a casa de banho é a divisão da casa onde podemos ser mais (ou menos) “amigos do ambiente” – bem, talvez esteja a par da cozinha. Água, energia, papel, produtos de higiene e beleza pessoal, produtos de limpeza, desperdícios, etc. Tudo isto multiplicado pelo cerca de ano e meio da nossa vida que passamos nesta divisão.
E não precisa de fazer transformações radicais nesta divisão. Basta uns pequenos retoques e alterar alguns dos seus hábitos.
Por exemplo, não precisa de trocar o autoclismo que tem por um com menor depósito e sistema de dupla descarga: pode, por pouco mais de dez euros, comprar numa loja de materiais de construção (ou na internet) e colocar você mesmo um contrapeso que lhe permite controlar essas mesmas descargas; e pode reutilizar uma garrafa de plástico – cheia de água (ou areia) – para lhe reduzir o volume. Também não precisa de trocar as torneiras, é só enroscar um redutor de caudal em cada uma e já está! Nem o chuveiro precisa de mudar (apesar de também os haver mais ecológicos): também existem uns redutores de caudal que encaixam no que já tem. E assim, poucos euros e poucos minutos depois, já reduziu o seu consumo de água em muitos por cento. Se juntar a isto detalhes (aparentemente) insignificantes, como o tomar duches (rápidos) em vez de banhos; recolher a água do duche enquanto não aquece (para depois utilizar para regar, por exemplo); utilizar um copo de água para lavar os dentes (e já nem falo de não deixar a torneira aberta desnecessariamente), vai notar, num instante, a diferença.
Já agora, diminua também o consumo de energia. Se tem cilindro/termoacumulador (uma forma não muito sustentável mas bem comum de aquecer a água), reduza a temperatura do termos-tato (pode não estar visível, mas no interior do painel inferior) e ins-tale um temporizador, regulando-o para aquecer apenas nas horas que realmente necessita. E comece a tomar duche com água menos quente, menos quente, morna, até conseguir fazê-lo com água (quase?) fria… Se também abdicar do aquecedor na casa de banho e o trocar por uma vigorosa fricção com a toalha no final do tal duche, vai não só reduzir o consumo de energia, como ganhar saúde!
Depois, há todo um conjunto de pormenores que continuam a fazer a diferença: usar papel higiénico reciclado; optar – nas limpezas – por detergentes ecológicos (já há várias opções nos supermercados habituais, mas os velhinhos vinagre e bicarbonato de sódio operam maravilhas); escolher produtos de higiene (incluindo os de higiene íntima) amigos do ambiente (e da sua saúde!); optar por toalhas de algodão biológico e não branqueado; usar plantas (os fetos são óptimos) para regular a humidade, correr a cortina do chuveiro para não ganhar bolor.
Depois de começar, vai entusiasmar-se e descobrir uma imensidão (exagerando um pouco) de pequenas alterações para tornar o seu wc mais verde!
Claro que o ideal seria uma nova casa de banho, pensada ao pormenor, utilizando fontes renováveis para o aquecimento das águas, escolhendo materiais mais amigos do ambiente, reencaminhando as águas cinzentas (provenientes dos lavatórios, bidés e duches), por exemplo, para o autoclismo. Mas… fazer pouco é muito melhor do que não fazer nada!


Ema magalhães  |  APVC 
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